Complexo Industrial e Portuário do Pecém


Com início de operações em 2002, o Porto do Pecém cresce aceleradamente em muitas das áreas de atuação.

Ocupa também uma localização privilegiada e conta com modernas instalações portuárias. Uma das grandes vantagens do Pecém é a proximidade com a costa Leste dos Estados Unidos e países da Europa, com tempos de viagem, respectivamente, de seis e sete dias.

O porto é um moderno terminal integrado ao Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), concebido com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento econômico do Ceará, contando com uma administração conjugada com as atividades da Secretaria da Receita Federal, Polícia Federal, Ibama, Capitania dos Portos, Secretaria Estadual da Fazenda, Secretaria de Agricultura e Uvagro/Pecém.

O Pecém é um terminal off-shore abrigado que recebe navios de até 175 mil tpb, com calado máximo de 15,5 m. Suas instalações de acostagem contam com dois píeres: um destinado a produtos siderúrgicos, cargas gerais e contêineres e outro destinado a granéis líquidos, derivados e petróleo e onde se encontra instalado o terminal de regaseificação da Petrobrás.

O acesso se dá por uma ponte de 2.142 m de comprimento por 7,20 m de largura e faixa lateral de 1,30 m para pedestres, apresentando as mesmas características técnicas de uma rodovia federal. As instalações de armazenagem do Pecém contam com um pátio de 380 mil m², dois armazéns cobertos, cerca de mil tomadas para ligação de contêineres refrigerados, câmaras frigoríficas e quatro balanças rodoviárias, dispondo ainda de modernos equipamentos de carga e descarga, dentre eles um descarregador de navios com capacidade de até 1.250 t/h e cinco guindastes de múltiplo uso com capacidade de até 140 t.

Apesar do pouco tempo de operação, o terminal do Pecém já apresenta resultados satisfatórios, se comparado com os demais portos brasileiros. O porto é hoje o terminal líder no Brasil na exportação de frutas, pescados e calçados.


Expansão estratégica e necessária

Foram movimentadas 1.015.600 t de mercadorias no Porto do Pecém de janeiro a maio de 2010. Isto representa um aumento de 85% em relação ao igual período de 2009. A movimentação de contêineres foi de 57.423 unidades, o que significa um aumento de 35% sobre o mesmo trimestre de 2009. O porto já necessita ter maior infraestrutura.

Até o final de 2011, o Terminal Portuário do Pecém concluirá uma série de melhorias que proporcionarão expansão nas suas atividades, com a concretização de importantes obras que irão ampliar a sua estrutura em capacidade.

A confirmação da chegada de importantes empreendimentos, como a Refinaria Premium II, da Petrobras, e a Companhia Siderúrgica do Pecém, a termoelétrica e a Ferrovia Transnordestina, entre outros, fez da ampliação do porto uma necessidade estratégica, com investimento total de cerca de R$ 2,8 bilhões nos próximos seis anos.

Em pleno andamento, com previsão de ser concluído ainda em 2010 ou no início de 2011, o Terminal de Múltiplo Uso (TMUT) vai aumentar em cinco vezes a atual capacidade de movimentação de contêineres, numa parceria entre o Governo do Estado do Ceará através da sua Secretaria de Infraestrutura e o Governo Federal através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com investimento de cerca de R$ 400 milhões.

Estas obras consistem no prolongamento de 1.000 m no quebra-mar existente, que passará a contar com 2.270 m, a construção de 760 m de píer com dois berços de atracação contínuos, implantação de linha de guindastes para descarregamento e carregamento de contêineres, construção de retro-área para pátio de estocagem, com 87 mil m2, instalação de 480 tomadas para contêineres refrigerados no TMUT, ampliação em 342 m da ponte que dá acesso ao terminal, com pista dupla e iluminação.

A montagem de uma correia transportadora para carvão, com extensão de 9 km, está em andamento, com previsão de conclusão também para 2011 e investimento de R$ 170 milhões. Além disso, será instalado um descarregador contínuo para carvão, destinado ao abastecimento dos novos empreendimentos do CIPP.

Atualmente, estão instaladas no CIPP: Tortuga (fábrica de rações), Votorantim e Cimento Apodi (cimenteiras), Petrobrás (planta de regaseificação), Termoceará, Termofortaleza, MPX (usinas termoelétricas), Wobben (aerogeradores), Jotadois (indústria de pré-moldados) e Hidrostec (tubos de aço).

http://www.revistaoempreiteiro.com.br/index.php?page=conteudo_500_mais.php&id=1305








• AMPLIAÇÕES •

1 ª Fase – Construção do Terminal de Múltiplo Uso (TMUT) + Correia Transportadora [Em Construção]

Investimento: R$ 571,5 Milhões
Conclusão: 1º trimestre 2011



• Prolongamento de 1.000 metros do quebra-mar, ampliando para 2.770 metros
• Construção de 760 metros de píer, com dois berços de atracação
• Ampliação em 342 metros da ponte de acesso ao terminal
• Implantação da linha de guindastes
• Construção de retroárea para pátio de estocagem com 87 mil m2
• Implantação de uma correia transportadora para carvão com 9 Km
• Implantação de um descarregador contínuo de carvão para abastecer futura Termoelétrica.

Com o TMUT, a capacidade estimada de movimentação de contêineres será ampliada dos atuais 250 mil TEUs/ano para 760 mil TEUs (Twenty Feet or Equivalent Unit - unidade de 20 pés ou equivalente anuais).


2ª Etapa – R$ 517 Milhões - Conclusão 2013



• Implantação de uma segunda correia transportadora para carvão com 9 Km
• Implantação de uma correia transportadora para minério de ferro com 9 Km
• Implantação de um descarregador contínuo para minério
• Construção de um berço para exportação de placas de aço com 310 m
• Implantação de 2 carregadores de placas de aço


3ª Etapa – R$ 726 Milhões – Conclusão 2014



• Construção da 2ª ponte de acesso ao quebra-mar com 1.800 m
• Prolongamento do quebra-mar em 2.300 m
• Construção de um berço com retroárea de 380 m
• Construção de 2 píers para petroleiros


4ª Etapa – R$ 579 Milhões – Conclusão 2016



• Instalação de uma correia para minério com 9 Km
• Instalação de um descarregador contínuo para minério e outro para carvão
• Instal. de 4 carregadores de placas de aço
• Construção de 2 berços para exportação de placas de aço

Fonte: http://www.seplag.ce.gov.br




• INDÚSTRIAS ÂNCORAS •

► Refinaria Premium II – Petrobras

A expectativa inicial é que a refinaria tenha capacidade para processar 300 mil barris por dia de petróleo no Ceará. Segundo a estatal, o empreendimento será construído na área do Porto de Pecém, localizado na cidade de São Gonçalo do Amarante, a cerca de 60 quilômetros (km) da capital, Fortaleza. Os investimentos estão orçados em US$ 11,1 bilhões, o que significará a criação de 90 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Isso sem contar os benefícios tributários para o Estado

A expectativa é iniciar as operações em 2014, com 150 mil barris por dia. A segunda fase acrescentará mais 150 mil barris dia a partir de setembro de 2016. A refinaria produzirá óleo diesel para exportação, querosene de aviação e bunker para o mercado interno. A produção de diesel será em torno de 50% da produção total. Tudo isso deve ser acompanhado de vários investimentos para a expansão do Porto de Pecém.

Valor do investimento: US$ 11,1 bilhões.
• Geração de empregos: 90.000 (diretos e indiretos)
• Capacidade de processamento: 300.000 barris/dia de óleo.
Aumento de 45% no PIB do Ceará.


► Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP



O projeto da siderúrgica está orçado em R$ 15 bilhões, em suas duas fases de implantação. A usina está sendo construída pelo consórcio formado pela mineradora brasileira Vale e pelas siderúrgicas coreanas Dongkuk Steel e Posco. Capacidade final da siderúrgica no Pecém está prevista para 6 milhões de toneladas de placas de aço por ano.

Investimento: R$ 15 bilhões.
• Empregos na construção: 15.000 (diretos) e 8.000 (indiretos)
• Empregos na operação: 4.000 (diretos) e 10.000 (indiretos)
• Produção estimada: 6 milhões de ton/ano de placas de aço.
• Previsão da Construção: 4 anos
• Previsão da Operação: inicio de 2014.
Aumento da ordem de R$ 9,3 bilhões no PIB do Ceará.


► Termelétricas

- Energia Pecém (MPX e EDP)

A primeira unidade deve começar a operar no terceiro trimestre do próximo ano (2011). E a segunda unidade no quatro trimestre de 2011. Juntas, a capacidade instalada é de 720 MW (megawatts). O empreendimento vai demandar, até sua conclusão, a soma de R$ 2,6 bilhão.

• Geração de empregos: 2.500 empregos diretos durante a construção e 300 quando estiver em operação.
Crescimento no PIB do Estado: US$ 2,5 bilhões

Fotos das obras [Novembro/2010]:





- MPX Pecém II (MPX)

• A operação está prevista para o segundo trimestre de 2012. A potência máxima é de 365 MW. Investimento de R$ 1,3 bilhão.

Fotos das obras [Novembro/201]:







Soma do investimento em termelétricas: R$ 3,9 bilhões.

http://www.mpx.com.br

Vídeo monstrando com detalhes como serão as duas usinas termelétricas:




► Zona de Processamento e Exportação – ZPE

A ZPE de Pecém será instalada em uma área de 4.271,41 hectares, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), situado a cerca de 60 quilômetros de Fortaleza. O terreno da futura ZPE foi considerado como de utilidade pública por meio de decreto estadual.

COM A EXISTÊNCIA do Porto e sua localização privilegiada, e ainda a implantação de uma Zona de Processamento de Exportação, o Pecém deverá atrair 200 empresas

O CIPP foi concebido para abrigar atividades diversas, tendo como infraestrutura e equipamentos previstos: gasoduto, usina termelétrica, energia convencional e possibilidades de utilização de formas alternativas (eólica e solar), ferrovia, refinaria, siderúrgica, porto e atividades industriais relacionadas. A ZPE ficará a 20 quilômetros do cais do porto.

Segundo Eduardo Bezerra, a implementação de uma ZPE no Pecém vai dobrar as exportações do Estado, que hoje estão no patamar de US$ 1 bilhão ao ano. Além do impacto na produção industrial, ele aponta impactos na geração de empregos e no consumo.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=791571

• Área total reservada: 4.271 ha, que será implantada em 3 fases.
• Previsão de Impactos: Incremento 12% no PIB (Produto Interno Bruto) do Estado.



• INFRAESTRUTURA •


► Eixão das Águas/Canal da Integração


"O Eixão é um projeto que já dura uma década e é formado por conjuntos de estação de bombeamento, canais, sifões, adutoras e túneis, que realizam a transposição das águas do Açude Castanhão, numa extensão total de 255km, para reforçar o abastecimento da Região Metropolitana de Fortaleza indo até o Complexo Industrial e Portuário do Pecém , além de fazer a integração das bacias hidrográficas da região do Jaguaribe com outros rios e reservatórios.



Uma novidade que está em processo de licitação é o projeto que prevê a construção, ao longo do Eixão, de pequenos ramais de adutora, cisternas e caixas de distribuição de água para atender, pelo menos, 80 comunidades rurais, nos trechos I, II e III. A ideia do governo é abastecer as pequenas vilas e atender a demanda de moradores que sofrem com a escassez de água, eliminando a dificuldade de coleta no próprio canal. "Esse é um problema que está sendo resolvido para acabar com o sofrimento das famílias que enfrentam falta de água", destacou Ciarline."

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=855467

P.S.: O Eixão totalizará um investimento de R$ 1,5 bilhão até 2011, quando será concluído.


► Ferrovia Transnordestina

A Transnordestina é uma ferrovia que ligará os portos de Pecém (CE) e Suape (PE) ao cerrado do Piauí, no município de Eliseu Martins.



O objetivo com o equipamento é elevar a competitividade da produção agrícola e mineral da região com uma moderna logística que une uma ferrovia de alto desempenho e portos de calado profundo que podem receber navios de grande porte. A Ferrovia terá 1.728 quilômetros de extensão, sendo 527 quilômetros no Ceará.

No total, serão gerados mais de 10 mil empregos e investidos R$ 5,4 bilhões, sendo R$ 1,8 bilhão no Estado do Ceará. A ferrovia deve gerar 550 mil empregos (diretos e indiretos) e terá capacidade de transportar 30 milhões de toneladas de carga por ano.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=870749


► Correia transportadora


“Imprescindível para viabilizar o transporte de carvão e minérios do cais do porto para a siderúrgica e para as termelétricas em instalação no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), a correia transportadora segue com sua implantação a todo vapor. A movimentação de trabalhadores chama a atenção de quem passa perto do canteiro de obras, próximo ao litoral.

Com 12 km de extensão, o sistema de descarregamento contínuo de navios com carvão mineral tem previsão de estar em atividade no primeiro semestre de 2011. O equipamento, de R$ 150 mi, pode levar até 2.400 toneladas/hora de insumos.

