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sábado, 21 de dezembro de 2013

Fortaleza ganhará três Centros de Iniciação Esportiva em 2014

Secel
Parque Dois Irmão, Pici e Bairro de Fátima vão receber novos espaços para a pratica de esportes olímpicos

A construção dos equipamentos totaliza R$ 9 milhões

A Prefeitura de Fortaleza dá um importante passo na preparação de uma nova geração olímpica. Por iniciativa da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Secel) junto ao Ministério do Esporte, Fortaleza será contemplada com três Centros de Iniciação ao Esporte (CIE). Parque Dois Irmãos (Regional VI), Pici (Regional III) e Bairro de Fátima (Regional IV) vão ganhar ginásio poliesportivo e outras estruturas que podem receber até 13 modalidades olímpicas, sete paraolímpicas e uma não-olímpica. A construção dos equipamentos totaliza R$ 9 milhões.

O anúncio dos investimentos foi feito na última terça-feira (10/12), no Ministério do Esporte ,em Brasília, durante a solenidade de anúncio dos municípios beneficiados. O secretário executivo da Secel, Carlos Campelo esteve presente e recebeu das mãos do ministro do Esporte Aldo Rebelo, do secretário de alto rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, e do presidente da Embratur, Flavio Dino, o certificado de contemplação.

De acordo com Carlos Campelo, o fortalecimento dos esportes olímpicos e paraolímpicos em Fortaleza é uma das metas da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. “Esperamos identificar talentos e formar atletas, tudo isso incentivando a prática do esporte em áreas mais carentes da capital cearense". 

Localizados em áreas de vulnerabilidade social, os centros serão construídos em parâmetros oficiais e deverão estimular a detecção de talentos e a formação de atletas nos municípios, além de poderem receber competições locais e regionais.

As instalações dos centros propiciarão a prática das seguintes modalidades olímpicas: Atletismo,Badminton, Basquetebol, Boxe, Esgrima, Ginástica Rítmica, Handebol, Judô, Levantamento de Peso, Lutas, Taekwondô, Tênis de Mesa e Voleibol. As modalidades paraolímpicas são: Esgrima em Cadeira de Rodas, Goalball, Halterofilismo, Judô, Tênis de Mesa e Voleibol Sentado. E uma não olímpica, o Futebol de Salão. 

O processo de seleção para as cidades interessadas foi aberto em 4 de fevereiro, e o prazo de cadastramento encerrou-se em abril. O Ministério do Esporte recebeu as propostas e selecionou as que se enquadravam nos critérios estabelecidos. Os municípios puderam escolher entre três modelos de CIE, conforme o tamanho do terreno disponível.

Em Fortaleza, no Bairro de Fátima, Av. Aguanambi, será construído o CIE Modelo I, um ginásio poliesportivo com arquibancada para 177 lugares, administração, sala de professores/técnicos, vestiários, chuveiros, enfermaria, copa, depósito, academia, sanitário público. Já no Parque Dois Irmãos, na Rua B, será implantado o Modelo II, um Ginásio Poliesportivo com arquibancada para 177 lugares, administração, sala de professores/técnicos, vestiários, chuveiros, enfermaria, copa, depósito, academia, sanitário público e quadra externa descoberta. O bairro Picí terá receberá o Modelo III na rua Francisco Rocha, um ginásio poliesportivo com arquibancada para 177 lugares, administração, sala de professores/técnicos, vestiários, chuveiros, enfermaria, copa, depósito, academia, sanitário público e estruturas de atletismo. Os projetos de arquitetura e engenharia dos CIEs serão fornecidos pelo Ministério do Esporte. 

Além de Fortaleza, outras 12 cidades cearenses foram beneficiadas: Aquiraz, Canindé, Caucaia, Crateús, Crato, Iguatu, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Maranguape, Quixadá, Quixeramobim e Sobral.

Saiba mais

O Ministério do Esporte desenvolveu a concepção do Centro de Iniciação ao Esporte (CIE) no âmbito da  segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). O Projeto é considerado um legado de infraestrutura esportiva dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro em 2016. O objetivo dos Centros de Iniciação ao Esporte é ampliar a oferta de infraestrutura de equipamento público esportivo qualificado, incentivando a iniciação esportiva em territórios de alta vulnerabilidade social das grandes cidades brasileiras. O projeto integra, num só espaço físico, atividades e a prática de esportes voltados ao esporte de alto rendimento, estimulando a formação de atletas entre crianças e adolescentes.

