Mostrando postagens com marcador 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2012. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Ivens e Gafisa juntos em cidade planejada

Estou colocando esta notícia de 17/03/2012 para meus amigos e parceiros entenderem o porque da especulação imobiliária no Eusébio esses dias...


O 290º homem mais rico do mundo e o nono do País é líder nacional em massas e biscoitos com seu grupo M. Dias Branco. Ele controla 25,6% em biscoitos e 25,1% em massas, mas se tem uma área que também atiça o instinto empreendedor de Ivens é o setor imobiliário. Ele está bem perto de um sonho no Eusébio, onde fica a Fábrica Fortaleza. Falta muito pouco para que ele e a paulista Gafisa batam o martelo em megaprojeto imobiliário, atrás da indústria. A área total é de 2 mil hectares e, a se confirmar a batida, a primeira fase da cidade planejada será lançada antes do final do ano. O negócio é de Ivens, fora do Grupo M. Dias Branco.

A propósito, surpreendeu positivamente Ivens a agilidade com que a Prefeitura de Eusébio atuou na legalização do negócio. Tudo caminhou célere e limpo na gestão do prefeito Acilon Gonçalves. Como deve ser.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Produção de calçados deve aumentar 10% neste ano

NO CARIRI

Mesmo com queda nas exportações de 9% em 2012, o Ceará conseguiu aumentar em 7,5% os pares embarcados



O Ceará exportou mais da metade de pares de calçados que o Rio Grande do Sul, líder nas vendas. O 1º lugar fechou 2012 com US$ 385 milhões e o Estado, que ficou em 2º lugar, teve faturamento de US$ 319 milhões FOTO: SILVANA TARELHO


Se o ano passado resultou em declínio para o setor de calçados em todo o País, o Ceará conseguiu se manter sem crescimentos, porém, sem perdas. Para este ano, na região do Cariri - que concentra um dos polos industriais do Estado - a projeção é de aumento de 10% no faturamento, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados e Vestuário de Juazeiro do Norte e Região (Sindindústria), Antônio Mendonça. A expectativa é fechar 2013 com uma produção de 100 milhões pares de calçados.

Segundo dados do Sindindústria, as 250 empresas da região fecharam 2012 com 96 milhões de pares produzidos e com 16 mil funcionários empregados. "O ano foi difícil para o setor de modo geral, principalmente para as exportações. Mas, na região, temos nos mantido. Para 2013, começamos dando continuidade ao projeto de inovação, com busca de informação", comenta Mendonça.

Projeção local

De acordo com ele, no ano passado houve melhoria do produto, estabilidade no mercado cearense e projeção da produção local. "Não é um crescimento palpável, mas, para mim, é um crescimento na questão de fixar melhor as marcas", analisa o presidente. A ideia, destaca Mendonça, é buscar inovação para se manter no mercado no intuito de se tornar mais competitivo e vender para todo o Brasil.

"Os pequenos e médios produtores vêm trabalhando em busca de diferencial - um produto que se identifique mais com a necessidade do consumidor local", diz. Dentre os maiores consumidores dos produtos da região do Cariri estão os estados do Nordeste e São Paulo, este último representa 20% das vendas. As exportações, segundo ele, ficam por conta das grandes indústrias instaladas no Ceará.

Exportações

O Brasil teve movimento de queda nas exportações no ano passado, com decréscimo de 15,7%, o pior resultado em 25 anos, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados). "No Ceará, a queda foi de 9%, mas houve crescimento de 7,5% nos pares embarcados, podendo ser entendida como a redução do valor médio do calçado embarcado pelo Estado", comenta o diretor-executivo da Abicalçados, Heiton Klein.

Klein explica que isso ocorreu devido à desvalorização da moeda nacional. Apesar de ter aumentado o volume das vendas e ter comercializado com preços menores, ele ressalta que o movimento não significa perda de rentabilidade - já que é possível angariar com essa desvalorização da moeda ao mesmo tempo que se transfere o benefício para o comprador. O valor médio do par comercializado no Ceará, em 2011, foi de R$ 7,79, passado para R$ 6,60 em 2012.

