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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Na contramão do cenário econômico, empresas imobiliárias facilitam a compra de imóveis

Pagar aluguel e ao mesmo tempo economizar para a compra da casa própria é um desafio que a maior parte das pessoas enfrentam, principalmente em momentos de recessão econômica. Porém, com um possível reaquecimento do setor, empresas imobiliárias como a MPD Engenharia, oferece formatos de vendas e facilidade no pagamento para auxiliar na aquisição de imóvel.

Para quem paga aluguel, a empresa desenvolveu uma nova forma de compra com parcelas fixas, sem juros e sem que o futuro proprietário precise fazer um alto investimento de imediato. Com o Invista Seu Aluguel, é possível pagar o aluguel por um período de até 30 meses, que geralmente é o mesmo prazo de contrato de locação e, após esse tempo, ter o valor pago revertido como entrada para compra do imóvel alugado. Esse formato traz mais facilidade e segurança ao futuro proprietário.

A incorporadora acompanha de perto o vencimento dos contratos de locação e oferece um plantão de dúvidas com assessores financeiros para auxiliar os futuros interessados em comprar um imóvel e para que os futuros compradores não percam essa oportunidade. O objetivo é dar apoio e orientar seus clientes, já que entende-se que o investimento financeiro é sempre um momento importante e requer cuidado nas decisões a serem tomadas.

Casados há pouco mais de um ano, Cristiano e Kathy encontraram nesse plano a chance de sair do aluguel e não precisar mudar. Essa campanha da MPD possibilitou a realização do sonho do casal, que já adquiriu sua unidade no Resort Bethaville, em Barueri. “Não só assinamos o Contrato de Aluguel como também o de Intenção de Compra. Nosso apartamento está em reforma e adoramos acompanhar cada etapa. Já até fizemos amizade com alguns vizinhos”, conta Cristiano.

O plano também é válido para imóveis comerciais, como fizeram o casal de cirurgiões-dentistas Bianca e Humberto, que escolherem o Office Bethaville para abrir seu consultório odontológico. “A ideia de financiamento, naquele momento, não agradava. Foi aí que a corretora sugeriu o Invista seu Aluguel. Gostamos da proposta, principalmente por não precisar desembolsar um valor alto de entrada. Uma boa oportunidade para um empreendedor que está abrindo seu escritório”, explica Bianca.

A Diretora de Incorporações da MPD, Débora Bertini, conta que o modelo idealizado pela companhia é uma oportunidade ímpar. “Essa forma de pagamento é uma chance ótima para muitas pessoas realizarem o sonho de ter seu imóvel próprio sem precisar fazer um alto investimento de imediato no momento de fechar negócio. Oferecer oportunidades e possibilidades para os clientes é algo que as empresas precisam disponibilizar. São formas de auxiliarmos no aquecimento do setor, por exemplo’’.

Esses planos são válidos para todos os empreendimentos prontos da construtora, seja ele residencial ou comercial.

Sobre a MPD

A MPD atua há 37 anos na construção de indústrias, hospitais, universidades, galpões de logísticas, shopping centers e na incorporação de apartamentos e escritórios de médio e alto padrão, prezando pela qualidade de acabamento, entrega 100% no prazo e pelo respeito aos seus clientes e colaboradores. Além disso, investe em desenvolvimento tecnológico e boas práticas construtivas, sem deixar de lado as responsabilidades social e ambiental. Para a MPD, seus colaboradores são seu principal pilar, sendo primordiais para que alcance seus objetivos de negócio. Pela constante valorização de sua equipe, a empresa já foi reconhecida duas vezes com o Prêmio Valor Carreira como uma das Melhores Empresas na Gestão de Pessoas, seis vezes como uma das Melhores Empresas para Você Trabalhar da revista Você S.A e está entre as 100 maiores construtoras do país pelo Ranking ITC.

Fonte: Exame

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Megaprojeto imobiliário e empresarial junto ao RioMar

VALOR DE VENDAS DE R$ 900 MI

#VGV = R$900 mi

As unidades do Evolution deverão, nos próximos dois anos, gerar uma arrecadação de R$ 5 milhões em IPTU

Ancorado no maior shopping que Fortaleza terá, o RioMar, foi lançado ontem o Evolution Central Park. O empreendimento, fruto de negócios entre a cearense Otoch Empreendimentos e a pernambucana Moura Dubeux Engenharia, traz no projeto seis torres residenciais, duas comerciais e um hotel, as quais devem gerar em um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 900 milhões.