O equipamento adquirido pelos investidores da térmica (MPX e EDP) e o governo estadual, irá interligar o berço interno do Píer 1 até um ponto de entrega dos minérios - carvão, coque e coque verde de petróleo - na junção da CE-422, com a faixa de passagem de infraestrutura norte, do CIPP.”


http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=705923


► Terminal de Regaseificação de GNL


Com um projeto inédito no mundo, a Petrobras inicia em 2008 sua atuação como agente no mercado internacional de gás liquefeito (GNL), a partir da entrada em operação dos terminais de regaseificação no Porto do Pecém. O terminal tem capacidade para regaseificar 7 milhões de m³ de gás por dia, o equivalente a cerca da metade do consumo de gás natural demandado pelo mercado térmico em todo País. O gás será usado, prioritariamente, para geração de energia elétrica nas usinas Termoceará, Termofortaleza e Jesus Soares Pereira (RN).

Para receber o gás o terminal sofreu adaptações na estrutura do píer 2 que funcionava como terminal de derivados de petróleo. Para a adequação, foram construídas duas plataformas de concreto para elevar a altura do píer em três metros. Também foi feito o reforço na estrutura de atracação e amarração das embarcações, e montadas facilidades para a transferência de GNL entre o berço externo e interno do píer (sistema de tubulações, válvulas e instrumentação), chamado skid central.

Além das intervenções do píer, foi construído um gasoduto com 22,5 km de extensão que vai ligar o terminal à malha de transporte já existente.

http://www.ceara.gov.br/index.php/governo-do-ceara/projetos-estruturantes/porto-do-pecem--gnl--siderurgica

Com investimentos de R$ 300 milhões, integralmente feitos pela Petrobras, informou o diretor da Cearáportos, foram realizadas adaptações no segundo píer do Porto do Pecém, para receber os braços de carregamento para transferência do GNL do navio abastecedor para o navio de regaseificação; e ainda a construção de 20 quilômetros de tubulação do local até o ´citigate´ da petrolífera para distribuição do combustível para os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte. Também foram feitas a ampliação da casa de controle do píer e a instalação de facilidades para auxiliar na transferência do GNL.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=551540


► Sistema Elétrico

O sistema de distribuição de energia elétrica do Complexo é composto de três subestações assim denominadas:

1 - Subestação da CHESF - Cia. Hidrelétrica do São Francisco, com capacidade de 200 MVA / 230 KV.
2 - Subestação do Pecém, de 40 MVA / 69 KV da concessionária COELCE.
3 - Subestação do Terminal Portuário do Pecém, de 20 MVA / 69 KV também da concessionária COELCE.
4 - A energia elétrica da 1ª subestação (CHESF) é distribuída para as outras duas subestações através de linha de transmissão de 69 KV, com 19,50 Km de extensão.
5 - Subestação Pecém II (em construção)

“A construção de mais uma subestação de energia no complexo também contribuirá para gerar uma maior segurança energética para as empresas que se instalarem no local. A Subestação Pecém II, com capacidade de transformação de 3.600 Mega Volts Amper (MVA) e tensão de 500/230 kV, deve somar investimentos de R$ 140 milhões.”

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=728825


► Aeroporto de Cargas do Pecém (em estudo):

No cenário de mudanças do Pecém, está um aeroporto de cargas. O equipamento vai, a princípio, incentivar a atração de empresas para a futura ZPE do Ceará. O governo do Estado assinou, neste mês, contrato com a USTDA (US Trade and Development Agency), uma agência norte-americana de desenvolvimento do comércio, no valor de US$ 500 mil dólares. A agência vai elaborar um estudo para a implantação do aeroporto de cargas no Pecém. O relatório deve estar pronto no primeiro trimestre de 2011.

O equipamento será um dos diferenciais de competitividade da ZPE, já que outras cinco zonas foram aprovadas ontem e outras duas já foram criadas por decreto presidencial.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Setorial da Adece (Agência de Desenvolvimento do Ceará), Eduardo Diogo, os atrativos para as empresas se instalarem no Pecém são a logística e a infraestrutura. "O Ceará se situa numa localização privilegiada, a seis horas de voo da Europa e da Costa leste norte-americana e a seis dias de navio deste destinos", analisa Diogo. "O Porto do Pecém é moderno, offshore, de manutenção barata, em expansão, e será conjungado ao modal aéreo".

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=791578


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Concluída linha de transmissão da Energia Pecém


Linha de transmissão tem 47 torres ao longo de 15 quilômetros, ligando a usina em São Gonçalo do Amarante à subestação da Chesf em Caucaia. Investimento é de R$ 2,6 bilhões da portuguesa EDP com a MPX de Eike Batista


A usina termelétrica Energia Pecém, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), já está conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) de energia elétrica. A conexão permite que a unidade possa transmitir energia para à rede nacional e foi concluída com um investimento de cerca de R$ 31 milhões.

A termelétrica é projeto desenvolvimento em parceria pela portuguesa EDP com a brasileira MPX, do bilionário Eike Batista. A obra foi aberta em julho de 2008 e hoje está com 90% de evolução global. O início das operações está previsto para o próximo ano, no segundo semestre.

A linha de transmissão liga a subestação da termelétrica, em São Gonçalo do Amarante, à unidade da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) localizada no Cauípe, em Caucaia. São 47 torres ao longo de 15 quilômetros.

A ligação foi concluida antes do Natal, na última terça-feira.

O investimento total para a construção da termelétrica é de R$ 2,6 bilhões. O projeto visa suprir o crescimento da demanda de energia no Nordeste e em todo o sistema nacional. Segundo a Energia Pecém, a usina permite que o Ceará eleve sua produção de energia em 90%, passando a ser exportador de energia em vez de ser um importador.

A potência instalada da usina será de 720 megawatts. A capacidade de geração de energia chega a 5,5 mil gigawatts-hora. De acordo aidna com a Energia Pecém, o volume é suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 5,6 milhões de habitantes. Dados do Censo 2010 indicam que a população de Fortaleza é de 2,4 milhões de pessoas.

A energia representa, em torno de 72% de todo o consumo do Ceará em 2008.

O carvão mineral a ser utilizado como combustível será importado. O material deve vir de países da própria América do Sul, como Colômbia e Venezuela, além de Moçambique e África do Sul. A importação será feita via Porto do Pecém e segue para a termelétrica por meio de correia transportadora fechada, tipo tubular, com extensão de 12 quilômetros.

A construção, atualmente, está gerando cerca de 4,6 mil empregos, conforme ainda a Energia Pecém.

ENTENDA A NOTÍCIA

A Energia Pecém envolve uma gigante europeia do setor, a portuguesa EDP, e a brasileira MPX, o braço de energia elétrica do grupo do bilionário Eike Batista. O projeto segue ritmo acelerado e é um marco energético para o Estado.

SAIBA MAIS

Caldeira

A MPX concluiu a instalação da principal peça da caldeira da outra unidade na região, a usina termelétrica MPX Pecém II: o steam drum ou coletor de vapor. Pesando 190 toneladas e içada a uma altura de 60 metros, a peça tem como função garantir o processo inicial de produção de vapor na caldeira.

Abril de 2012

O processo de montagem e içamento da peça para posicioná-la no topo do prédio da caldeira foi realizado em seis horas. Com esta etapa concluída, será desenvolvida a montagem e construção da própria caldeira. Com capacidade de geração de 360 MW de energia, a usina MPX Pecém II deve iniciar a operação em abril de 2012.

http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2010/12/28/noticiaeconomiajornal,2083025/concluida-linha-de-transmissao-da-energia-pecem.shtml


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SETOR I DO PECÉM
Macrodrenagem do CIPP atinge 41,03% da obra

Atualmente, estão prontos 2.260 metros do projeto, que consiste na construção de um canal de 5.508 metros

Complexo do Pecém: macrodrenagem recebe investimento de R$ 10,2 milhões do governo estadual

Os serviços de macrodrenagem do setor I do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) alcançaram 41,03% de execução da obra. No local, serão instalados os grandes empreendimentos estruturantes do Estado, como a refinaria Premium II da Petrobras e a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) da Vale, Dongkuk e Posco.

Atualmente estão prontos 2.260 metros do canal de drenagem. A obra consiste na construção de um canal de 5.508 metros de extensão em torno da área para receber todas as águas da região, servindo ainda para retificar o curso de água de pequenos riachos existentes naquela área, de forma a disciplinar o esgotamento superficial de água onde vai ser construída a siderúrgica, dando condições para que a área não tenha problemas de alagamentos. Os trabalhos foram iniciados no mês de janeiro do ano passado após serem licitados pela Secretaria da Infraestrutura do Estado do Ceará (Seinfra).

Serviços

Estão sendo realizados serviços de escavação do canal, regularização de talude (paredes do canal), enchimento de pedras e colocação de telas, que compõem o gabião - cesto para transporte de terra -, além da execução de bermas - estradas de manutenção do canal. Cerca de 140 homens trabalham na obra.

Além do setor I, todo o Cipp receberá macrodrenagem, viabilizando os demais empreendimentos previstos para o local, assim obras complementares de preservação ambiental e paisagismo do Complexo. A macrodrenagem está recebendo investimento de R$ 10,2 milhões do Governo do Estado.

A CSP realiza terraplenagem da obra. A Petrobras faz a sondagem do terreno.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=915744



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1ª VEZ NO BRASIL
Navio eólico aporta no Pecém hoje

Tecnologia permite reduzir o consumo de combustível, 

com menor volume de emissões poluentes 

O cargueiro E-Ship 1, da fabricante de turbinas eólicas Enercon GmbH, chega ao Brasil pela primeira vez ao aportar no Pecém hoje. O navio mede 130,4 metros de comprimento e pesa 12.800 toneladas. Trata-se da única embarcação do mundo movida por fonte híbrida: a força dos ventos (captada por meio de quatro potentes torres de 27 metros de altura por 4 de diâmetro) e propulsão diesel-elétrica.

O E-Ship 1 iniciou sua viagem partindo do Porto de Emden, na Alemanha. Nesta primeira vinda ao Brasil, traz componentes para turbinas eólicas que são produzidas pela sua subsidiaria Wobben Windpower, com unidades instaladas em Sorocaba (SP) e Pecém. No retorno exportará os produtos de fabricação da Wobben como pás para aerogeradores.

O navio faz uso do chamado "Efeito Magnus" para propulsão. Quatro rotores cilíndricos combinados com motores elétricos que giram, associados ao efeito do vento e criam uma força que impulsiona o navio.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=915746



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A PARTIR DO PECÉM
Nova exportação de minério só em fevereiro


O embarque do insumo envolve variáveis como ritmo de 

produção e transporte do minério, alterando prazos

A próxima carga do minério de ferro extraído do Ceará para exportação começará ser estocada no Porto do Pecém a partir da próxima quinzena. Já o embarque do produto, inicialmente previsto para ainda este mês, deverá ocorrer apenas em fevereiro. É o que explica o diretor de Operações e Infraestrutura da Cearáportos, empresa gestora do Porto, Humberto Castelo Branco. "Nesta remessa, a expectativa é de que novamente sejam exportados em torno de 70 mil toneladas", adianta.

Segundo a Globest, empresa chinesa que vem realizado a exploração do insumo em Sobral, embora esta seja a nova estimativa para a retomada dos embarques, o processo envolve muitas variáveis, relacionadas sobretudo ao ritmo de produção e de transporte do minério, impactando em alterações no cronograma. "Pontos, estes, que ainda estão sendo negociados", afirmou fonte ligada à empresa.

Ainda de acordo com a mesma, a Globest não realizou uma outra exportação da matéria-prima no ano passado porque os novos volumes de minério que foram sendo retirados do solo possuíam características diferentes daqueles inicialmente explorados.

Retomada do cronograma

Em dezembro último, Castelo Branco, da Cearáportos, já havia sinalizado que a partir de janeiro de 2011, a Globest passaria á carregar um navio com volume semelhante a 70 mil toneladas a cada dois meses, totalizando, no final deste ano, 400 mil toneladas exportadas. A primeira carga enviada - e única até agora - saiu do Pecém rumo à Ásia em fevereiro de 2010, também com 70 toneladas.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=916769


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OPERAÇÃO EM AGOSTO
CTTC deve capacitar 4 mil ainda em 2011

O equipamento terá como foco a capacitação de mão-de-obra necessária para trabalhar nas indústrias do Pecém

O Centro de Treinamento Técnico do Ceará (CTTC) está
atualmente com 21,7% de suas obras executadas 

Com 21,7% de suas obras executadas, o Centro de Treinamento Técnico do Ceará (CTTC) tem previsão para operar em agosto deste ano. Situado no entroncamento das rodovias CE 085 (Estruturante) e CE 422, no município de Caucaia, o local promoverá a capacitação e a formação de mão-de-obra básica e continuada para atender às demandas da refinaria, siderúrgica e termoelétrica que devem se formar no Complexo Industrial Portuário do Pecém (Cipp).

Ainda em 2011, a expectativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Ceará (Secitece) é de que sejam capacitadas quatro mil pessoas, através de cursos nas áreas de construção civil e ele-tromecânica, com cargas horárias que variam de 60h a 240h. Serão aproximadamente 160 turmas, divididas nos turnos manhã, tarde e noite.

Segundo o setor de fiscalização de obras do Departamento de Edificações e Rodovias (DER), a construção do CTTC obedece ao cronograma, tendo sido executados os serviços de fundações de concreto com pilares, iniciados todos os 10 blocos, com serviço de concretagem praticamente concluído, alvenaria já iniciada e concretagem de laje. A caixa d´água também já tem os serviços de concretagem começados.