O diretor-executivo também comenta que a indústria cearense tem apresentado um "comportamento interessante" na produção nacional e nas exportações, com liderança em alguns meses do ano passado.

"No total do ano, é um dos estados mais importantes em volume de negócios, com 45 milhões de pares exportados em 2011 e 48 milhões de pares em 2012. A liderança é em termos físicos pelas características do produto, que acaba não sendo líder em termos monetários", analisa o diretor-executivo. O Ceará exportou mais da metade de pares de calçados que o Rio Grande do Sul, líder nas vendas. O primeiro lugar fechou ano passado com US$ 385 milhões e valor médio do par de R$ 24,97. Enquanto isso, o Ceará, que ficou em segundo lugar, teve faturamento de US$ 319 milhões.

Com relação às exportações para a Argentina, cuja entrada de calçados brasileiros esteve barrada desde 2011, Klein ressalta que a questão foi parcialmente contornada. "Em outubro e novembro (do ano passado), a Argentina liderou grande volume de exportação e os embarques foram quase normalizados. Agora, em fevereiro, vamos ter concentração maior de entrega para a temporada outono e inverno. Se não for verificada a mesma agilidade, vamos procurar o governo para solicitar adoção de medidas", afirma.

América Latina

Dentre os países que têm se mostrado as maiores apostas para o mercado brasileiro estão a França, cujo crescimento nos embarques de pares foi de 15,8% em 2012. "Além disso, estamos observando os países da América Latina, especialmente Bolívia, Colômbia e Peru, que estão movimentando interesse pelo produto". Já a Argentina, segundo Klein, não se apresenta como uma mercado tão promissor para o produto brasileiro. "Acredito que, embora se tenha expectativa, o produto continuará excedendo pela deterioração da economia, a queda no consumo e a diminuição das compras", diz.

Mercado interno

Com a queda nas exportações e o natural aumento da oferta interna, a disputa no mercado ficou mais acirrada. "Tivemos crescimento no consumo de calçados na ordem de 5%, mas não favoreceu as indústrias do Brasil, porque a importação teve crescimento notável", afirma o diretor-executivo. Isso porque, destaca, as importações cresceram 24% em valor e 14% em quantidade no ano passado.

Para conter uma possível concorrência desleal, sobretudo dos produtos asiáticos, ele diz que a indústria nacional está buscando soluções junto ao governo federal.

"O trabalho é no sentido de colocar freio nas altas cargas comerciais e na concorrência que não tem condições de combater", lamenta Klein.

Fonte: Diário do Nordeste - Negócios

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Porto das Dunas

Aquiraz

Excelente terreno com Estudo de Viabilidade próximo ao Beach Park.













Para mais informações, meus contatos estão abaixo.




Maurício Uchôa

CRECI Nº 8585F

+55 85 8607-7350 oi

+55 85 9989-2607 tim
+55 85 9163-8969 claro



...mais terrenos a venda.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Acesu apostará no supermercadista local

SEVERINO NETO
Diário do Nordeste

O presidente dos Mercadinhos São Luiz investe na qualidade de conhecimento do perfil do cliente cearense

"Neste ano de 2012 foram muitas as aberturas de loja e um aumento da concorrência feroz. Os supermercados locais tem se saído muito bem, diante das multinacionais que têm se instalado. Esse destaque vem do conhecimento do cliente, por conta da proximidade.


No comando da Acesu em 2013, Neto diz que serão feitas várias parcerias Foto: Divulgação

A partir de 1º de janeiro de 2013 estarei como presidente da Acesu (Associação Cearense de Supermercados) e a minha intenção é fortalecer o setor supermercadista no Ceará, com a colaboração dos associados e dos diretores. Estamos nos organizando para isso, com um projeto e um planejamento que será elaborado. O primeiro passo é renovar e essa é a palavra que vamos seguir. Renovação e foco na qualidade, fazendo parceria com todos, especialmente com os nossos fornecedores.