Projeto traz seis torres residenciais, duas comerciais e um hotel. Complexo imobiliário totaliza 92 mil metros quadrados de área, com foco em classes com maior poder aquisitivo Fotos: divulgação

Localizado nas margens da Lagoa do Papicu, o complexo imobiliário de 92 mil metros quadrados de área tem como foco as classes mais altas, cujo poder aquisitivo propicia a união de moradia, trabalho, lazer e rede de serviços próximos uns dos outros. "Eu não conheço, no Nordeste, algo dessa magnitude e com o mesmo perfil", ressaltou o superintendente da Moura Dubeux para o Ceará e o Rio Grande do Norte, Fernando Amorim.

Só de IPTU, as unidades do Evolution deverão, nos próximos dois anos - prazo para a conclusão da construção -, gerar uma arrecadação para o município de R$ 5 milhões.

O sócio-diretor da Otoch Empreendimentos, Nelson Otoch, contou que possuía o terreno há dez anos e, só em 2009, resolveu empreender. Eles também deverão bancar parte das obras de melhoria do entorno (vias e lagoa) daquela área em parceria com o grupo JCPM - responsável pela construção do shopping -, segundo afirmou o sócio diretor da construtora pernambucana, Gustavo Dubeux.

União de moradia, trabalho, lazer e rede de serviços próximos é o fator apontado como preponderante no empreendimento

Primeiros lançamentos

Os três primeiros condomínios a serem lançados serão residenciais: Brooklin, Metropolitan e Broadway. Para os três, é previsto um VGV de R$ 300 milhões e as vendas devem começar em abril, segundo os diretores. Cada um deles possui três torres e perfil diferente, variando entre 55 m² e 190m². Os valores não foram revelados ainda. Para os outros três residenciais, a variedade de perfil permanece, chegando apartamentos de 368 m².

Já os dois prédios comerciais contam com salas de 26 m² e 560m². O hotel terá a bandeira Beach Class e será administrado em pool hoteleiro, ou seja, as 193 unidades poderão ser adquiridas e depois alugadas pelos futuros administradores.

Shopping como atrativo

Com investimento da ordem de R$ 600 milhões, o RioMar foi apenas o atrativo para a área estrategicamente pensado pelos diretores do consórcio entre a Moura Dubeux e a Otoch Empreendimentos. "Nós os convidamos para virem ao Ceará e ver a possibilidade de investir no terreno que tínhamos planejado construir o Evolution", revelou Fernando Amorim.

Com a confirmação da chegada do shopping no ano passado, Amorim contou que decidiram, então, planejar a divulgação do complexo deles com a proposta de unir moradia, trabalho, lazer e "ampla rede de serviços".

Parceria no RioMar Norte

Outra revelação de Amorim foi a continuação da parceria entre a Moura Dubeux e o grupo JCPM no RioMar Norte, o segundo shopping do grupo pernambucano em Fortaleza. De acordo com ele, a construtora ainda estuda qual tipo de edifício (residencial, comercial ou hotel) deve realizar no terreno em anexo ao shopping e não tem data prevista para a definição.

Já o RioMar Shopping receberá na próxima semana retorno da Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma). Depois disso, deve, então, enviar o projeto completo acompanhado além de outros mais detalhados para ter o alvará de construção e licença ambiental.

Fonte: Diário do Nordeste - Negócios

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Empresa quer captar R$ 200 mi em Fortaleza

MERCADO FINANCEIRO

Especializada em investimentos alternativos, a HPN Invest deve chegar em maio ou junho

Em um momento em que a poupança já não é mais considerada uma boa aposta dentro do mercado financeiro - a previsão é de 5,075% para o rendimento ao ano, o menor da história - e os ativos de renda variável têm permanecido estáveis, sem grandes quedas ou altas, os investidores vêm buscando alternativas para continuarem lucrando. Apostando neste cenário, a empresa gestora de recursos HPN Invest chega este semestre em Fortaleza, onde pretende captar, ainda em 2013, cerca de R$ 200 milhões em investimentos alternativos.