Das atividades que estão sendo executadas, o secretário de Ciência e Tecnologia, René Barreira, informa que, no momento, estão concluídas 40% das obras de alvenaria das salas de laboratório, da laje da área de convivência e do vigamento superior do almoxarifado.

"Serão treinadas em torno de 12 mil pessoas por ano, na qual serão beneficiadas indiretamente a família dos egressos. Considerando-se uma média de quatro pessoas por família, teremos um total de 48 mil beneficiados", prevê o secretário.

O investimento global do CTTC é de R$ 26.690.765,22 - incluindo obra e equipamentos -, sendo R$ 14.700,000,00 oriundos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) destinados a obra e recursos da ordem de R$ 11.990.765,22 dos cofres do Governo do Estado, para a compra de equipamentos.

Inovação

O Centro Tecnológico é a primeira obra do Brasil a utilizar o sistema americano Titan HV, importado pela empresa Oeste Formas. Solução inovadora de escoramento para construção civil, o Titan HV está sendo utilizado em 30% da obra. "O bom desse sistema é que se economiza em tempo, até 25% de redução ante um sistema convencional", garante o engenheiro responsável pela obra, Alcyr de Castro Araújo Neto. Entre pedreiros, carpinteiros, serventes e outros, a obra emprega cerca de 160 trabalhadores.

O sistema Titan HV é conhecido por trazer rapidez e segurança para os empreendimentos, através de uma montagem modular com vigas primárias e secundárias de alumínio, totalmente de encaixe.

"O mercado pedia um produto como este pela necessidade de construções mais rápidas, devido ao aumento da demanda na construção civil", afirma o administrador da Oeste Formas, Rodrigo Felício.

De acordo com ele, além da economia de tempo, essa tecnologia reduz a necessidade de mão-de-obra.

"São necessários somente três funcionários e um dia para se montar uma área de 500 m², enquanto que em um sistema comum são necessários até sete operários e o tempo gasto pode chegar a quatro dias. Por isso, o desempenho do produto é considerado até 45% superior aos outros equipamentos para escoramento existentes no mercado", explica Rodrigo.

Projetos estruturantes

A expectativa é de que o Cipp chegue a demandar, com os novos projetos estruturantes e com as indústrias que virão atraídas por estes, mão-de-obra superior a 121 mil empregos, entre diretos e indiretos. Somente na Companhia Siderúrgica de Pecém (CSP), serão gerados mais de 15 mil empregos diretos durante o período de construção e, durante a operação, quando precisará ainda mais de pessoal qualificado, serão outros quatro mil diretos.

Para a refinaria Premium II, serão cerca de 7.500 na fase de operação. O CTTC deverá contribuir para reduzir essa carência. O órgão será gerenciado pelo Centro de Ensino Tecnológico do Ceará (Centec).

Em sua estrutura de 9.277 m² serão ofertados cursos nas seguintes áreas: pedreiro, carpinteiro, auxiliar de soldagem, eletricista predial, armador de estrutura de concreto, soldagem, pintura industrial, eletricista de instalações industriais, ajudante de obras civis, bombeiro hidráulico, informática operacional, montagem de estruturas metálicas, soldador, torneiro mecânico, entre outros, todos voltados para a formação inicial e continuada.

Oportunidade

"Serão treinadas 12 mil pessoas por ano, e beneficiadas indiretamente 48 mil"

René Barreira
Secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Ceará

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=916880



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A QUARTA DO ESTADO
Nova cimenteira opera até o fim deste mês

Companhia Cimento Apodi, localizada em Pecém, encontra-se em fase final de testes de equipamentos



Até o fim deste mês, entrará em operação comercial a quarta cimenteira instalada no Ceará. Após um investimento de R$ 70 milhões em sua construção, a Companhia de Cimento Apodi, localizada em Pecém, está em fase final de testes de equipamentos, preparando-se para produzir e vender o produto a todo o mercado do Nordeste. Com o novo empreendimento, o Ceará passa a ser o estado da região com o maior número de empreendimentos desse tipo, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

A cimenteira é uma empresa com 50% de capital do Grupo M. Dias Branco, 25% da Cooperativa da Construção Civil do Ceará (Coopercon/CE) e 25% do empresário mineiro Juscelino Sarkis. De acordo com o presidente da empresa, Adauto Farias, a unidade irá produzir 1.500 toneladas diárias de cimento, ou 30 mil sacas por dia, e gerar 100 empregos diretos.

"Nós vamos rodar o moinho principal nesta semana, e até o fim de janeiro, estaremos operando comercialmente", explica Farias. Segundo ele, neste período de chuva, há uma redução natural da demanda pelo produto, pela diminuição do ritmo da construção civil. Contudo, logo após as chuvas, a procura voltará aos elevados patamares observados até o fim do ano passado, que vinham obrigando as empresas a importarem a matéria-prima de outros países, como o Vietnã. "Daí, vamos começar a atender esta lacuna que vem existindo no mercado do Nordeste", disse.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=919314




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Pecém deve dobrar crescimento

Anualmente o Porto do Pecém eleva sua movimentação em torno de 5% a 7%. Já para este ano, com a entrada do Tmut, a Cearaportos espera que o percentual atinja 15%. Pecém lidera no País exportação de frutas e calçado


O Porto do Pecém abre o ano com previsão de elevar em 15% a sua movimentação. Segundo o diretor comercial Mário Lima Júnior, da Cearaportos, essa expectativa considera já a entrada em pré-operação do Terminal de Múltiplo Uso (Tmut) do Pecém.

O Pecém movimentou, no ano passado, 167 mil teus e 3,15 milhões de toneladas. De acordo com Mário, em 2011 a expectativa é atingir 190 mil teus e em torno 4 milhões de toneladas.

Em 2009 haviam sido movimentados 138 mil teus e 2,0 milhões de toneladas, conforme ainda a Cearaportos.

Teus é uma unidade de medida que equivale a um contêiner de 20 pés.

O Terminal de Múltiplo Uso vem sendo construído no Porto do Pecém a fim de elevar e melhorar a sua operacionalidade.

Com o Tmut, conforme a Cearaportos, o porto eleva a sua capacidade de 200 mil para 500 mil teus por ano.

A obra vem sendo executada por um consórcio formado por Marquise e Ívia. Segundo Mário Lima, a previsão é que, em abril, o terminal entre em pré-operação e, de forma gradativa, passe a operar de forma efetiva.

Devem ser beneficiados setores de autopeças, eletros e têxtil, entre vários outros.

O Porto do Pecém, localizado em São Gonçalo do Amarante, começou a operar em 2002, movimentando 30 mil teus e 386 mil toneladas. Houve ainda, no primeiro ano, a atracação de 167 navios. Já no ano passado foram 529 navios.

O diretor afirma ainda que, normalmente, o Pecém cresce de 5% a 7% de um ano para outro. Já com a entrada em operação do Tmut o percentual deve subir para 15%.

O Pecém lidera no País a exportação de frutas e calçados, tem terceira posição na importação de produtos siderúrgicos, ferro e aço e na movimentação de algodão.

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

O Terminal de Múltiplo Uso deve ter uma profundidade de 18 metros, permitindo assim a atracação de navios de longo curso. O fato permite que o Ceará eleve exportações e importações por meio do Canal do Panamá, com a Ásia.

http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2011/01/21/noticiaeconomiajornal,2092332/pecem-deve-dobrar-crescimento.shtml




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NOVO EDITAL
Porto do Pecém: obras de expansão definidas

Nova ponte de acesso ao porto e berço de atracação de navios deverão ter obras já no próximo semestre


O Governo do Estado já definiu quais serão as primeiras obras da nova expansão do Terminal Portuário do Pecém, que estarão incluídas no edital a ser lançado ainda em janeiro. De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura, Adail Fontenele, até o fim do mês, o Diário Oficial do Estado publicará o início do processo licitatório para a construção de uma nova ponte de acesso ao porto e de um novo berço de atracação de navios. A expectativa, segundo ele, é de que as obras comecem no início do próximo semestre.

R$ 317 milhões

"As primeiras obras são estas, já definidas. Estamos agora trabalhando na finalização do edital", informa o secretário. O documento abrirá a concorrência no valor de R$ 317 milhões. Deste total, R$ 177 milhões é o valor apresentado pelo Estado para a construção da nova ponte de acesso ao porto, que abrirá caminho para os novos píeres que serão construídos posteriormente. De acordo com o secretário, a ponte terá 1600 metros de comprimento e 32 metros de largura, e a previsão é de que esteja pronta em 2013.

Já os R$ 140 milhões que completam o montante serão destinados à instalação do novo berço de atracação. O equipamento será localizado ao lado dos berços do Terminal de Múltiplo Uso (Tmut), novo píer em fase de conclusão.

O secretário explica que este novo espaço para o recebimento de navios está planejado para realizar a exportação das placas de aço a serem fabricadas na Companhia Siderúrgica de Pecém (CSP).

Entretanto, como a usina está programada para iniciar sua operação em 2014, e o berço deverá estar pronto antes, provavelmente no ano que vem, este irá, inicialmente, servir à movimentação da ferrovia Transnordestina, que espera estar em funcionamento no Ceará entre 2012 e 2013.

As duas obras compõem a segunda fase de expansão do Porto do Pecém. A primeira, já em finalização, é a construção do Tmut. O novo píer, que irá receber a movimentação de carga geral do porto, será entregue em duas etapas. A primeira será já no próximo mês. Até 20 de fevereiro, o primeiro berço, dos dois que formarão o terminal, será inaugurado. O segundo continuará o seu acabamento, para estar pronto até o fim de março. A implantação do Tmut tem custo orçado em R$ 410 milhões, e ele terá a capacidade de ampliar a movimentação de contêineres dos atuais 150 mil TEUs/ano para 750 TEUs/ano.

O Porto do Pecém deverá, até 2014, passar por cinco ampliações, segundo já informou o governador Cid Gomes.

O custo total dessa expansão, conforme o chefe do Executivo estadual, será superior a R$ 1,6 bilhão. Esses investimentos visam garantir a infraestrutura do terminal para receber os grandes projetos estruturantes do Estado, como siderúrgica e Transnordestina.

Para a siderúrgica, ainda devem ser construídos outros dois berços, totalizando três, ao todo, para movimentação de placas de aço. A Transnordestina demandará um novo píer, que só deverá estar pronto, contudo, em 2014. Até lá, será preciso "improvisar" nos berços da siderúrgica. A refinaria, que também exigirá uma nova expansão do porto, ainda não está contemplada nesse pacote de obras. A Petrobras ainda elabora o projeto da infraestrutura que necessitará do porto. Como a usina de refino só estará pronta em 2017, há mais tempo para garantir essa ampliação.



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Construção de infraestrutura da ZPE até junho

Seinfra elabora os projetos executivos das obras para, assim que prontos, seja iniciado o processo de licitação

A instalação das Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) está na pauta do dia de diversos estados brasileiros, que já tiveram o projeto de sua zona aprovados pelo governo federal. No Ceará, as obras de construção da infraestrutura necessária para a instalação da ZPE do Pecém devem começar ainda este semestre, segundo fonte do setor. O Governo do Estado, através da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) está, no momento, elaborando os projetos executivos das obras para, assim que prontos, terem iniciado o processo de licitação.

Os projetos executivos tratam de questões como energia elétrica, acessos viários, estação de tratamento de água, efluentes, telecomunicações, entre outros. Segundo a fonte, o que puder ser aproveitado de licitações já realizadas pela Seinfra para infraestrutura no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) será feito, o que não tiver adiantado, será lançado edital. O Estado já possui recursos reservados no orçamento estadual da ordem de R$ 10 milhões para realizar estas melhorias. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Zona de Processamento de Exportação (Abrazpe), Helson Braga, a construção da infraestrutura das ZPEs precisa, via de regra, ter início no prazo de até um ano após estas terem sua criação sancionada pelo presidente da República. No caso da ZPE do Pecém, essa sanção foi dada em 16 de junho do ano passado. Depois da aprovação federal, Braga explica, os estados ou municípios que solicitaram a zona têm 90 dias para criar a empresa administradora e outros 90 para entregarem o projeto de alfandegamento da área para a Receita Federal. O Ceará já cumpriu essas duas exigências.

Foi criada, aqui, em 22 de setembro passado, a Empresa Administradora da Zona de Processamento de Exportação de Pecém S.A (Emazp), que é uma Pessoa Jurídica de Direito Privado, na forma de Sociedade de Economia Mista, tendo o Governo do Estado como o maior acionista. Segundo o presidente da Abrazpe, o Ceará já encaminhou à Receita a sua proposta de alfandegamento, que está, por enquanto, em análise no órgão. "Como as ZPEs são ambientes alfandegados, onde há incentivos fiscais, com suspensão de alguns tributos, é preciso apresentar esse projeto, onde a empresa administradora informa como irá controlar a ZPE", esclarece Braga.

Autorização para operar

Somente após terminadas as instalações da ZPE e após uma avaliação da Receita, a zona recebe a autorização para começar a operar. De acordo com fonte ligada ao setor, "a Emazp está em fase de estruturação, trabalhando no levantamento necessário para início de obras de infraestrutura e atendimento ao empresários interessados em ZPE".