Fonte: Prefeitura de Fortaleza

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Estado ganhará 43 parques aquícolas em cinco cidades

INCENTIVO À PESCA

Itapipoca, Trairi, São Gonçalo, Icapuí e a Amontada foram os municípios selecionados pelo governo federal

Fortaleza. A aquicultura do Estado do Ceará está prestes de passar por uma verdadeira transformação. A ideia é aproveitar o potencial marítimo do litoral cearense para esse tipo de produção. O governo federal pretende implantar 43 parques aquícolas já a partir deste ano em 45 mil hectares já mapeados. Quem está em Fortaleza, para trazer a novidade, é a própria secretária nacional de Planejamento e Ordenamento, do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Maria Fernanda Nince.


O Ceará já é destaque na produção do pescado em água doce FOTO: HONÓRIO BARBOSA

Segundo ela, serão beneficiados cinco municípios cearenses: Itapipoca, São Gonçalo do Amarante, Icapuí, Amontada e Trairi. "Serão 43 parques não muito grandes, mas que ocuparão juntos a soma de 35 mil hectares para cultivo de peixe e 10 mil hectares para algas", especifica, ressaltando que esses 45 mil hectares representam mais da metade do total (81 mil hectares) trabalhado no Brasil, atualmente.

Também hoje a secretária se encontrará com especialistas da ´Fundación Chile´ para a possível formalização de parcerias em Pesquisa e Desenvolvimento e prestação de serviços, entre os dois países, na área.

Condições naturais

Ela reforça que o Estado do Ceará tem um potencial enorme para a implantação dos parques aquícolas. A produção estimada pelo MPA é de 12 toneladas/ hectare em um ciclo com durabilidade de um ano.

A secretária diz que existe uma experiência bem sucedida em Santa Catarina de parque aquícola marítimo no País. Além disso, outras unidades da Federação receberão investimentos do governo federal. São eles Paraná, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pará e Sergipe. Mas o Ceará, conforme Maria Fernanda, é o que apresentará maior número de parques.

"Um conjunto de fatores ambientais e de envolvimento de entidades no Estado justifica esse investimento aqui. A qualidade das espécies existentes, temperatura ideal, e a parceira com órgãos locais, entre eles, o Instituto de Ciências do Mar (Labomar), da Universidade Federal do Ceará (UFC)", explica a representante do MPA.

A secretária acrescenta que a economia local desses municípios deverá receber um forte impulso. "O potencial para o cultivo é bem grande. A gente pretende gerar emprego para um público-alvo diretamente relacionado de 40 mil pessoas no projeto", ressalta a secretária. O Ceará já é reconhecido pela sua produção aquícola e m água doce, sobretudo, no Açude Castanhão, o maior do Estado, com produção de tilápia, que tem projeção de produção de 32 mil toneladas de pescado por ano, gerando, de forma imediata, 800 empregos.

Ela revela que a alga a ser cultivada chama-se Glacilária, indicada para alimentação e indústria química, mais precisamente utilizada no setor de cosméticos. Dentre as espécies de peixes, os previstos são beijupirá e cioba. "Mas o estudos do Labomar devem apontar uma quantidade maior de espécies a serem trabalhadas dentro dos parques no litoral cearense", antecipa a secretária nacional do MPA.

De acordo com a secretária, os recursos serão oriundos do orçamento do Ministério. "Os custos serão por etapas. As fases iniciais sempre começam com estudo ambiental, que nos dá a garantia de que a área será boa para produção, com garantia sustentável", conta.

Maria Fernanda salienta que cada etapa gira em torno de R$ 1 milhão, e que o principal custo é de sinalização náutica da área delimitada. "Os estudos já foram realizados junto ao Labomar. O próximo passo será o aval da Capitania dos Portos. Esse passo é importante para que tenhamos a primeira conversa do licenciamento ambiental com a Semace. Os locais já foram identificados pelo levantamento do Labomar, mas podem ser necessários ajustes", diz Fernanda, mostrando-se confiante em relação ao andamento da burocracia.

Ela estima que, ainda neste ano, seja possível a inauguração do primeiro parque aquícola marinho no Ceará. "Nossa interlocução com prefeituras, governo estadual e demais entidades envolvidas está sendo muito boa. Esse processo até a licitação deve correr com celeridade. E nos próximos três meses podemos estar publicando algum tipo de seleção pública para que possam aderir ao programa", resume a secretária.