Limitações

Hoje, o setor tem uma série de dificuldades de logística e operação. A ideia é clarear bem as operações de parceria com órgãos reguladores do setor e com tudo aquilo que leve o melhor serviço para o cliente e continue dado destaque ao supermercadista cearense. Para os Mercadinhos São Luiz, o ano de 2012 foi super positivo. Foi um ano de muito trabalho onde a gente qualificou tremendamente nossas lojas. Reformamos duas lojas grandes, uma na Av. Oliveira Paiva e outra em Juazeiro do Norte. Estamos a nível de qualquer supermercado do País com lojas super capazes e equipadas - e continuaremos com esse processo de qualificação no próximo ano. Vamos começar 2013 com a reabertura da loja da Praia de Iracema, organizando, contando com novos equipamento.

Teremos todos os serviços necessários para o que está sendo exigindo, atualmente, pelo mercado - com lojas realmente modernas e diferenciadas. Também vamos abrir outra loja na Avenida Santos Dumont, iniciaremos construção de um centro de distribuição e faremos uma reforma na unidade localizada na Avenida Virgílio Távora.

Aprimoramento

Além das ações constantes de qualificação, estamos sempre nos aprimorando com foco no nosso cliente. Conquistamos um posto de destaque no setor voltado para a qualidade e continuaremos com esse foco mais do que nunca, sem esquecer da variedade e do preço - competitivo como sempre foi," observa Severino Neto.

2013 marcará a sexta expansão do Iguatemi

"Em 2012, comemoramos os 30 anos do Iguatemi. Foi um ano marcante na história do Shopping e na sua relação com a população de Fortaleza porque o empreendimento se consolidou como destino de compras e de encontro do fortalezense, devido seu mix de lojas e a diversidade de opções que atendem a todas as classes sociais. Isso fortaleceu a sua posição de líder no mercado regional e ampliou o seu processo de participação no crescimento da economia.

Ilia Freitas Alencar, diretora-presidente da Jereissati Centros Comerciais, diz que ampliação do Shopping Iguatemi trará um mix cuidadoso de lojas Foto: Alex Costa

Balanço

Ao fazer um balanço do ano, constatamos que 2012 para o Iguatemi foi muito positivo. Estivemos 100% locados e nossa clientela continua nos prestigiando como faz durante essas três décadas. Para fechar a comemoração dos 30 anos estamos sorteando um prêmio bastante especial, que é o automóvel Mercedes-Benz conversível modelo SLK-250, que é um presente para nossos clientes.

Para 2013, teremos novos e importantes desafios, como o início da operação do túnel de acesso pela Avenida Washington Soares. Esta importante obra deverá ficar pronta entre fevereiro e março. É uma intervenção demorada porque mexe com o trânsito em vias muito movimentadas.

Já em janeiro de 2013, teremos o começo do projeto da sexta expansão do shopping, com o fechamento da área necessária para a obra. Ao longo do ano, iniciaremos o processo de comercialização de novas lojas de marcas nacionais e internacionais, ampliando o leque de opções à clientela do Iguatemi e à população como um todo. Traremos, como fizemos de outras expansões, o que há de mais moderno em arquitetura com muito conforto e um mix cuidadoso, entendendo sempre melhor o público.

Anexo

Esta expansão está sendo pensada com bastante cuidado, pois vamos anexar uma nova etapa do shopping às áreas em pleno funcionamento, integrando todas as etapas e mantendo nosso padrão de qualidade. Esta tem sido a nossa caminhada, tendo como principal parceiros os nossos colaboradores, lojistas e clientes", conclui Ilia Freitas.