A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) foi a primeira indústria a sinalizar o interesse em se instalar na ZPE cearense. Mas já existem diversas outras consultas, mas nenhuma formal, segundo a fonte. A zona do Pecém não fará distinção de empresas que se instalarão em seu ambiente, desde que destinem, no mínimo, 80% da sua produção para o mercado externo. "A ZPE foi criada para receber empresas vocacionadas para a exportação", disse a fonte.

A ZPE do Pecém ocupará área de 4.271,41 hectares em São Gonçalo do Amarante, a 60 quilômetros de Fortaleza. As obras da Emazp, todavia, serão feitas em várias etapas. Na primeira fase, serão trabalhados 50 hectares, com acessos rodoviários e utilidades públicas.

A zona cearense também caminha para incorporar o conceito de Eco-Parque, que é uma estrutura de distrito industrial especial em que todas as questões em meio ambiente são tratadas de forma mais completa e integrada. "O Estado do Ceará está se tornando referência na utilização de energias renováveis na sua matriz energética e a EMAZP quer seguir essa mesma tendência", relata a fonte.

Fique por dentro
O que é ZPE?

ZPES são áreas delimitadas, nas quais empresas voltadas às exportações gozam de incentivos tributários e cambiais, além de procedimentos aduaneiros simplificados. Elas devem destinar, pelo menos, 80% de sua produção à exportação.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=923778



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Mais uma térmica


No Complexo do Pecém, onde estão sendo construídas as usinas termelétricas Energia Pecém e MPX Pecém II, mais uma termelétrica está saindo. A licença ambiental já foi concedida pela Semace

O Ceará deve ganhar mais uma usina termelétrica. Está saindo do forno o projeto da Termelétrica José de Alencar, a ser construída no Pecém. A operação deve começar ainda este ano.

A térmica é um projeto da Cauípe Geradora de Energia e será feita em Caucaia. De acordo com informações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a potência da usina será de 308 MW.

O combustível a ser usado na termelétrica é gás natural. O fornecimento de gás vem da Petrobras e da Companhia de Gás do Ceará (Cegás). As obras dos pontos de entrega do gás já foram concluídas.

A previsão é que a obra da termelétrica esteja pronta em julho.

O projeto obteve licença de instalação por meio da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), permitindo assim o início das obras.

O Governo do Estado assegurou ainda, o fornecimento de água para a operação da nova termelétrica. A água, de forma inicial, vem de um açude de Caucaia. Mas, com a conclusão do Eixão das Águas, a usina também pode receber as águas do açude Castanhão.

Investimento deve chegar a R$ 470 milhões

Fornecimento de energia deve começar em setembro. Serão usadas três turbinas de gás e duas já foram adquiridas. Cegás e Petrobras fizeram um investimento total de R$ 5,5 milhões para fornecer o gás natural para a usina. Obras de entrega do gás já estão terminadas.

A usina termelétrica José de Alencar deve ser construída com investimento na ordem de R$ 470 milhões, segundo o diretor de implantação José Faustino Costa Cândido.

De acordo com o projeto inicial, a termelétrica deveria começar a operar este mês, em janeiro, mas houve atraso no cronograma. Segundo o diretor técnico-comercial da Companhia de Gás do Ceará (Cegás), Aloísio Arruda, em 2010 a Cauípe Geradora de Energia sofreu uma mudança de proprietário e houve uma demora no cronograma.

Quem responde hoje pela Cauípe é a Bertin Energia, também detentora de vários outros projetos no setor.

Aloísio explica que o terreno da termelétrica está em terraplanagem. Ele detalha que o cronograma prevê a conclusão das obras na segunda quinzena de julho. Até agosto a usina opera em testes e, em setembro, passa a fornecer energia.

O Pecém tem mais duas termelétricas em construção. A Energia Pecém, da brasileira MPX com a portuguesa EDP, tem uma potência de 720 MW. Já a MPX Pecém II, da MPX, tem 360 MW. A usina José de Alencar deve ter potência de 308 MW.

“Originalmente eles estavam com um projeto de implantação de três grandes blocos, cada um deles com um conjunto de 11 módulos geradores. Agora eles mudaram completamente. Vão trabalhar com três turbinas a gás”, afirma Aloísio.

De acordo ainda com o diretor, duas turbinas já foram adquiridas pela Bertin.

A Cegás investiu R$ 500 mil para fazer pontos de entrega de gás natural para a termelétrica. Outros R$ 5 milhões foram investidos pela Petrobras. Esta fase da obra ficou pronta mês passado.

O sistema estabelece a entrega do combustível à Cegás que, por sua vez, repassa o produto à usina.

De acordo com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Estado (Cogerh), a termelétrica já tem outorga para recebimento de água. A água será procedente do açude Sítios Novos, Caucaia, com capacidade para 126 milhões de metros cúbicos.

O engenheiro Yuri Castro, da Cogerh, explica ainda que a térmica deve receber água do açude Castanhão a partir da conclusão do trecho V do Eixão das Águas. O trecho leva água da Grande Fortaleza até o Pecém.

O trecho está cerca de 35% concluído e deve ficar pronto no próximo ano, segundo o secretário dos Recursos Hídricos, César Pinheiro.

A licença de instalação foi concedida pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) e é válida até 14 de julho. Após o fim das obras, também previstas para julho, a termelétrica deve solicitar à Semace a sua licença de operação.

http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2011/01/29/noticiaeconomiajornal,2095648/mais-uma-termica.shtml
http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2011/01/29/noticiaeconomiajornal,2095634/investimento-deve-chegar-a-r-470-milhoes.shtml




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CIMENTEIRA
Apodi inicia operações visando ao varejo

Situada no Complexo do Pecém, cimenteira custou R$ 70 milhões e deve produzir 1.500 toneladas por dia

65% da produção da Apodi serão destinados ao varejo, que 
receberá atenção especial na estratégia da empresa 

Megaconstruções, obras estruturantes, Copa do Mundo são pontos positivos, mas não são fundamentais para a nova indústria cimenteira em atividade no Ceará, a Apodi, que quer conquistar o mercado varejista, com foco nos depósitos de construção.

O novo empreendimento está localizado no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) e custou R$ 70 milhões, rateados entre recursos próprios dos acionistas (Copercon e empresários Juscelino Sarkis e Ivens Dias Branco), além de financiamento. A fábrica deve produzir 1.500 toneladas de cimento por dia e gerar 100 empregos diretos.

De acordo com o presidente da empresa, Adauto Farias, cerca de 65% da produção serão destinados ao consumo direto, ou seja, ao cidadão comum que faz reformas no lar ou outras construções de menor porte. A esse mercado, conhecido como "consumo formiguinha", a empresa focará com intensidade, apostando na qualidade do produto. A produção deve abastecer todo o Nordeste. "Em regiões como a nossa, as classes C, D e E fazem reformas. A divisão do mercado contempla 35% da produção para obras públicas, construtoras e indústria de pré-moldados", explica.

O presidente não acredita que o setor gire em torno da Copa de 2014, mas não deixa de destacar a importância. "É claro que vai aumentar o número de obras públicas, mas isso não é significante, o que é importante para a indústria de cimento é a massa salarial", pondera.

A nova empresa deve fomentar o fornecimento de cimento, que segundo Farias, terá um mercado muito bem ofertado nos próximos dois anos. "Novas empresas estão entrando no mercado. Ao contrário do que se diz, não existe um oligopólio do cimento no Brasil", diz.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=924916




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FÁBRICA DE PÁS EÓLICAS
Aeris começa a operar em agosto, no Estado

A Semace liberou a licença de implantação em dezembro último. Investimento será de R$ 50 milhões, no Pecém

A fábrica de pás para geradores eólicos Aeris Energy deverá entrar em operação em agosto deste ano. A informação foi confirmada, ontem, pelo diretor técnico da empresa, James Whitehouse. No fim do ano passado, começaram as obras de terraplenagem em uma área de 28 hectares, no km 2 da CE-422, setor III do Complexo Industrial do Pecém (Cipp), no Município de Caucaia.

Segundo o diretor só foi possível fazer a previsão de funcionamento da fábrica para o segundo semestre de 2011 porque a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) liberou, em dezembro, a licença de instalação.

"Agora, estamos dependendo apenas das chuvas, que atrapalharam um pouco o serviço de terraplanagem. Mas a estimativa é de começar a operar já em agosto", reforçou James.

R$ 50 milhões

Segundo ele, o investimento de implantação da empresa é de aproximadamente R$ 50 milhões, parte desses recursos serão financiados pelo Banco do Nordeste (R$ 15 milhões próprios e 35 milhões do BNB). A projeção do diretor é que a produção de pás chegue a quantidade de 760 ainda neste ano. "Claro que no início a produção não será tão grande. Aos poucos, vamos implantar todas as três linhas de produção, de forma programada, para chegar a esse número", contou.

A área construída será de cerca de 20 mil metros quadrados. Conforme James, no primeiro momento, as pás serão voltadas para o consumo no mercado interno. O Ceará tem um dos maiores potenciais do setor eólico brasileiro.

"Foi oferecido um protocolo de intenções bastante interessante. Várias condições foram alinhadas. É bem verdade que ainda faltam algumas coisas a serem cumpridas, mas o governo estadual mostrou boa vontade", comentou o representante da Aeris, ressaltando que a cadeia eólica já é beneficiada com uma baixa incidência de tributos em relação a outros setores.

Sobre o número de empregos, a priori, serão oferecidas 350 vagas. "No 1º momento, vamos ofertar isso. Mas com o passar do tempo e o crescimento da empresa a tendência é aumentar esse número", comentou o diretor, ressaltando que desde as primeiras negociações com o governo do Estado, ficou acertado que o objetivo é que a maior parte dessas oportunidades seja ocupada por pessoas da localidade.

"A intenção é utilizar o mínimo de mão-de-obra importada e o máximo de profissionais daqui. Contamos com a ajuda do governo para treinar as pessoas da comunidade e transformar o meio delas", disse James, lembrando que a capacitação é a chave para qualquer processo de industrialização. "As empresas sempre querem ir para onde existem pessoas qualificadas", afirmou.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=926914



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SEGMENTO DE COBERTURA
Eternit vai instalar fábrica no Pecém

Aquisição de terreno foi anunciada, ontem, sem revelar, contudo, mais detalhes do empreendimento

A Eternit anunciou a aquisição de um terreno que abrigará sua nova fábrica multiprodutos, localizada no Complexo Industrial do Porto de Pecém (Cipp), no Município de Caucaia. Líder de mercado nos segmentos de cobertura, painéis e placas cimentícias, a empresa vai instalar sua segunda fábrica na região Nordeste. A outra já fica em Simões Filho, na Bahia, e, inclusive, passou por uma ampliação na linha de produção, no ano passado.

Não foram divulgados mais detalhes sobre o empreendimento, como o cronograma da obra e valor do investimento, porém, a construção desta nova unidade está em linha com o programa estruturado de expansão e diversificação das atividades da companhia, que vem expandindo o seu portfólio desde 2007 e se posicionando como importante fornecedora de produtos e soluções para a construção civil.

Atualmente, o Grupo Eternit oferece ao mercado linhas de telhas de fibrocimento, placas cimentícias para sistemas construtivos, telhas de concreto, telhas metálicas, louças sanitárias e sistemas de aquecimento solar, dentre outros produtos.

"A Eternit iniciou prospecção e estudos para instalação da nova fábrica em 2010, e concluiu que a região Nordeste seria ideal para abrigar a nova unidade que atenderá também às demandas de outras regiões do país", afirma Élio Martins, presidente do Grupo Eternit.

Sobre a empresa

A empresa tem 71 anos de atividade. Sua sede fica em São Paulo. Suas cinco fábricas estão localizadas em pontos estratégicos nas cidades de Colombo (PR), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), Simões Filho (BA) e Anápolis (GO), onde está a controlada Precon Goiás.

Também detém a Tégula, controlada, que produz telhas de concreto, com cinco fábricas localizadas em Atibaia (SP), Içara (SC), Anápolis (GO), Frederico Westphalen (RS) e Camaçari (BA). Seus produtos são oferecidos em mais de 12 mil pontos de venda em todo o Brasil.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=931363



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Primeiro berço de atracação do TMUT será concluído em março 

As obras de construção do Terminal de Múltiplo Uso (TMUT) do Porto do Pecém prosseguem em ritmo acelerado, obedecendo rigorosamente o cronograma traçado pela Seinfra/Cearáportos. De acordo com informações do diretor de Implantação e Expansão da empresa, Luiz Hernani de Carvalho Júnior, a previsão de conclusão do primeiro berço de atracação está mantida para o fim do mês de março, aumentando a capacidade de movimentação de navios naquele porto. O quebra-mar, com extensão de mil metros está com a sua construção concluída e todo o projeto tem um total de 77,61% executado. A ponte de acesso está com sua construção bem próxima do final, com 97% das obras já executadas, restando apenas o vão de transição entre a ponte e o cais de atracação.