Segundo ela, a prioridade da iniciativa é beneficiar os pequenos produtores. "Nosso objetivo inicial é atender à demanda reprimida do pequeno pescador e empreendedores individuais. O foco são os empreendimentos sociais, mas vai existir uma reserva para empreendimentos comerciais. O custo nesse caso será do próprio investidor", explica.

Por municípios

Ela também detalha a parte do investimento dedicada a cada um dos cinco municípios cearenses envolvidos na iniciativa. Icapuí terá a maior área de cobertura (16 mil ha), distribuídos em oito parques marinhos sendo 4,7 mil hectares destinados exclusivamente para as algas, o maior espaço dentre todas as demais cidades litorâneas.

O município de São Gonçalo do Amarante terá sete parques com 1,8 mil ha. Itapipoca, por sua vez, terá a maior quantidade de parques aquícolas do Ceará (dez, no total), em uma área de 6,4 mil ha. Amontada e Trairi terão, respectivamente, 11,2 mil ha e 12,5 mil ha, com nove parques cada um.

Mais informações

Ministério da Pesca e Aquicultura
http://www.mpa.gov.br/
Telefone: (61) 2023-3000
Fax: (61) 3218-3732

Fonte: Diário do Nordeste - Regional

domingo, 8 de setembro de 2013

[VENDIDA] Maracanaú a partir de R$98.000,00




  • Casas planas;
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Empresários colhem ‘frutos’ no sertão do CE

ITATIRA

O sucesso na iniciativa privada influencia a geração de emprego e o fortalecimento da economia local

Itatira. Cada vez mais empresários investem em municípios pequenos do interior do Estado apostando na baixa concorrência e em serviços e produtos inovadores nas localidades. Antonio Venâncio Flor, 46, mudou-se para este município em 1994. Naquela época, aos 27 anos, percebeu que os itatirenses enfrentavam dificuldades para comprar uma casa, uma moto, um carro, um pneu e até mesmo combustível. O investidor compreendeu que o mercado imobiliário poderia dar lucratividade na região e foi o primeiro a construir uma casa com laje no distrito de Lagoa do Mato. 

Desde quando mudou-se para Itatira, em 1994, Antônio Batista vem investindo e tendo retorno de seus negócios dentro da própria cidade. Segundo ele, já foram aplicados cerca de R$ 8 milhões em diversas atividades privadas que geram emprego

Antonio Batista, como é conhecido, tornou-se pioneiro nesta comunidade ao utilizar os recursos dos imóveis na compra de carros para transportar moradores para municípios vizinhos. Com o faturamento, construiu uma loja de móveis e eletrodomésticos, concessionárias e três postos de gasolina. Hoje, Batista já investiu mais de 8 milhões de reais neste pequeno município do Sertão Central cearense que possui apenas 20 mil habitantes. 

Representatividade

O valor representa uma porcentagem considerável do Produto Interno Bruto (PIB) do município e de toda a receita pública arrecadada no ano passado.

Batista é atualmente um exemplo de como empresários de diferentes setores da economia podem lucrar aplicando capital em municípios pequenos. “Como fui o pioneiro em Itatira eu tive sucesso em meus investimentos”, diz Batista, que já ergueu mais de 200 casas no município, tem dezenas de terrenos, uma firma de construção civil, além de 35 imóveis, entre casas e apartamentos, em construção. “Temos que enxergar quais as necessidades da população local e montar um negócio com qualidade”, diz o empresário que emprega 28 funcionários.

Arrojo

Para investir em municípios pequenos, diante da baixa infraestrutura, é preciso ser ousado e ter força de vontade. Em 2003, na construção de um posto de gasolina, Batista colocou o projeto em prática numa região isolada na periferia de Lagoa do Mato. Com capital próprio fez o sistema de energia, calçamento e encanamento para água. Depois fez outro posto de gasolina, ao lado do cemitério da cidade, com objetivo de impulsionar o crescimento imobiliário em um bairro antes desvalorizado. O local atualmente deu lugar a um condomínio com 18 casas que ele constrói. 