Meia Sola terá novo complexo

"O ano de 2012 foi um ano de crescimento um pouco mais tímido do que o realizado em 2011 referente ao ano anterior. Ainda assim, acreditamos que são nesses momentos que surgem as melhores oportunidades e que é preciso sempre investir para continuar crescendo. Inauguramos em 2012 duas novas lojas, da franquia Schutz, um novo negócio, que têm sido bem-sucedidas desde sua abertura. Totalizamos o ano com 18 unidades, entre lojas de calçados, acessórios e cosméticos, em três estados. O Grupo Meia Sola hoje abrange as marcas: Meia Sola, Arezzo, Schutz, L´Occitane e Pop Club.

A empresária do grupo, Tane Albuquerque, destaca que o fato de Fortaleza se firmar como um polo regional tem fortalecido a economia FOTO: DIVULGAÇÃO

Projetos

Para 2013, já temos planejado para o primeiro semestre a abertura de um complexo na Avenida Dom Luís que abrangerá três marcas do grupo: Meia Sola, Arezzo e a franquia francesa L´Occitane. Com um espaço de mais de 400 metros quadrados, está localizado no centro de comércio de rua de alto padrão de Fortaleza, próximo às melhores lojas locais e nacionais. Além disso, está prevista a abertura de mais uma loja Arezzo, em local a ser divulgado em breve, já com novo layout de loja que começará a ser replicado em todas as mais de 220 lojas da marca em todo o País.

Crescimento

Acreditamos que teremos um ano positivo com crescimento da economia local. Fortaleza cada vez mais se firma como um pólo regional e os eventos esportivos dos próximos anos trarão ainda mais vigor à nossa economia. Estamos otimistas!", destaca Tane Albuquerque.

McDonald´s quer aumentar lojas

"Este ano de 2012 não foi um ano fácil. Nós tínhamos uma expectativa maior crescimento de vendas, mas nós somos sempre otimistas e queremos um pouco mais - pois temos uma base de projeção maior. De outubro para o fim do ano, tivemos uma boa melhoria. No período, sinto o comércio mais aquecido, comparando com o primeiro semestre do ano. Até então, esperamos um bom Natal.

O franqueado do McDonald´s em Fortaleza, Adolfo Bichucher, afirma que os projetos de abertura de restaurante levam cerca de dois anos FOTO: MARÍLIA CAMELO

Novas lojas

Vamos entrar 2013 na expectativa de bom crescimento. São muitos os projetos para o aumento do número de lojas, com negociações que duram cerca de dois anos. O nosso maior objetivo é o desenvolvimento das pessoas, pois cada uma dessas loja demanda entre 80 e 90 funcionários. Pensamos a médio e longo prazo, e não vemos apenas um ano específico. Nos nossos projetos, as pessoas fazem a diferença e irão ser o diferencial no desenvolvimento de equipes em 2013, com reflexos até 2015. Vários shoppings serão abertos em Fortaleza, como o Shopping Parangaba e o Shopping RioMar, e o McDonald´s estará nos empreendimentos. Planejamos mais pontos de drive thru e isso demanda tempo de preparação. Temos em Fortaleza 13 restaurantes e um em Juazeiro do Norte, somando 14 no Ceará. A expectativa é crescer de forma constante nos próximos quatro anos," observa Adolfo Bichucher.

Fonte: Negócios - Diário do Nordeste (23.12.2012)

Ceará terá R$ 363 mi para melhorias em dez aeroportos

PACOTE DE INFRAESTRUTURA
Diário do Nordeste

Com R$ 2,1 bilhões, Nordeste será a região mais beneficiada com investimentos do governo federal

Fortaleza/Brasília. O Ceará terá R$ 363 milhões em investimentos para melhorias na infraestrutura de nove aeroportos regionais, além do Pinto Martins, em Fortaleza. Serão contempladas as cidades de Juazeiro do Norte, Iguatu, Quixadá, Aracati, Crateús, Canindé, Sobral, Itapipoca e Jijoca de Jericoacoara. O montante faz parte de um aporte de R$ 7,3 bilhões anunciado, ontem, pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, para 270 aeroportos.