Luiz Hernani informa ainda que na execução do cais de atracação, foram concretadas até o momento, 205 estacas-tubo, posicionadas 179 pranchas do cais do TMUT e fixados 107 inserts (peças que promovem a fixação dos tirantes na cortina metálica de contenção do aterro) e 94 conjuntos de tirantes e blocos de ancoragem no primeiro nível. No segundo nível já foram posicionados 29 inserts e 15 conjuntos de tirantes e blocos de ancoragem. A execução do aterro hidráulico já atingiu 50% do total, com 850 mil metros cúbicos.

Bloco de Utilidades

As obras de construção do Bloco de Utilidades e Serviços (BUS) também registram ritmo acelerado e de acordo com o cronograma da construção. Já foram executados 47% dos serviços, estando atualmente em andamento as frentes de serviço de estrutura, alvenaria, revestimento, impermeabilização e instalações prediais. A montagem da cobertura metálica da edificação será iniciada na primeira quinzena de fevereiro e a conclusão de toda a obra está com a previsão mantida para o próximo mês de maio.

O Bloco de Utilidades vai reunir no mesmo espaço os serviços bancários, de restaurante, correios e cartório, facilitando consideravelmente, as atividades dos servidores da Cearáportos e também das empresas que atuam no Porto do Pecém.

http://www.ceara.gov.br/index.php/component/content/article/2681/2681




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Porto do Pecém lidera importação de algodão 

Com a liderança na exportação de frutas e calçados desde meados de 2010, o Porto do Pecém passa a liderar também o ranking de importação de algodão entre todos os portos brasileiros. Os dados são da Secex - Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

No mês de janeiro deste ano foram importadas através do porto cearense, 3.771 toneladas de algodão, o que representa um crescimento de 94% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram importadas 1.939 toneladas. Esses números dão ao Pecém uma participação de 35% entre os portos do País, seguido pelos terminais de Itajaí, em Santa Catarina, (19%); Santos (18%); Vitória (8%) e Suape, em Pernambuco (5%).

Na importação de produtos siderúrgicos o Pecém manteve a terceira colocação, com a participação de 10% do total importado pelos portos brasileiros. O primeiro colocado foi o de Santos, com 26%, seguindo-se o de São Francisco com 22, o Pecém (10%), Rio de Janeiro (8%) e Paranaguá, com 7%.

A estatística da Secex no que diz respeito às exportações confirmam, mais uma vez, a liderança do Pecém nos quesitos frutas e calçados. No ranking de exportação de frutas a participação do Pecém é de 57%, com 24 mil toneladas movimentadas, seguindo-se os portos do Mucuripe (17%), Santos (11), Natal (8) e Salvador (7%).

No quesito exportação de calçados o Pecém também permanece na liderança com participação de 46% e 2.151 toneladas movimentadas, seguindo-se os portos de Rio Grande com 28%, Santos (12%), Mucuripe (6%) e Suape (3%).

A movimentação de mercadorias através de contêineres registrou um acréscimo de 40% em relação ao mesmo período do ano passado, com o transporte de 132 mil toneladas, sendo 57 mil na exportação e 73 mil em importação.

O total geral de movimentação de mercadorias sofreu variação negativa de 29%, considerando que não foi registrada nenhuma operação no item granel líquido, em virtude de manutenção que está sendo realizada nos equipamentos da Petrobras.

http://www.ceara.gov.br/index.php/sala-de-imprensa/noticias/2757-porto-do-pecem-lidera-importacao-de-algodao



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NOVOS INVESTIMENTOS
Porto e metrô expandidos

Área do Tmut no Porto do Pecém: outras obras tornarão o
equipamento mais estruturado para atender à refinaria e CSP 

Enquanto cobrava dos secretários estaduais maior celeridade na conclusão e um calendário de inauguração das obras no Ceará, o governador Cid Gomes anunciou ontem, durante reunião de avaliação do Monitoramento de Ações e Projetos prioritários (Mapp), que irá investir R$ 420 milhões, em novas obras de ampliações do Porto do Pecém. Em paralelo, disse que negocia com o governo Federal, a inclusão no PAC 2, de R$ 1,3 bilhão para o Cinturão das Águas, e no PAC da Mobilidade Urbana, outros R$ 3 bilhões, para instalação da linha leste do Metrô de Fortaleza.

Conforme detalhou o secretário estadual de Infraestrutura, Adail Fontenele, R$ 200 milhões estão previstos para serem aplicados na construção de uma segunda ponte, de 1.600 metros no Porto, enquanto outros R$ 140 milhões serão destinados à ampliação em 250 metros do paredão, o que irá permitir a instalação de um novo pier para atracação de mais um navio. Outros R$ 80 milhões serão aplicados na pavimentação da ponte já existente, no Complexo Portuário do Pecém.

Com o alargamento do quebra mar, explicou o secretário, a nova área será destinada ao fluxo de placas de aço. "O governador autorizou fazer a licitação", anunciou Fontenele, cuja pasta ocupou a manhã inteira de exposições de projetos e obras na reunião do Mapp, ontem. Segundo ele, o projeto é do consórcio RAM-Planave, o mesmo que fez o do Terminal de Múltiplo uso (Tmut). "Esperamos gastar este ano, com os processos de licitação e com o EIA-Rima (estudos e relatórios de impactos ambientais), porque precisamos está com isso pronto em 2013", sinalizou o secretário.

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Matéria completa: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=939595



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VISÃO DE FUTURO
Sócios discutem segunda fase da siderúrgica


Terreno, onde será encravada a Companhia Siderúrgica 

de Pecém (CSP), recebe obra de macrodrenagem 

Ainda antes de iniciar as obras propriamente ditas da Companhia Siderúrgica de Pecém (CSP), a pauta na mesa dos investidores do empreendimento, no momento, é como será desenhada a segunda etapa da usina, na qual ela dobrará a sua capacidade de produção.

Apesar de o projeto da siderúrgica já prever, desde o início, a sua instalação em duas fases, a segunda ainda não teve confirmada oficialmente sua concretização. Mas reuniões entre os investidores dão a entender que ela será levada a frente.

Encontro com o governador

Ontem, antes de iniciar a reunião de acompanhamento com os secretários estaduais, o governador Cid Gomes se encontrou com o braço executivo para as Américas da sul-coreana Dongkuk - uma das sócias da CSP -, Mr. Yung Moon, que o informou sobre o andamento do projeto da siderúrgica cearense. De acordo com Cid, o executivo vinha de um encontro, no Rio de Janeiro, com a diretoria da Vale, a sócia brasileira do empreendimento, e que detém 50% de participação acionária na usina.

Tratativas com a Vale

"Ele já estava tratando com a Vale já a segunda etapa. Eles estão discutindo detalhes disso, acertando se a composição permanece a mesma, entre outras coisas", informou o governador. A informação é importante, uma vez que, ainda no ano passado, o presidente da Vale, Roger Agnelli, ainda não dava como certa a realização da segunda etapa da usina, afirmando que esta dependeria de um novo investidor.

"A ideia é que a gente inicie com três milhões (de toneladas de placas de aço) e, com o tempo, e se porventura vier um outro parceiro com interesse em mais produção, a gente pode crescer", afirmara o presidente da Vale, Roger Agnelli, em junho do ano passado, quando inaugurara a ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), no Rio de Janeiro, espécie de espelho da unidade cearense. Na época, entretanto, a CSP ainda era constituída somente pela Vale e pela Dongkuk.

Um mês depois, a Posco, líder do mercado coreano e uma das maiores siderúrgicas do mundo, confirmou sua integração ao projeto. É possível que a nova sócia tenha viabilizado os planos da usina cearense. Caso a composição acionária continue a mesma para a segunda etapa, a Vale terá 50%, a Posco, 20%, e a Dongkuk ficará com 30% na joint-venture.

De acordo com Cid, o layout (desenho) da nova fase da siderúrgica já está pronto, e foi apresentado pelo executivo da Dongkuk. "Isso adianta e vai avançando o serviço. E nós estamos avançando na questão dos investimentos do porto, que serão fundamentais quando ela tiver funcionado nos modos totais. Serão necessários dois berços exclusivos para CSP, para exportar as placas de aço", acrescentou o governador.

Moradia no Ceará

Cid ainda adiantou que Mr. Moon, que mora atualmente na Califórnia, nos Estados Unidos, onde fica um dos escritórios da empresa, passará a morar no Ceará a partir do próximo semestre, acompanhando mais de perto o andamento das obras da usina cearense.

A CSP está, hoje, em fase de supressão vegetal. Cid disse que as obras de terraplenagem do terreno que receberá o empreendimento terá início tão logo o período de chuvas cesse. "O que nos leva a crer que em maio, no mais tardar junho, já serão iniciados os trabalhos da siderúrgica", afirmou.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=939604



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EXPANSÃO DO PORTO
Mais R$ 420 mi para o Pecém

Novos projetos para o Porto do Pecém serão expostos pelo governador Cid Gomes, na próxima terça-feira, 15

Em mais uma fase de expansão, o Porto do Pecém deverá ter o
quebra-mar alargado para 32 metros, ganhar nova ponte de
1.600 metros pavimentada e mais dois berços no Tmut 

As obras de ampliação do Porto do Pecém ainda nem terminaram e o governo do Estado já inicia as ações preparatórias à nova etapa de expansão do terminal portuário, atendendo a exigências e a necessidades operacionais da Petrobras e da Companhia Siderúrgica de Pecém. Na próxima terça-feira, 15, o governador Cid Gomes apresenta às 9 horas, em audiência pública, na Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), um novo pacote de obras, de mais R$ 420 milhões, com o que projeta duplicar a capacidade de movimentação de cargas.

Na oportunidade, Cid Gomes irá apresentar à população e autoridades públicas três projetos. O primeiro, orçado em R$ 200 milhões, consta do alargamento do atual quebra-mar, que será mais do que duplicado, passando de 12 para 32 metros.

A obra, explica o diretor de Implantação e Expansão da Ceará Portos - empresa que administra o terminal do Pecém -, Luiz Hernani de Carvalho Júnior, prevê ainda a construção de uma ponte de 1.600 metros de extensão, sobre o atual quebra-mar. Devidamente pavimentada e asfaltada, o espigão de pedras será transformado em uma verdadeira "avenida".

Conforme justificou, a pista terá de ter estrutura para suportar trânsito contínuo e pesado de grandes caminhões, para o transporte de placas de aço, de minério de ferro e carvão, de contêineres de cargas em geral. Na pavimentação da pista serão aplicados R$ 80 milhões, segundo antecipou com exclusividade, o Diário do Nordeste, na edição do último dia 26.

Uma das faixas da ponte, acrescenta Carvalho Júnior, será destinada à construção de tubovias para atender a refinaria de petróleo Premium II. Segundo o titular da Seinfra, Adail Fontenele, o projeto é do consórcio RAM-Planave, o mesmo que fez o do terminal de múltiplo uso (Tmut), cuja conclusão das obras, orçadas em R$ 450 milhões, está sendo aguardada para julho próximo.

Berços

Concluído o Tmut, com 700 metros de comprimento, o novo terminal já deverá ser ampliado em mais 600 metros, para instalação de mais dois berços, para atracação de mais dois navios. Com a ampliação, o Tmut passará a ter 1.300 metros lineares e capacidade para receber até quatro embarcações de grande porte, ao mesmo tempo, em um só lado. O outro lado será ativado posteriormente, de acordo com a demanda de fluxo de carga do terminal.

"Esses dois novos berços serão para atender as cargas da Siderúrgica", justifica Carvalho Júnior. Nessa obra está prevista a aplicação de mais R$ 140 milhões, totalizando R$ 420 milhões, em novos investimentos a serem aplicados na segunda fase de expansão do terminal portuário.

"Esse é o preço de custo", ressalta o diretor da Ceará Portos, acrescentando que os investimentos podem chegar a R$ 500 milhões. Em três anos, o volume de recursos aplicados no porto somará mais de um bilhão de reais, quase um terço dos investimentos feitos pelo governo do Estado, em 2010.

De acordo ainda com Carvalho Júnior, na próxima semana, a Seinfra "estará iniciando as tratativas para requerimento do Eia-Rima" (Estudos e Relatório de Impactos Ambientais) às obras dessa segunda fase de expansão. Para ele, esse processo deverá ser rápido, tendo em vista que o Porto do Pecém já tem Eia-Rima aprovado.

"O que vamos requerer é a ampliação da área de abrangência da (atual) licença ambiental", simplifica Carvalho Júnior. Ele informou que o edital para licitação das obras já está sendo elaborado e deverá ser lançado o quanto antes. "Esperamos gastar este ano, com os processos de licitação e com o EIA-Rima, porque precisamos estar com isso pronto em 2013", sinalizou Fontenele. Ele avalia que as obras começam este ano.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=946052



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INFRAESTRUTURA
Ampliação do Pecém é orçada em R$ 588,4 mi

Obra prevê construção de uma nova ponte de acesso para permitir o trânsito aos novos berços construídos

Porto do Pecém terá ponte de acesso aos novos berços de atracação de navios. Sua extensão será de 1.520 metros e a largura de 32,1 metros. O investimento é de R$ 197 milhões

O Governo do Estado deverá desembolsar um valor de até R$ 588,4 milhões com as obras da segunda ampliação do Porto do Pecém, que deverá dotar o equipamento da infraestrutura necessária para receber a movimentação de parte dos novos empreendimentos em instalação no Ceará.