Oportunidade

O empresário Francisco José Rodrigues Vieira, já investiu R$ 1,2 milhão em Itatira no ramo de lojas de eletrodomésticos. “Com 27 anos eu montei uma loja em Canindé, mas tivemos que fechar a empresa devido à concorrência. Foi ai que decidi investir em Itatira”, diz. Em 1998, abriu um ponto pequeno no distrito de Lagoa do Mato. 

Na época dividia os trabalhos com mais quatro funcionários. Com o sucesso do empreendimento, em 2005, abriu outra loja na sede do município. Em 2008, fechou o ponto antigo em Lagoa do Mato e com ajuda de um financiamento da Caixa, construiu uma loja com 900 metros quadrados onde trabalham atualmente 19 funcionários no Centro da cidade. 

O rendimento fez ele abrir recentemente uma empresa de distribuição de gás de cozinha, também algo novo no município. “Em setembro iremos inaugurar um prédio mais amplo na sede municipal e já comprei terreno para construir um hotel com 30 apartamentos no município”, conta Vieira.

Trabalho

O empreendedor Antonio Batista emprega até 40 funcionários durante um projeto de construção civil. Um dos trabalhadores é Daniel Feitosa de Mesquita, 30, que já procurou emprego em Fortaleza e foi para São Paulo. “Fui duas vezes para o corte de cana no Sudeste onde trabalhava das 4h da madrugada as seis da tarde. 
Quando voltei consegui um emprego com o Batista. Hoje, meu salário ajuda a manter minha casa e dar uma condição de vida mais digna a minha esposa e meus dois filhos”, diz Daniel Feitosa.

Para o empresário Francisco José Rodrigues Vieira a principal dificuldade para abrir um empreendimento em um município pequeno é a carência de profissionais qualificados. “O dinheiro você consegue por meio de empréstimos com bancos e parceiros, mas a mão-de-obra especializada é difícil”, conta Vieira que disponibiliza cursos aos empregados. “Todos nossos funcionários trabalham com carteira assinada e ganham acima de um salário”, diz o empresário.


Ibama multa Energia Pecém em R$ 15,5 mi

POLUIÇÃO SONORA

Em nota, a empresa afirma que já apresentou defesa ao Ibama questionando a legalidade da autuação

A Energia Pecém, termelétrica instalada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), foi multada, recentemente, em R$ 15,5 milhões pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) devido à poluição sonora causada pela correia transportadora de carvão mineral utilizada pelo empreendimento. Até o fechamento desta edição, o Ibama não forneceu mais informações sobre a multa nem sobre os prazos dados para que a empresa se manifeste sobre o assunto.

De acordo com o Ministério Público Federal no Ceará, além da poluição sonora, outros laudos indicam poluição atmosférica causada pela correia FOTO: ALEX COSTA

Atmosférica também

No entanto, outras multas podem ser aplicadas à Energia Pecém, empresa controlada pela EDP e pela MPX Energia, pertencente ao Grupo EBX, do empresário Eike Batista. De acordo com o procurador do Ministério Público Federal no Ceará, Alessander Sales, o procedimento recente do Ibama diz respeito à poluição sonora, mas também existem indícios de poluição atmosférica, a partir da fuga de partículas do carvão mineral da correia.

"Estamos analisando o que vamos fazer com relação a este assunto. O laudo mais recente atesta a poluição sonora, mas também temos alguns laudos que atestam a dispersão de materiais, a poluição atmosférica. Assim, nós temos que tomar providências para impedir que estes danos detectados continuem", afirma Alessander Sales.

A análise e constatação de poluição sonora causada pela correia transportadora de carvão utilizada pela termelétrica Energia Pecém ocorreu após denúncias realizadas por moradores que vivem no entorno do empreendimento ao Ibama, à Semace (Superintendência Estadual do Meio Ambiente) e ao Ministério Público Federal. Os moradores da região também denunciam a emissão de fuligem pelo equipamento. Situação semelhante ocorreu em 2011, quando um vazamento na correia deixou diversas casas cobertas de fuligem. À época, o governo do Estado vedou a correia para solucionar o problema.

Posicionamento

Em relação à multa aplicada pelo Ibama, a Energia Pecém diz, em nota enviada por sua assessoria de imprensa, que já "apresentou defesa questionando a legalidade da referida autuação. A empresa informa ainda que comprometeu-se perante a Semace a comunicar previamente ao órgão sobre as atividades de descarregamento e transporte de carvão mineral, bem como a apresentar análises adicionais referentes ao desempenho ambiental do equipamento. Reitera que possui como premissa atuar com transparência perante a sociedade, em diálogo com os órgãos de fiscalização e as comunidades no entorno do seu empreendimento".