A maior aposta do diretor Rodrigo Souza será os fundos de investimentos, em que os investidores poderão entrar com valores a partir de R$ 5 mil FOTO: DIVULGAÇÃO

A meta é ousada, até porque a primeira unidade da empresa na capital cearense só deve ser instalada entre maio e junho, o que dá apenas um semestre para a HPN Invest captar o que planeja.

"O mercado financeiro acaba focando apenas na região Sudeste e nos grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro. Sinceramente, não entendo como muitos ignoram o crescimento absurdo que o Nordeste vem tendo nos últimos anos", comenta o diretor Rodrigo Souza.

Escolha por Fortaleza

De acordo com o diretor da HPN Invest, a decisão de inaugurar uma unidade na capital cearense faz parte de um plano de ação em todo o Nordeste, que visa ajudar a empresa a crescer mais 180% em 2013. Com unidades já instaladas em Recife e mais três cidades do País, a assessoria financeira cresceu 26% ao mês no ano passado, tendo movimentado R$ 1 bilhão. "O Ceará, em especial a capital, Fortaleza, está numa crescente acelerada do ponto de vista do poder aquisitivo da população. Os números mostram isso, já que a cidade elevou o seu PIB (Produto Interno Bruto) em 180% nos últimos dez anos e hoje já é a nona economia do país. Dessa forma, ficou fácil decidir onde iríamos apostar para expandir nossos negócios no Nordeste", explica.

Tipos de investimento

Ainda conforme Rodrigo Souza, a principal estratégia da HPN para captar investimentos é disponibilizar outras alternativas, diferente das habituais. "As pessoas estão acostumadas a investir apenas na poupança e no CDB (Certificado de Depósito Bancário), o que limita suas chances de lucro, já que essas opções não estão rendendo como antes. Por isso, disponibilizamos, por exemplo, a compra de títulos públicos, que rendem mais e têm o próprio governo brasileiro como garantia", diz.

Outro investimento que será oferecido pela HPN em Fortaleza é a Letra de Crédito Imobiliário (LCI), um título de crédito nominativo de livre negociação. "A LCI tem a mesma segurança de um CDB, mas rende mais. Esse tipo de investimento é pouco oferecido pelos bancos, pois não é interessante para eles o negociarem, tendo em vista que dependem deles para sua capitalização", afirma.

Os fundos de investimentos, porém, serão a maior aposta da empresa gestora de recursos, onde devem se concentrar a maioria do capital arrecadado. "Temos um fundo atrelado à inflação, onde os investidores poderão entrar com valores a partir de R$ 5 mil e terem 16% de rentabilidade por ano, já que a inflação será uma preocupação constante do governo em 2013. É uma alternativa para tirar proveito desse mal que tanto nos tira dinheiro", conclui. 

Fonte: Diário do Nordeste - Negócios

sábado, 2 de junho de 2012

Sem efeito, TAC dos atrasos na entrega de imóveis causa controvérsia


Por Gustavo Coltri, estadao.com.br, Atualizado: 21/5/2012 10:20

Quase oito meses depois de ser assinado por representantes do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) e do Ministério Público do Estado (MP-SP), em 26 de setembro, o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) que balizaria os procedimentos no mercado nos casos de atraso para a entrega de obras ainda não tem validade. O documento deveria ser homologado pelo Conselho Superior do MP (CSMP) em 120 dias, o que, até hoje, não ocorreu.

Em nota, o MP-SP informa que o TAC ainda está sob análise do CSMP, sem previsão de entrar em pauta. O presidente do Conselho Jurídico do Secovi-SP, Carlos Del Mar, diz que apenas acompanha o andamento do processo, na dependência de uma ação do MP. 'O que pode explicar um pouco essa demora, além de uma tramitação normal, é que houve as mudanças do procurador-geral e do conselho superior do Ministério Público.'

Com ou sem homologação, o TAC está longe de ser uma unanimidade. Alguns especialistas em direito imobiliário e representantes do setor questionam os termos do acordo. O documento exige das empresas do setor a notificação dos clientes 120 dias antes do atraso e prevê algumas punições: 2% sobre o valor pago pelo consumidor acrescidos de 0,5% sobre o mesmo valor a cada mês de descumprimento de prazo estipulado em contrato.

Reclamação. 'É (oTAC)um tremendo retrocesso para o consumidor e para as relações de consumo', diz o especialista em direito imobiliário Marcelo Tapai, do escritório Tapai Advogados.