O valor orçado, o qual se espera reduzir com a realização da licitação pública, foi apresentado ontem na audiência pública de apresentação do projeto, realizada na Secretaria de Infraestrutura (Seinfra). O montante deverá ser pago com recursos próprios do Tesouro estadual.

Como o terminal portuário é off-shore (fora da costa), será construída uma nova ponte de acesso para permitir o trânsito aos novos berços a serem construídos, que também receberá uma tubovia, onde estarão as correias transportadoras de grãos e minérios.

Esta ponte, que terá extensão de 1.520 metros e 32,1 metros de largura, está orçada em R$ 197,2 milhões. Ela fará encontro com o atual quebra-mar do porto, que passará por uma engorda e pavimentação, no valor de R$ 85,8 milhões. Quando pronta esta obra, os veículos transitarão, saindo da ponte, também pelo quebra-mar, que fará o acesso aos novos píeres.

Berços de atracação

Esta estrutura dará apoio aos dois novos berços de atracação incluídos no edital. Estimados em R$ 289,2 milhões, os berços serão destinados à siderúrgica. Contudo, segundo explica o titular da Seinfra, Adail Fontenele, eles serão também utilizados, provisoriamente, para escoar os grãos que chegarão através da ferrovia Transnordestina, que está prevista para começar sua operação em 2013, antes, portanto, de estarem concluídos os berços específicos para este empreendimento, que serão objeto de uma licitação posterior. O valor restante, que completa os R$ 588,4 milhões, está previsto para ser utilizado em serviços e obras preliminares.

A audiência pública realizada é um trâmite obrigatório no caso de obras públicas no valor acima de R$ 150 milhões. Contando desde ontem, está iniciado um período de 15 dias úteis para que a sociedade possa enviar sugestões de modificação no edital, que está disponível endereço eletrônico da Seinfra (www.seinfra.ce.gov.br). Após este período, o edital deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado.

Início no próximo semestre

O secretário Adail Fontenele diz esperar que as obras tenham início em meados do próximo semestre, entre setembro e outubro. Após recebida a ordem de serviço, a empresa ou consórcio vencedor da licitação tem um prazo de 30 meses para concluir o trabalho - período, contudo, que poderá também ser prorrogado, a exemplo do que ocorreu com o Terminal de Múltiplo Uso (Tmut), cujas obras deveriam estar prontas em dezembro último e só serão entregues em julho próximo. Atualmente, 80% delas estão finalizadas.

Licenciamento

Como a obra se estende pelo mar, o licenciamento ambiental da nova ampliação do porto deverá ser feito pelo Ibama. De acordo com Fontenele, esta licença ainda está sendo buscada. "Para eu providenciar, preciso ter o projeto (da ampliação), que estou recebendo esta semana. Mas o Ibama já está conhecendo hoje, ele está sendo visitado pela diretoria da Cearáportos (empresa administradora do terminal portuário)", explica Adail Fontenele.

Terceira ampliação

"Nós temos em principio uma tranquilidade muito grande da conformidade desse projeto que está sendo discutido, já que ele foi feito pela mesma empresa que fez o projeto do porto. Eles conhecem profundamente a situação de engenharia e de marinha portuária, tanto que você não tem noticia de nenhum efeito negativo do porto ao longo da sua jusante, o que é um sinal de um projeto que foi feito com propriedade", completa o secretário.

O Terminal Portuário do Pecém ainda possui uma terceira ampliação planejada. Ela deverá garantir a infraestrutura para a refinaria da Petrobras e a ferrovia Transnordestina, mas só deverá ser iniciada entre 2013 e 2014, explica o secretário.

"A refinaria deve estar pronta em 2017, mas em 2016 ela precisa testar. Então, eu tenho que estar pronto em 2016. Mas, os píeres da Petrobras não são longos, são mais viáveis de construir em um tempo menor", justifica Adail Fontenele .

Expectativa

"Espero que as obras tenham início no próximo semestre, entre setembro e outubro"

Adail Fontenele
Secretário de Infraestrutura do Ceará

PARA ATENDER À REFINARIA

Edital para obra de desvio da CE-085 lançado em maio

Governo também estuda possibilidades financeiras para a execução do chamado Intermodal, no Pecém

À medida que os chamados empreendimentos estruturantes vão se confirmando, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) vai precisando se adequar também com outras obras de infraestrutura fora do terminal portuário.

Uma delas é o desvio da CE-085, que hoje passa por entre o terreno que futuramente abrigará a refinaria Premium II. De acordo com o secretário de Infraestrutura, Adail Fontenele, o edital para esta intervenção deverá ser lançado em maio próximo.

"Eu vou receber no fim de abril os projetos da obra, que deve custar em torno de R$ 30 milhões, porque ela vai ser feita já duplicada, porque duplicada vai ser toda a CE-085, da Caucaia ao Paracuru. Eu quero lançar o edital em maio", informa.

Segundo ele, as obras de estrada não têm encontrado muitos problemas no processo licitatório, não havendo atrasos. "É obra demais e empresa de menos", explica.

Também como medida governamental relacionada à refinaria, ele lembra que, no fim de abril, o governador deverá enviar à Assembleia Legislativa o documento que pede a transferência da posse dos 1.954 hectares que receberão a usina para a Petrobras. De acordo com o cronograma já divulgado pelo governo, no dia 30 de abril, o Estado fará a entrega o terreno e assinará o Termo de Compromisso da refinaria com a estatal.

Intermodal

O governo também estuda as possibilidades financeiras para a execução do chamado Intermodal, a ser construído no Pecém. Orçado em cerca de R$ 150 milhões, o equipamento ainda não possui recursos garantidos.

"Ele é uma cidade no meio do Complexo Industrial, que vai permitir que você tenha hotéis, oficinas, restaurantes, todo tipo de equipamento necessário para uma operação gigantesca que é a de um porto", explica Fontenele, que aponta a possibilidade de realização de uma Parceria Público-Privada (PPP) para a concretização do projeto.

"Esta é uma obra fundamental para o porto, e precisa ser construída logo, porque dá muito apoio a todos os operadores do porto. Estudamos uma PPP, e estamos com duas entidades, uma portuguesa, e uma brasileira, esta chamada Estruturadora Brasileira de Projetos, que é uma empresa privada, mas bancada por uma cadeia enorme de bancos", adianta o secretário.

De acordo com Adail, a empresa brasileira já afirmou a viabilidade de sua participação na possível PPP. "Espero até o meio do ano definir, se será PPP. Foi comunicado sexta-fera que é viável. Agora vamos abrir os procedimentos" (SS).

Terreno

1.954 hectares do terreno destinado à refinaria Premium II da Petrobras devem ser transferidos para a estatal. O pedido de liberação ocorrerá em abril.

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=948253



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Aumento
Movimentação no Porto Pecém cresceu 17% no semestre

Destaques das movimentações de Cargas Gerais foram produtos siderúrgicos, que contribuíram com 240 mil toneladas
07 de julho de 2011 - 15:21 | 0 comentário(s) fonte: diminuir fonte aumentar fonte Corrigir | Imprimir |
Com uma movimentação de 1,3 milhão de toneladas de janeiro a junho de 2011, o Porto do Pecém registrou aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram movimentadas 1,1 milhão de toneladas. Desse total, 379 mil foram registradas nas exportações, enquanto as importações contribuíram com 998 mil toneladas transportadas por 271 navios que operaram no porto cearense, registrando a movimentação de 40 embarcações somente no mês de junho.

Os destaques das movimentações de Cargas Gerais foram os produtos siderúrgicos, que contribuíram com 240 mil toneladas, seguido as frutas com 77 mil, cereais com 70 mil, algodão (58 mil), Plásticos (50 mil) e sal, com 25 mil toneladas. A movimentação de contêineres, em toneladas, registrou no período uma variação positiva de 39%. De janeiro a junho do corrente ano foram transportadas em contêineres, 811 mil ton, contra 584 movimentadas no ano passado. As exportações contribuíram com 327 mil, enquanto as importações registraram a movimentação de 484 mil ton.

No primeiro semestre de 2011 o porto do Pecém movimentou 90 mil TEUs unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), com aumento de 28% nas exportações e de 40% nas importações. Nas exportações foram movimentados 29 mil TEUs no longo curso e 17 mil na cabotagem, enquanto nas importações o longo curso contribuiu com 20 mil e a cabotagem com 23 mil.

Os produtos que registraram maior volume nas exportações de longo curso foram as frutas (76 mil ton), minérios (56 mil), carne (12 mil) e calçados, com oito mil. Nas importações de longo curso a maior movimentação foi dos produtos siderúrgicos, com 184 mil ton transportadas, seguindo-se os combustíveis minerais (141 mil), clínquer (100 mil) e escória, com 85 mil ton.

Segundo os dados da Secex – Secretaria do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Porto do Pecém mantém a liderança no ranking das exportações de frutas e calçados, sendo o segundo colocado na importação de algodão e terceiro na de produtos siderúrgicos.

A classificação na exportação de frutas manteve o Pecém na primeira colocação, com participação de 33% entre todos os portos nacionais, seguido pelos portos de Santos (16%), Rio Grande (14), Mucuripe (11) e Itajaí (9%).

Liderando a exportação de calçados com participação de 33% o Pecém é secundado pelos portos do Rio Grande, com 30%, Santos (21), Mucuripe (6) e Salvador (4%).

Nas importações de produtos siderúrgicos o Pecém participou com 12%, ficando o porto de São Francisco com 24% e o de Santos com 21%. Nas exportações de algodão a liderança ficou com Suape (PE) que registrou participação de 38%, seguido do Pecém, com 27 e Itajaí com 14%.

Fonte: Governo do Estado do Ceará

http://www.economianordeste.com.br/app/estados/ceara/setores/transportes/2011/07/07/ce_interna,2570/movimentacao-no-porto-pecem-cresceu-17-no-semestre.shtml



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RECURSOS DA UNIÃO
Estado garante R$ 30 mi para ampliação do Porto

A licitação ainda nem foi finalizada, mas o Governo do Estado já conta com R$ 30 milhões da Secretaria Especial dos Portos (SEP) para os trabalhos da segunda ampliação do Terminal Portuário do Pecém, a qual visa atender aos empreendimentos estruturantes a serem instalados no Estado, especialmente a refinaria Premium II, da Petrobras, e a Companha Siderúrgica de Pecém (CSP). A informação é do ministro dos Portos, Leônidas Cristino, que visitou, na tarde de ontem, o Porto para inspecionar os últimos ajustes no Terminal de Múltiplo Uso (Tmut), que será inaugurado no próximo dia 11, e deverá contar com a presença da presidente Dilma Rousseff. O Governo já havia solicitado da União um aporte de R$ 230 milhões para a nova fase de obras, conforme informou o Diário do Nordeste, com exclusividade, na edição de 18 de junho. De acordo com o ministro, o montante, que corresponde a cerca de 38% do custo do projeto, estimado em R$ 600 milhões, ainda segue em análise em Brasília para uma possível inclusão no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) a partir de 2012. A ampliação do porto prevê, em sua primeira fase, uma nova ponte de acesso para o terminal e cinco novos berços de atracação. "Estamos analisando a proposta, e as conversas do governador Cid Gomes com a presidente devem ser favoráveis", afirmou Leônidas Cristino.

Quase pronto

Após vistoriar as obras do Tmut a poucos dias da inauguração, o ministro confirmou que o empreendimento está praticamente pronto, com o cais finalizado e a via recapeada, faltando apenas os trabalhos de limpeza. "Está quase tudo finalizado, para que possamos inaugurar a ampliação, colocando o Pecém entre os melhores portos do Brasil", disse.

Testes

Ainda em julho, foram iniciados testes de atracação, e operações de carga e descarga já eram realizadas normalmente no Terminal de Múltiplo Uso. No dia 13 daquele mês, o navio Cenco Cavalier, das Ilhas Marshall, atracou e deu início ao descarregamento de bobinas de aço. O Tmut permitirá quintuplicar a capacidade de movimentação de contêineres no Porto do Pecém, ampliando em cerca de 30% o faturamento do terminal portuário.

DIEGO BORGES
REPÓRTER

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1022143



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Tmut espera licença de operação comercial


Obras do píer estão concluídas, mas ainda faltam 
iluminação e tomadas para refrigeração dos 
contêineres FOTO: DIVULGAÇÃO


Novo terminal já está operando, desde meados de julho, em fase de testes, para verificação dos equipamentos

A ser inaugurado na próxima quinta-feira, com a presença confirmada da presidente Dilma Rousseff, o novo píer de atracação de navios do Porto do Pecém já está com as obras físicas concluídas, mas depende ainda da liberação da Licença de Operação para começar a operar comercialmente. O chamado Terminal de Múltiplos Usos (Tmut) já está operando, desde meados de julho, em fase de testes, para verificação dos equipamentos.

De acordo com o presidente da Cearáportos, Erasmo Pitombeira, a fase de testes observa se todos os processos de operação estão dentro das classificações exigidas. Esta etapa, aponta, deverá durar ainda cerca de 30 dias. Para entrar comercialmente no mercado, o Tmut ainda deverá receber uma visita de técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que farão uma vistoria do equipamento para liberar o licenciamento.