Fonte: Diário do Nordeste - Negócios

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Casa plana Maracanaú – OFERTA! 98Mil


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segunda-feira, 8 de julho de 2013

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quarta-feira, 3 de julho de 2013

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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Cidade do Atacado terá dois novos blocos

Expansão

A ampliação, que contará também com um outlet, deve-se à demanda do setor de logística do Estado

Perto de completar dez meses de inaugurada oficialmente, a Cidade do Atacado, em Caucaia, começa a executar a segunda fase de construção, onde mais dois blocos serão feitos e também planeja um outlet - prédio cujo perfil deverá ser diferente dos demais. O empreendimento também possui um pedido de financiamento no valor de R$ 80 milhões em análise no Banco do Nordeste do Brasil (BNB).


Localizada na confluência da BR-222 com a BR-020, a Cidade do Atacado deve gerar uma arrecadação anual de R$ 1 bilhão ao município de Caucaia, conforme previsão anunciada Foto: Alex Costa

O início da ampliação, segundo revelou a Colliers - empresa que administra a Cidade do Atacado -, deve-se à demanda pelo setor de logística do Estado por novas áreas de uso. Hoje, do total de 28 galpões do bloco A, apenas três estão vagos.

Apesar dos espaços ociosos, o gerente regional da Colliers, Antônio Americano, afirmou que já possuem galpões do novo bloco reservados por inquilinos do bloco A. "Eles foram pegando mais clientes, daí precisam de mais espaços e resolveram contratar mais blocos", diz.

Ampliação

Com previsão de aplicação de R$ 300 milhões para todo o projeto da Cidade do Atacado, os dois novos blocos não tiveram os valores revelados, mas devem iniciar as obras no segundo semestre de 2013. Os dois terão, respectivamente, 25 mil metros quadrados e 40 mil metros quadrados. Por sua vez, o outlet deverá ter 28 mil metros quadrados de área bruta locável e 90 lojas para aluguel. A previsão de início das obras anunciada também é para julho próximo e "o estágio atual do empreendimento é o de aprovações e comercializações das lojas".

Para completar o mix oferecido pela Cidade do Atacado, Americano contou da construção - ainda em fase inicial - de uma área para pátio de 10 mil metros quadrados. Esta deve servir, segundo ele, para cargas de grande porte e que não necessitam de cobertura.

Prospecção

A meta atual, de acordo com Americano, é ocupar 100% do bloco A ainda no primeiro semestre deste ano, a partir de quando devem começar as obras do outlet e do bloco B, o qual segue o mesmo perfil do primeiro bloco. "Qualquer empresa, salvo raras exceções, se encaixa nos blocos. Mas nós trabalhamos também com o chamado galpão especulativo, que se enquadra nas exigências de cada cliente", ressalta.

Por essa mobilidade, o gerente regional da Colliers garante que o empreendimento localizado em Caucaia é um dos mais competitivos do Nordeste e pontua apenas quanto a negociação, "as quais sempre demoram mais, cerca de um ou dois anos".

Americano ainda disse estar sendo "muito procurado" por empresas que trabalham com o setor fruticultor e também ainda continua negociando com os transportadores de pás eólicas. O último tipo de negócio deve necessitar de um pátio a ser construído em parte dos 284 hectares da Cidade do Atacado.

Ocupação e clientes
Primeiro equipamento do tipo a chegar no Estado, a Cidade do Atacado, atualmente, conta com inquilinos cujas empresas são sediadas dentro e fora do Ceará. "Mas todos eles já atuavam no mercado local, só optaram pela nossa estrutura depois que chegamos", destaca.

Hoje, o único bloco construído conta com distribuidoras que prestam serviços a uma cadeia nacional de supermercados, uma rede varejista de lojas de departamentos, uma fabricante de colchões, além de outras empresas de logísticas internacionais que atuam com empresários locais.

"Inclusive, fechamos semana passada um novo contrato e estamos preparando um novo galpão para um pessoal que trabalha com ferragens", disse o corretor da Cidade do Atacado, Ednilson Saraiva.