Suas razões de descontentamento decorrem da seguinte avaliação: em um imóvel de R$ 200 mil, o comprador arcaria em média com 30% do valor durante a etapa de obras, totalizando R$ 60 mil. Pelas regras do TAC, ele teria direito a uma compensação de R$ 1,2 mil (2%) e R$ 300 a cada mês de atraso (0,5%). 'O valor não dá para nada. A bolsa moradia da Prefeitura é de R$ 350.'

Segundo ele, é comum, durante a construção, o prolongamento da incidência do Índice Nacional da Construção Civil (INCC) sobre o saldo devedor. No exemplo citado, a dívida do comprador cresceria R$ 714 ao mês, levando-se em conta o INCC de 0,51%, registrado em março. 'É um negócio bizarro', diz Tapai.

Decisões atuais da Justiça parecem mais vantajosas ao consumidor. Proposta há um ano contra a incorporadora PDG pelo atraso de dez meses na entrega do empreendimento Exuberance, no Jardim Bonfiglioli, uma ação movida por Cristiano Rogério Bamont, de 40 anos, e sua mulher, Aline Morilla Bamont, de 34, teve como resultado a condenação em primeira instância da empresa ao pagamento de mais R$ 108 mil aos reclamantes.

Além de danos morais, a decisão incluiu multa de R$ 4,5 mil mensais aplicados de março a dezembro de 2010 - equivalente a 1% do valor total da unidade. O montante seria equivalente a um aluguel bem rentável.

'Vendemos nosso apartamento em 2009 com toda a mobília e fomos morar num flat esperando a entrega, que seria em fevereiro', diz Aline. Com o atraso, eles pretendiam continuar no residencial alugado, mas não puderam, porque o imóvel foi vendido, e o novo dono decidiu não manter o vínculo. 'Ninguém queria alugar para gente por quase um ano', conta.

A PDG informou em nota ter recorrido da decisão. Segundo a empresa, o Habite-se do empreendimento foi expedido em agosto de 2010, dentro do prazo de carência de seis meses. 'Nossos contratos de venda para este empreendimento preveem multa contratual para os clientes após a carência, mas neste caso não há a aplicação.'

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin, a homologação do TAC pelo MP pode comprometer proposituras desse tipo no Judiciário. Ele também considera positivo o estabelecimento de multas, mas acha dilatado o prazo de tolerância de seis meses para a entrega.

'Se o consumidor atrasar suas parcelas por três meses, a construtora já tem o direito de retomar o imóvel. O grande problema é que construtoras de má-fé já na venda prometem entrega em um prazo que sabem que não irão cumprir', diz.

O presidente do Sindicato da Construção (Sinduscon-SP), Sérgio Watanabe, reconhece o teor de orientação no documento, mas tem reservas ao seu caráter coercitivo. 'Não devemos utilizar o TAC para punir. Temos legislação vigente para isso.'

Secovi e OAB

Apesar de admitir que as punições do TAC contra atrasos não agradam a todos, o presidente do conselho jurídico do Secovi-SP, Carlos Del Mar, vê a ferramenta como um aperfeiçoamento no mercado. 'Estamos regulamentando uma questão, caso as empresas atrasem', diz.

Ele lembra que o acordo foi assinado por cinco promotores de Justiça do consumidor titulares. 'Uma decisão na Justiça leva anos. Não é bom para ninguém isso. E a jurisprudência no assunto não é unânime.'

De acordo com o presidente da comissão de direito urbanístico da seção estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), Marcelo Manhães de Almeida, a punição de 2% proposta pelo documento acompanha porcentuais de multa por inadimplência previstos em outras leis, como o Código de Defesa do Consumidor e a Lei de Condomínios. Ele também considera justa a utilização do valor investido pelo consumidor como base para o cálculo da multa. 'Só deve valer o que o cliente efetivamente aportou. Se ele pagou 30% do total, então essa deve ser a base.'

A especialista em direito imobiliário Kátia Millan, do escritório Moreau e Balera Advogados, ressalta que o TAC transforma em regra a usual cláusula de tolerância para a conclusão das obras. A carência, segundo ela, serve para harmonizar os contratos em casos de contratempo. 'A grande questão é separar o 'joio do trigo', ou seja, empresas sérias que atrasaram com motivos e as que se utilizaram desse precedente para cometer o 'abuso'.'

Fonte: Estadão

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