Há duas semanas, a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) solicitou ao órgão a licença de operação. Pitombeira afirma que todas as exigências feitas pelo Ibama foram cumpridas. Contudo, ele informa que ainda não existe uma data agendada para a chegada dos técnicos, ficando o Tmut "na fila de espera" para a vistoria.

Apesar de as obras do píer estarem concluídas, ainda está sendo terminada a parte de iluminação do píer. Também ainda estão para serem colocadas as tomadas do novo terminal, para refrigeração dos contêineres no pátio de estocagem. São 420 tomadas, que serão destinados à movimentação de frutas e alimentos perecíveis, e todas elas já foram adquiridas. Com estas, o porto passa a contar com 1.300 tomadas, contando com as já existentes.

Como o Tmut vai garantir a possibilidade de atracação de navios de maior porte no porto, o presidente da Cearáportos aponta que já existe uma pressão dos operadores para que se iniciem logo as operações do terminal. "Mas isso só começará quando todo o corpo de equipamentos estiver completo", reforça. O Tmut é a primeira grande obra de infraestrutura do governo Cid Gomes.

Orçado em R$ 420 milhões, o empreendimento possui dois berços de atracação e uma retroárea de quase nove hectares, que serão utilizados para recepção e transbordo de contêineres e cargas em geral. Com o terminal, o Porto do Pecém terá capacidade para expandir em até cinco vezes sua atual capacidade de movimentação de cargas, elevando dos atuais 250.000 TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit, em inglês, unidade equivalente de 20 pés) anuais para 760.000 TEUS/ano.

Visita da presidente

Mesmo com o pânico nos mercados preocupando as lideranças mundo afora, a visita da presidente Dilma Rousseff ao Ceará está confirmada.

A inauguração do Tmut marcará sua primeira vinda ao Estado, desde que foi eleita presidente da República. Além do Tmut, a cerimônia também inaugurará a Correia Transportadora de carvão do Pecém e lançará oficialmente as obras de terraplanagem da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), que já iniciaram desde junho passado.

SÉRGIO DE SOUSA
REPÓRTER

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1023690



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TMUT: Porto do Pecém quintuplica capacidade


Esta quinta-feira (11) é um dia histórico para o desenvolvimento do Ceará. A presidenta Dilma Rousseff e o governador Cid Gomes inauguram, às 9h30min, o Terminal de Múltiplas Utilidades do Porto do Pecém (TMUT)que vai quintuplicar sua capacidade na movimentação de contêineres passando das atuais 150 mil contêineres/ano para uma projeção de movimentação estimada em 750 mil unidades por ano. Na prática, o TMUT consolidará ainda mais a posição do Porto do Pecém que já é o primeiro em exportação de frutas frescas, calçados e o terceiro em minérios. Ao todo, foram investidos R$ 414 milhões, sendo gerados 800 empregos diretos.

As obras do Terminal incluíram serviços de ampliação da ponte em 348 metros e do quebra-mar em mais mil metros. Dentro da obra, ainda entrarão em operação dois berços de 350 metros cada, que fazem parte do cais do TMUT. Esses dois berços contarão com 87 mil metros quadrados de retro área para estoque de contêineres e plugagem de contêineres refrigerados. Nessa ampliação, o porto, localizado em São Gonçalo do Amarante, disponibilizará mais 420 tomadas para os contêineres, destinados à movimentação de frutas e alimentos perecíveis, totalizando 1.300 tomadas no somatório com as atuais 888.

http://www.ceara.gov.br/component/content/article/3980/3980



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Terraplenagem da Siderúrgica do Pecém começa nesta quinta-feira (11)


A presidenta Dilma Rousseff, o governador Cid Gomes e os representantes das empresas acionistas Vale, Dongkuk e Posco iniciam nesta quinta-feira (11), a partir das 9 horas, os trabalhos de terraplenagem da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Esse momento é definido como histórico por concretizar uma obra estruturante considerada fundamental para o desenvolvimento econômico do Estado e que é esperado há vários anos. O abastecimento de água para o empreendimento será garantido com a conclusão do trecho V do Eixão das Águas, que está em ritmo final.

A partir da CSP, que tem investimento de US$ 4,2 bilhões, será possível impulsionar o Estado para um novo patamar de desenvolvimento, permitindo maior competitividade. Além disso, a Siderúrgica também irá promover aumento da arrecadação de impostos e tributos que geram ampliação e melhoria nas ofertas de serviço público.

A geração de emprego e renda é um dos pontos fortes da empresa. Serão gerados 23 mil empregos diretos e indiretos durante a fase de construção da usina e 14 mil durante sua operação. Sua prioridade é utilizar o máximo de mão-de-obra local, de forma a contribuir para o crescimento e desenvolvimento da região. As questões ambientais são uma prioridade. Cerca de 25% dos investimentos, aproximadamente R$ 2 bilhões, serão aplicados em equipamentos modernos e de alta eficiência para controle e monitoramento das emissões atmosféricas, descarte de efluentes e gerenciamento de resíduos.

Resultado da parceria entre a brasileira Vale e as coreanas Dongkuk e Posco, a CSP – Companhia Siderúrgica do Pecém é a primeira usina siderúrgica integrada do Nordeste do Brasil. A CSP vai impulsionar o crescimento econômico do Ceará e em sua primeira fase de operação, irá produzir 3 milhões de toneladas de placas de aço por ano. As placas de aço que serão produzidas pela CSP terão alta qualidade metalúrgica, pois serão feitas com tecnologia e padrão de excelência mundial. Vendidas no mercado internacional, vão contribuir para o aumento e reposicionamento das exportações do Brasil.

Sobre as empresas

Com sede no Brasil e presente nos cinco continentes, a Vale é líder mundial na produção de minério de ferro e pelotas, e segunda maior produtora de níquel. Seus negócios se expandem pelos segmentos de logística, energia e siderurgia, considerados estratégicos e integrados à mineração. De acordo com a sua diretriz de sustentabilidade, a Vale procura atuar com responsabilidade socioeconômica e ambiental nos territórios onde está presente, objetivando construir um legado positivo nas regiões onde atua.

A Dongkuk Steel atua no setor da siderurgia há 57anos, produzindo cerca de 6.4 milhões de toneladas de aço por ano em produtos como chapas grossas, vergalhões e perfil estrutural para a indústria naval, construção civil, máquinas e equipamentos. A Dongkuk prima pela inovação tecnológica, pela melhoria da qualidade de vida e pela excelência de seus produtos e serviços.

A Posco, que em 2010 produziu quase 35,4 milhões de toneladas de aço, tem por pilares uma gestão ambientalmente correta, a administração aberta e uma gestão criativa focada sempre em gerar mais valor para seus clientes. Esse empreendimento é a união de forças entre o minério de ferro de altíssima qualidade da Vale, a tradição e o conhecimento do mercado de placas pela Dongkuk e a
expertise e tecnologia de produção de aço da Posco.

A importância do aço

O aço está presente no nosso dia a dia, pois é matéria-prima na construção de pontes e edifícios, na fabricação de eletroeletrônicos, peças para carros, trens, caminhões e até mesmo de brinquedos, embalagens, acessórios para casa, equipamentos hospitalares e ferramentas de trabalho. Antes de ganhar forma, estes equipamentos, materiais e produtos passam por um processo industrial, que transforma o minério de ferro encontrado na natureza, em aço. A esta indústria da transformação damos o nome de siderurgia. Por isso, as siderúrgicas são tão importantes para o processo de desenvolvimento da sociedade, aprimoramento tecnológico, do incremento da cadeia produtiva e da atração de novos investimentos.

10.08.2011

http://www.ceara.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/3981-terraplenagem-da-siderurgica-do-pecem-comeca-nesta-quinta-feira-11



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Correia Transportadora será inaugurada nesta quinta-feira (11)


O Sistema de Correias Transportadoras (CT) será inaugurado nesta quinta-feira (11), às 10 horas, pela presidenta Dilma Rousseff e pelo governador Cid Gomes. Localizado no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), a estrutura acarreta praticidade operacional, modernidade e altas taxas no transporte de granéis sólidos e, efetivamente, um potencial acréscimo nas infraestruturas e equipamentos instalados no Cipp.

Com seis quilômetros de extensão e capacidade para movimentar 2.400 toneladas por hora, o sistema de correias transportadoras equivale a 200 caminhões/hora (12 toneladas cada) carregados com minérios. O sistema é composto por três tramos, sendo um transportador convencional (interligado no píer 1 aos descarregadores de navios GSU e CSU), dois transportadores tubulares, com tecnologia alemã e fabricação totalmente nacional. Além da elevada capacidade de transporte, as correias transportadoras instaladas no CIPP realizam o transporte de forma totalmente fechada evitando, assim, a geração de pós de minérios durante o trajeto, um ganho ao meio ambiente da região.


Os projetos executivos, as fabricações, montagens e testes foram executados pelas empresas Koch do Brasil, de Belo Horizonte; e Normatel Engenharia, de Fortaleza. Foram investidos R$ 156,3 milhões na implantação e gerenciamento, sendo R$ 120,5 milhões oriundos de recursos do BNDES e R$ 35,8 milhões do Tesouro do Estado.

Como funciona

O carvão mineral é retirado dos porões dos navios por equipamentos apropriados (GSU e CSU), e descarregado sobre a correia transportadora instalada ao longo do píer. Na junção da Ponte de Acesso com o píer 1, foi instalada uma Torre de Transferência para possibilitar a mudança de direção da correia em 90º. Posteriormente, a mesma segue sobre os apoios instalados na lateral da Ponte de Acesso até um ponto especifico sobre as dunas entre o Porto do Pecém e o Complexo Industrial, onde foi instalada outra Torre de Transferência para seccionamento e alteração de direção.

Um terceira e última torre de transferência segue até um ponto final na junção da CE 422 com a faixa norte de infraestruturas do Cipp, para possibilitar a entrega do granel sólido às diversas empresas usuárias deste sistema. Neste ponto, as empresas usuárias instalam seus sistemas próprios de correias transportadoras, para transporte dos minérios até seus Pátios Internos de Matérias Primas.

As correias são acionadas em tambores, responsáveis pelo seu tracionamento. Roletes de diferentes formatos e funções, situados abaixo e acima da correia são responsáveis pela sua sustentação. Cada uma das três etapas de transferência é dotada de um sistema de filtros, evitando a geração de pó. No percurso, o sistema de transporte, totalmente fechado, evita a saída de pó para o ambiente externo.

10.08.2011

http://www.ceara.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/3979-correia-transportadora-sera-inaugurada-nesta-quinta-feira-11



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Dilma inaugura obras com aportes do Estado

Correia transportadora, projetada para levar carvão do Porto do
Pecém à térmica e à siderúrgica, recebeu investimento estadual de
R$ 169 milhões e será inaugurada logo mais TUNO VIEIRA 

Eventos em Pecém e Pacajus darão início às operações de projetos que só receberam verbas do próprio Governo local
Pela primeira vez desde o início do seu mandato, a presidente Dilma Rousseff pisa hoje em solo cearense para a inauguração de projetos estruturantes. A vinda da chefe do Executivo Nacional ao Estado, entretanto, tem uma motivação mais política, no sentido de dar o pontapé inicial a importantes intentos no Estado, que conta com mais de três milhões dos seus eleitores. Isso porque, na prática, não houve recursos federais envolvidos diretamente na realização de ações como a construção do Terminal de Múltiplas Utilidades (Tmut) do Porto do Pecém, da Correia Transportadora, e muito menos nas obras da Companhia Siderúrgica de Pecém (CSP), empreendimento privado, tocado pela Vale e as sul-coreanas Dongkuk e Posco, e que terá a terraplanagem oficialmente iniciada.

Investimentos

O Tmut, por exemplo, que deve quintuplicar a capacidade de movimentação de cargas no porto, recebeu, segundo o secretário da Infraestrutura do Ceará, Adail Fontenele, investimento de R$ 400 milhões. Do montante, R$ 125 milhões foram bancados pelo próprio caixa estadual. O restante, R$ 275 milhões, o Governo local terá de devolver ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), já que o valor foi obtido através de financiamento.

A Correia Transportadora, projetada para levar os minérios que chegarão ao terminal rumo a empreendimentos como a siderúrgica e as térmicas, recebeu aporte de R$ 169 milhões. Ainda de acordo com o secretário, R$ 48 milhões foram investidos pelo Estado, enquanto que R$ 120 milhões ficarão para ser pagos posteriormente, pois o valor também é resultado de empréstimo do BNDES. Na esteira dos eventos de logo mais, Dilma dará início à terraplanagem da CSP. Sua presença também será meramente figurativa: apesar de o projeto alimentar sonhos antigos de emprego e crescimento econômico para o Estado, toda a monta, estimada em US$ 4,5 bilhões, é proveniente de gigantes da mineração e siderurgia. Antes de deixar ao Estado, a presidente vai inaugurar ainda a Policlínica Regional de Pacajus, fruto de investimento de R$ 7,1 milhões do Governo, ampliando o acesso a serviços de saúde para 244.747 pessoas.