Impactos

Localizada na confluência da BR 222 com a BR 020, a Cidade do Atacado deve gerar uma arrecadação anual de R$ 1 bilhão à cidade de Caucaia, conforme previsão anunciada pelo próprio município. Para o período pós-construção, a estimativa é de 320 mil novos postos de empregos gerados no local.

Fonte: Diário de Nordeste - Negócios

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Centro De Formação Olímpica Será Referência Esportiva No Brasil



Já está marcada para o dia 26 de junho, às 9 horas, na Central de Licitações, o início do processo para construção do Centro de Formação Olímpica (CFO).  O objetivo do CFO  é  formar atletas de alto nível e será um dos mais completos do Brasil. O complexo, com área total de 85 mil metros quadrados, será implantado em frente ao Estádio Plácido Castelo, o Castelão.  A data da licitação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), da última quinta-feira (09).

O Centro permitirá a prática de 27 modalidades esportivas existentes, atualmente, nas Olimpíadas. Além do ginásio poliesportivo coberto, de padrão internacional, para receber 17 mil espectadores, o CFO contará com um hotel para atender até 262 pessoas, praça de alimentação, alojamento para até 150 atletas, pista de atletismo, campo de futebol, piscinas olímpicas, entre outras. O empreendimento contará ainda com passarela para pedestre que o ligará diretamente a Arena Castelão.

Para o Superintendente do Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE), Quintino Vieira, o objetivo do CFO é transformar o Estado em um celeiro de atletas de alto rendimento, visando principalmente os Jogos Olímpicos em 2016. A obra será supervisionada pelo DAE, órgão vinculado a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra).

Por ser um Regime Diferenciado de Contratações – RDC, as construtoras interessadas devem comparecer na Central de Licitações do Estado, no Centro Administrativo Bárbara de Alencar. O edital está disponível  na Central de Licitações, munido de um CD virgem ou pela Internet no site www.seplag.ce.gov.br.


domingo, 12 de maio de 2013

Terraplanagem da CSP está no fim

CONCLUSÃO DIA 20

Atuam hoje no canteiro de obras cerca de 1.430 funcionários. O número deverá saltar para 7 mil até o fim do ano

A etapa de terraplanagem da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) deverá acabar no próximo dia 20, segundo informações da Posco Engenharia e Construções do Brasil, responsável pela execução da construção da usina. Mesmo antes do fim da terraplanagem, já estão sendo feitos, no terreno onde o empreendimento será construído, serviços de escavação e a concretagem das fundações.


Principais serviços a serem realizados neste ano estão ligados à construção civil das mais importantes instalações da siderúrgica Foto: Divulgação


Atuam hoje no canteiro de obras cerca de 1.430 funcionários, segundo a Posco. Até o final deste ano, informa a empresa, espera-se que esse número aumente para aproximadamente sete mil trabalhadores. Já para o pico da obra, previsto para junho do próximo ano, é esperada a mobilização de mais de 15 mil funcionários.

Ainda conforme a Posco, os principais serviços realizados em 2013 estarão ligados à construção civil das principais instalações da siderúrgica, sendo as principais oportunidades de trabalho, neste ano são, voltadas para profissionais da área, entre os quais estão serventes, contínuos, auxiliares, pedreiros, armadores, carpinteiros e pintores, além de técnicos nas áreas de edificação, ambiental, segurança do trabalho, engenheiros e cargos administrativos.

Equipamentos

A empresa também informou que parte dos equipamentos necessários à construção da CSP desembarcados no Estado, já está no canteiro de obras, enquanto outro conjunto de equipamentos se encontra, em processo de Alfandegamento na Zona de Processamento do Pecém (ZPE) e uma última parte está no terminal de cargas do Porto do Pecém.

ZPE

Tendo concluído seu processo de alfandegamento em março último a ZPE Ceará - empresa que administra a zona de processamento de exportação do Estado - pretende realizar, neste semestre, um trabalho mais intenso de divulgação e apresentação para possíveis interessados em se instalar naquela área.

De acordo com o presidente da ZPE Ceará, Eduardo Macêdo, ainda existem "muitas dúvidas" quanto ao modelo da ZPE por parte de possíveis investidores. Ele destaca, entretanto, que o fim do alfandegamento já tem tornado mais consistente o trabalho de captação de investimentos feitos pela empresa, que hoje dialoga com empreendimentos de países como Portugal, Espanha e Coreia.

Segundo Macêdo, a ZPE Ceará se encontra em uma etapa de testes, durante a qual estão sendo avaliados equipamentos e sistemas ligados ao seu funcionamento. Ainda neste semestre, informa, a empresa deverá passar à etapa de "operação plena".


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Até 2014, CSP recebe 350 mil ton de maquinário

EM ABRIL HOUVE NOVA REMESSA 

Três novos carregamentos estão previstos para aportar no terminal do Pecém no próximo mês


Área terraplanada da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). No momento, encontra-se em fase de finalização o sistema de tratamento de esgoto para o período de construção da usina FOTO: DIVULGAÇÃO

Estão em andamento as primeiras fundações da siderúrgica e a construção do poço de vazamento do lingotamento contínuo fotos: divulgação

Às voltas com as obras do prédio sede da Zona de Processamento das Exportações (ZPE do Ceará), correndo contra o relógio para deixar tudo pronto e assegurar o alfandegamento da área pela Receita Federal, - em tempo hábil para receber a visita da presidente Dilma Rousseff, no dia 21 próximo, - a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), aperta o ritmo das obras do empreendimento, enquanto aguarda a chegada de novos carregamentos de materiais e equipamentos para dar forma à siderúrgica.

Para abril próximo, três novos carregamentos estão previstos para aportar no terminal do Pecém, de um total de 158 desembarques, já programados pela CSP até 2014. A projeção é que 350 mil toneladas de equipamentos e máquinas cheguem até o próximo ano, ao Ceará.

Neste primeiro momento, confirma a Assessoria de Imprensa da Companhia, os navios trarão partes e peças de máquinas para regeneração de calor, para produção de ar quente a ser insuflado no alto forno, equipado com blower/ventiladores com alta capacidade de fluxo de ar, sopradores, válvulas, mangueiras, juntas de expansão, estruturas metálicas, revestimentos refratários, tubulações e dutos.

Na lista de equipamentos constam ainda peças de alta complexidade, que envolve tecnologia de ponta, para o pátio de matérias primas, coqueria, sintetização, alto-forno, lingotamento contínuo e aciaria. "Estas instalações são consideradas o coração de uma siderúrgica", destaca a direção da CSP.

Esse material se juntará às outras 110 mil toneladas de materiais às obras da siderúrgica, a exemplo de chapas e escoras de aço que já chegaram no ano passado, por meio de 35 embarques marítimos. No momento, 36 volume com peças e partes específicas da coqueteria, num total de 1.953 metros cúbicos se encontram estocados no Porto do Pecém, aguardando o alfandegamento da ZPE do Ceará, para serem internalizá-los ao ativo da empresa e gozarem dos benefícios fiscais e tributários peculiares a uma zona de processamento de exportações.

Balanço de obras

Ainda de acordo com a direção da Companhia, as obras de construção da CSP, sob a responsabilidade da Posco Engenharia e Construção do Brasil (PEC), encontram-se, atualmente, voltadas às execuções de concretagem das fundações (scale pit) da aciaria e à instalação do lingotamento contínuo. Tais obras foram iniciadas respectivamente, em dezembro do ano passado e janeiro deste ano.

O balanço do último quadrimestre de 2012 e primeiros meses de 2013 registra o término da terraplenagem no site da siderúrgica - área de 498 hectares e conclusão do escritório satélite do Steel Making e Continuous Casting (Aciaria e Lingotamento Contínuo). Consta ainda o início do funcionamento da usina de beneficiamento de concreto do site - sob a responsabilidade da subcontratada coreana Dong Yong -,com produção diária é de 3.360m3 e a inauguração da ponte que liga a área auxiliar ao site industrial do canteiro da Companhia Siderúrgica.

Andamento

No momento, encontra-se em fase de finalização o sistema de tratamento de esgoto para o período da construção da usina e de conclusão da rede de água da sede da ZPE do Ceará. A CSP anuncia ainda, aportes de capital de US$600 milhões no ano passado além de outros R$ 5 milhões em ações para sustentabilidade ambiental.

Fonte: Diário do Nordeste - Negócios

Só a CSP justifica criação da Zona especial no CE

INDÚSTRIA ÂNCORA

A siderúrgica, orçada em US$ 8 bilhões, deve contribuir também para que nasça no Estado um polo metalmecânico

Brasília. O governo autorizou o funcionamento da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Pecém, no Ceará, onde será instalada a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), um empreendimento com investimentos estimados em US$ 8 bilhões, desenvolvido em parceria entre a Vale e as coreanas Dongkuk e Posco. Será a
primeira usina siderúrgica integrada do Nordeste.