Agenda da presidente

9h30 - Início oficial da terraplanagem da Companhia Siderúrgica de Pecém (CSP), com a participação de representantes da Vale, Dongkuk e Posco

9h45 - Acionamento da Correia Transportadora de minérios. Dilma Rousseff colocará em operação a esteira

10h - Inauguração do Terminal de Múltiplas Utilidades (Tmut), no Terminal Portuário de Pecém

14h - Inauguração de Policlínica Regional e do Polo 1 do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); em Pacajus

DIEGO BORGES
REPÓRTER

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1024708




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Dilma inaugura ampliação


Obras no Porto do Pecém serão visitadas 

pela presidente (IGOR DE MELO)

As obras de terraplenagem da Companhia Siderúrgica do Pecém, iniciadas em junho, recebem a visita da presidente e do governador Cid Gomes
As obras de construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), iniciadas desde 1º de junho deste ano, serão visitadas, às 10h30min pela presidente Dilma Rousseff. Ela, juntamente com o governador Cid Gomes, acompanhará a terraplenagem da área destinada à CSP e a entrega das obras da área estadual da Correia Transportadora e do Terminal de Múltiplas Utilidades (Tmut) do Porto do Pecem.

Durante a solenidade, a presidente conhecerá a área de terraplenagem da siderúrgica, a Correia Transportadora e oficializará a entrega do Tmut, que foi ampliado, com investimento de R$ 414 milhões.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Roberto Macedo, que estará presente à solenidade, essas obras inauguram “uma nova fase para a indústria do Ceará”. “É algo sem precedentes em nosso Estado, pois haverá grandes oportunidades para os empresários cearenses, nesse processo de implantação”, acrescenta. Roberto diz que a Fiec tem se esforçado para que as indústrias cearenses invistam numa produção de nível internacional e se preparem para elevar a concorrência no mercado externo. Outro tipo de oportunidade citada por ele tem relação com os investimentos que deverão ser atraídos, na área do Pecém, por conta da siderúrgica, como montadoras de automóveis e indústrias da chamada linha branca, como fogões e geladeiras.

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Ceará (Simec), Ricard Pereira, destaca também a importância do trabalho de mapeamento dos fornecedores, que está sendo feito pela CSP, nesse primeiro momento. Segundo Ricard, a intenção da siderúrgica é contar com o máximo possível de fornecedores locais, que deverão ser capacitados pela CSP.

“Sabemos que a construção de uma siderúrgica é algo muito complexo, mas há produtos acessórios que podem ser supridos por empresas daqui, como a construção de galpões e a fabricação de tubulações”, argumenta. A expectativa do Governo é de as três obras impulsionem o crescimento econômico cearense e a geração de empregos no Estado.

O quê
ENTENDA A NOTÍCIA

A presidente Dilma Rousseff visita, hoje, três obras do Porto do Pecém – siderúrgica, correia transportadora e o terminal de múltiplas utilidades. O início das operações da siderúrgica está previsto para 2015.

SAIBA MAIS

Correia Transportadora
Os seis quilômetros da correia transportadora correspondem à parte do Estado de levar minério de forma rápida, além de evitar riscos ao meio ambiente com o transporte aberto por caminhões. Por ser fechada, impede que partículas de pó espalhem pelo meio ambiente. O minério passa por três torres de transferência, sendo a última instalada na junção da CE-422 e que possibilita a entrega de granéis sólidos às empresas usuárias destes produtos, como a termelétrica. Gerou 300 postos de trabalho com investimentos de R$ 156,3 milhões

Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP)
Junto com a refinaria Premium II, corresponde aos projetos estruturantes que o Governo do Estado vem atraindo para impulsionar a economia do Ceará. Quando uma refinaria ou siderúrgica se instalam, uma série de indústrias se alocam perto, visando à proximidade com fontes fornecedoras de matérias prima, como placas de aço, por exemplo. A CSP é uma parceria entre a mineradora Vale (Brasil), a Dongkuk Steel Mill e a Posco, que asseguraram parte da compra da produção usina siderúrgica. A expectativa é gerar 15 mil empregos diretos na construção. O início das operações é previsto para 2015.

Terminal de Múltiplas Utilidades
A construção de dois berços de atracação, a ampliação do quebra-mar e o prolongamento da ponte constituem a primeira fase de uma série de três grandes blocos de obras previstas para aumentar a capacidade de movimentação de contêineres e possibilitar a vinda de projetos estruturantes ao Estado, como a siderúrgica, a refinaria premium II e os produtos da transnordestina.

Bruno Stéfano

http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2011/08/11/noticiaeconomiajornal,2278241/dilma-inaugura-ampliacao.shtml



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Pecém assume vocação após dez anos

Terminal de Múltiplo Uso (Tmut) dá ao Porto do Pecém mais competitividade frente a outros portos do País. Antes, operava contêineres e cargas gerais de forma improvisada. Agora, tem espaço e equipamentos adequados para grandes movimentações

O porto, com a inauguração do Tmut, passa a ter espaço 
e equipamentos adequados aos negócios 
(FOTO DEIVYSON TEIXEIRA)

Dez anos após o início da operação comercial, o Terminal Portuário do Pecém profissionaliza a atividade de movimentar cargas gerais e contêineres. Com a inauguração do Terminal de Múltiplo Uso (Tmut), o porto passa a ter espaço e equipamentos adequados a esses negócios.

Mas nem sempre foi assim. O píer 1 fora construído para servir a uma siderúrgica - que não veio. O píer 2, para ser utilizado pela Petrobras – o que pouco aconteceu. A inicial tentativa de movimentar granel cedeu ao fracasso.

As cargas gerais começaram a crescer no píer 1, enquanto o espaço da estatal foi adaptado ao terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL). Todas as cargas gerais e contêineres foram transferidas ao Tmut , explica o secretário da Infraestrutura do Estado, Adail Fontenele.

“(O Tmut) É uma obra que o Governo do Estado tenta fazer há muito tempo. Vai atender em escala maior a exportação do Ceará. A demanda vai aumentar, sem dúvida. Além de características favoráveis pela localização, agora tem profundidade para acolher navio de grande calado, com até 18 metros”, comentou o secretário.

O Pecém começa a ter corpo regional. Já atende à Pernambuco, Bahia e Piauí.

Carência para minérios

Apesar da ampliação e da modernização, o Porto do Pecém ainda é deficiente para a exportação mineral. “Minérios vão operar no píer 1. Os descarregadores vão ficar fixos lá”, informa Fontenele.

A Globest Ceará Mineradora explora minério de ferro no Estado. O diretor administrativo da empresa, Wei Lip Wu, afirmou estar produzindo em quantidades proporcionais à logística disponível e à capacidade de operação portuária.

“A gente continua improvisando com a inauguração do Tmut. Melhora, porque aumenta a disponibilidade de berço para atracação de navios. Antes, a gente brigava com dois berços”, lembra Wei.

Fontenele reforça que o Tmut não vai ser usado para negócios minerais. “A Globest vai ter que se adequar a essa nova estrutura de carregar e descarregar. Tudo de minérios é no píer 1”.

A perspectiva é de, até dezembro de 2011, exportar cerca de 300 mil toneladas (t) de minério à China. Em 2010, o projeto piloto da mineradora levou 75 mil t do produto à Xangai (CH).

NÚMEROS

2,5
anos foi o tempo necessário para realização das obras de ampliação e modernização do Terminal Portuário do Pecém

2,4
mil toneladas por hora é a quantidade de vasão da correia transportadora instalada no Complexo Industrial do Pecém

http://www.opovo.com.br/app/opovo/politica/2011/08/12/noticiapoliticajornal,2278783/pecem-assume-vocacao-apos-dez-anos.shtml



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Visita

Transporte de minérios a partir do Porto

A correia transportadora inaugurada ontem pela presidente da República é que vai levar o carvão que chegará ao Porto do Pecém para alimentar a usina térmica Energia Pecém e ainda a Companhia Siderúrgica, quando esta estiver em funcionamento. Mal iniciou a operação, o transporte da fonte energética já começou a emitir fuligem, incomodando moradores

Transporte de minérios a partir do Porto

Terminal de Múltiplas Utilidades também foi inaugurado ontem

O empreendimento deverá quintuplicar a capacidade de movimentação de cargas no Porto. Sua construção recebeu investimento de R$ 400 milhões. Destes, R$ 125 milhões foram bancados pelo governo do Ceará e o restante (R$ 275 milhões), financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A obra não obteve recursos do governo federal

Terminal de Múltiplas Utilidades também foi inaugurado ontem

Foto com operários que trabalham na CSP

Dando início oficial à terraplenagem da área que vai abrigar a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), empreendimento das empresas sul-coreanas Dongkuk e Posco e da mineradora brasileira Vale, a presidente Dilma Rousseff parou para posar com grupo de operários que trabalham na execução da obra. O projeto deve receber aporto de US$ 4,5 bilhões dos investidores

Foto com operários que trabalham na CSP

Sonho antigo dos cearenses sai aos poucos do papel

A Companhia Siderúrgica de Pecém é um projeto que vem sendo acalentado pelo governo cearense desde Virgílio Távora, mas que voltou com mais força a partir de Tasso Jereissati. Na composição acionária da usina, a Vale possui 50% das ações, a Dongkuk, 30% e a Posco, 20%

Sonho antigo dos cearenses sai aos poucos do papel

Protesto de portuários por melhores condições

Sem acordo com o governo estadual e a Cearáportos que atendesse às reivindicações de segurança nas instalações e procedimentos no Porto do Pecém, trabalhadores de sete categorias fizerem nova paralisação durante a passagem da presidente Dilma Rousseff e comitiva

Protesto de portuários por melhores condições

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1025287



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ZPE faz pedido de licença ambiental

Já foi dada a entrada no pedido de licenciamento ambiental para a instalação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Pecém.

Será disponibilizado um investimento estimado em R$ 10
milhões para fazer vias de acesso e a terraplanagem
TUNO VIEIRA

De acordo com Cristiane Peres, diretora-presidente da Emazp, empresa administradora da ZPE cearense, foi solicitada a Licença Prévia (LP) para que possa ser lançado o edital de licitação das duas primeiras obras do empreendimento. A solicitação foi feita à Semace, que irá avaliar a concepção e localização do empreendimento. Entretanto, a LP não permite o início das obras, mas é essencial para que se possa começar o processo licitatório. Peres informa que os editais envolvem a construção das vias de acesso e da drenagem e terraplanagem do terreno.

Recursos do Estado

Serão dois editais, somando um investimento estimado em R$ 10 milhões. Como a Emazp ainda não conta com recursos próprios, explica Peres, os recursos serão provenientes do governo estadual. As obras tem um prazo estimado para conclusão de oito meses após o seu início.

A ZPE do Pecém é uma das que se encontram em processo mais avançado de instalação. As negociações com indústrias que poderão vir a se localizar na zona ainda estão no início, mas uma já está garantida: a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). A siderúrgica teve as suas obras de terraplanagem inauguradas ontem, em solenidade com a presença da presidente Dilma Rousseff. Com um investimento de US$ 4,2 bilhões, a CSP poderá contar com os incentivos fiscais garantidos pela zona.

A ZPE do Pecém será localizada entre os municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amarante, em uma área de 4.271,41 hectares. (SS)

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1025288



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Posco garante que CSP será a melhor do mundo

A siderúrgica teve as obras de terraplanagem iniciadas oficialmente, com a presença de executivos das sócias do projeto fotos: Alex costa

"Vamos construir a melhor usina siderúrgica do mundo". A declaração exaltada, proferida ontem pelo vice-presidente da sul-coreana Posco, Ki Hong Park, deu o tom da cerimônia de lançamento das obras de terraplanagem da Companhia Siderúrgica do Pecém. O empresário afirmou que a empresa utilizará toda o seu know-how tecnológico do setor na instalação da planta cearense.

A Posco é a líder do mercado siderúrgico coreano e uma das maiores do segmento no mundo, e integra a joint-venture da CSP, formada ainda pela também sul-coreana Dongkuk e pela brasileira Vale. De acordo com Park, "o sucesso da CSP vai estimular o desenvolvimento do Ceará, tornando-o o centro da indústria no Nordeste do Brasil". Há 40 anos, a Posco iniciara sua primeira usina, na Coreia do Sul, reativando o setor que estava desarticulado.


Chang: essa parceria (Vale, Posco e Dongkuk) 
chamará a atenção do setor no mundo


Seguindo o mesmo tom de empolgação, o presidente da Dongkuk, Sae Joo Chang, afirmou que a usina cearense irá impactar o setor siderúrgico não só do Brasil como o do exterior. "Acredito que essa parceria (entre Vale, Posco e Dongkuk) chamará a atenção do setor siderúrgico no mundo", disse. A Dongkuk é hoje um dos principais consumidores de placas de aço do mercado internacional.


Ferreira: queremos um mercado interno 
forte para consumir o nosso minério


O presidente da Vale, Murilo Ferreira, afirmou que a instalação da CSP é um negócio estratégico para o Brasil e para os negócios da empresa, que é a maior mineradora do mundo. "Queremos um mercado interno forte para consumir o nosso minério. Nós vamos produzir e consumir (minério de ferro) cada vez mais no Brasil, e continuaremos sendo os líderes nas exportações", declarou. "Esse projeto abre caminho para o Brasil", reforçou. A produção anual da CSP, que será, inicialmente, de três milhões de toneladas de placas de aço, permite fazer mais de quatro milhões de carros, por exemplo. (SS)

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1025281



Fonte: SKYSCRAPERCITY
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1286173

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