Conforme o secretário executivo do CZPE, Gustavo Saboia, na ZPE também funcionará a Vale Pecém, que vai investir US$ 98 milhões FOTO: DIVULGAÇÃO

Segundo o secretário executivo do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), Gustavo Saboia Fontenele e Silva, o projeto da CSP é "tão grande", que somente ele justifica a criação da ZPE. Segundo os dados recebidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a previsão é que a primeira fase da siderúrgica entre em operação em 2015, produzindo 3 milhões de toneladas de placas de aço e gerando 4 mil empregos diretos e 10 mil indiretos. A segunda etapa entra em funcionamento em 2017, com a produção de chapas finas de aço.

"Isso vai permitir que nasça no Estado uma indústria metal mecânica", afirmou. Na ZPE também funcionará a Vale Pecém, que vai investir US$ 98 milhões para beneficiar o minério de ferro a ser utilizado pela CSP. O projeto processará 5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano para a siderúrgica. A ZPE nasce em uma área ao lado de onde deve ser instalada uma refinaria da Petrobras.

ZPE do Acre

A outra ZPE autorizada a funcionar no País foi a do Acre, que recebeu o aval do governo no ano passado. No entanto, a de Pecém, destaca o Mdic, será um empreendimento muito maior.

O foco principal é a agregação de valor às exportações brasileiras. Fontenele e Silva explicou que um levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostra que o preço médio de produtos semimanufaturados de ferro ou aço é 510% maior do que o preço exportado do produto primário.

Se a venda for de laminados planos de ferro ou aço, a diferença no valor sobe para 790% em relação ao produto básico.

Além disso, o secretário ressalta que a aprovação da ZPE considera o potencial de desenvolvimento regional. Ele afirma, no entanto, que há um controle rigoroso do governo para evitar que os produtos das ZPEs cheguem ao mercado nacional, além do porcentual permitido, para não afetar a competitividade das empresas fora dessa zona.

As companhias que se instalam em ZPEs têm tratamento tributário especial, mas precisam obter com exportações, no mínimo, 80% de sua receita bruta total. Os demais 20% da produção podem ser destinados ao mercado nacional, mas não estão isentos de tributos.

O secretário relata que a brecha foi uma segurança para as empresas em caso de retração no mercado internacional.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Kodak vende duas empresas por US$ 650 milhões

O acordo garante a continuidade das operações da Kodak fora dos Estados Unidos, afirmou o presidente-executivo, Antonio Perez
O acordo garante a continuidade das operações da Kodak fora dos Estados Unidos, afirmou o presidente-executivo, Antonio Perez

O acordo, sujeito à aprovação pelo Tribunal de Falências dos EUA, em Manhattan, também quita as reivindicações do fundo de cerca de US$ 2,8 bilhões contra Kodak.

A empresa pioneira de fotografia Eastman Kodak, que está em concordata, informou que vai vender dois de seus negócios de imagem remanescentes para o seu fundo de pensão do Reino Unido por US$ 650 milhões.

O acordo, sujeito à aprovação pelo Tribunal de Falências dos EUA, em Manhattan, também quita as reivindicações do fundo de cerca de US$ 2,8 bilhões contra Kodak.

O acordo garante a continuidade das operações da Kodak fora dos Estados Unidos, afirmou o presidente-executivo, Antonio Perez, em um comunicado.

A Kodak está tentando vender a maior parte de seus negócios voltados para consumidores e de documentação de imagens, e mudar seu foco para imagens comerciais.

As duas empresas que estão sendo vendidas são de imagens personalizadas, que incluem a maioria dos produtos de consumo e quiosques de impressão no varejo, e sua unidade de imagem de documentos, que faz scanners para clientes corporativos.

O negócio de imagens comerciais da Kodak inclui a sua comunicação gráfica, filmes e produtos químicos de especialidade.

No mês passado, a Kodak alterou o seu contrato de financiamento que obrigava a levantar pelo menos US$ 600 milhões com a venda de ativos de imagem não-comerciais.

A empresa, que lançou sua primeira câmera em 1888, não conseguiu mudar com sucesso para a imagem digital e entrou com pedido de recuperação judicial no ano passado.

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