O terminal de Aracati está entre os beneficiados com as medidas do governo para melhorar a infraestrutura aeroviária FOTO: KID JÚNIOR

Dentro do pacote, o Nordeste será o principal beneficiado, com R$ 2,1 bilhões a serem investidos em 64 terminais aeroviários. O montante a que o Ceará terá acesso é o segundo maior da região, abaixo apenas da Bahia, que contará com R$ 548 milhões. Na região Norte, onde muitos municípios têm na aviação o único meio de ligação com as capitais, serão investidos R$ 1,7 bilhão e, beneficiados, 67 aeroportos. No Centro-Oeste, R$ 900 milhões devem ser aplicados em 31 aeroportos.

Já na região Sudeste, o governo prevê gastar R$ 1,6 bilhão em 65 aeroportos regionais, sendo 33 deles em Minas Gerais e 19 em São Paulo. No Sul, 43 aeroportos serão beneficiados com R$ 1 bilhão em investimentos.

Incentivo às pequenas

Os recursos públicos também vão subsidiar fortemente a operação em pequenos aeroportos regionais, de forma a estimular companhias aéreas menores. O governo não está satisfeito com o atual duopólio do mercado de aviação brasileiro, concentrado nas mãos de TAM e Gol.

Os aeroportos regionais que registrarem circulação inferior a 1 milhão de passageiros por ano terão isenção de tarifa aeroportuária. Além disso, o governo se comprometerá a subsidiar até metade dos assentos em aeronaves que se dispuserem a voar entre terminais mais afastados dos grandes centros.

Durante o evento, a presidente Dilma Rousseff assinou decreto que autoriza a exploração comercial de aeroportos privados - hoje, só os públicos podem cobrar tarifa para receber voos. Esses aeroportos privados, porém, só poderão receber voos de aviação geral, ou seja, basicamente jatos executivos.

Voos comerciais

Com a medida, o governo espera abrir espaço nos grandes aeroportos, das capitais, para receber mais voos comerciais, ou seja, de grandes aviões.

Segundo Wagner Bittencourt, os operadores privados vão responder diretamente por qualquer ocorrência relacionada a seus aeroportos.

"Essas ações que anunciamos hoje para o setor de aeroportos fazem parte de toda uma série de iniciativas que temos tomado para resolver os gargalos de infraestrutura no País", disse a presidente, lembrando dos pacotes para investimentos em estradas, ferrovias e portos divulgados pelo governo desde agosto.

De acordo com ela, os investimentos no setor aeroportuário são necessários para dar conta da demanda por voos que aumentou no país com a elevação da renda dos brasileiros nos últimos anos. A presidente afirmou ainda que o governo está "melhorando o ambiente de negócios no Brasil" e disse que, ao contrário do anunciado anteriormente, não haverá aumento no valor da tarifa de navegação cobrada das empresas aéreas. "Sabemos que o ambiente de negócios teve menos incentivos. Agora, com os juros caindo, queremos eliminar a logística cara e ineficiente. Queremos criar estabilidade para que as pessoas invistam", disse a presidente.

Concessões

O ministro Wagner Bittencourt confirmou também a concessão dos aeroportos de Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais. Segundo ele, a previsão é que o edital de concessão seja publicado até agosto de 2013. O leilão deve ocorrer em setembro. O governo estima que os aeroportos recebam de seus administradores privados R$ 11,4 bilhões em investimentos - R$ 6,6 bilhões no Galeão e R$ 4,8 bilhões em Confins. O governo decidiu manter o modelo do leilão anterior, realizado em fevereiro, em que foram concedidos os aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília. Isso significa que a Infraero será sócia minoritária em uma sociedade que vai administrar o aeroporto. Entretanto, o governo tornou um pouco mais rígidas as regras para participar do leilão. O consórcio interessado deverá contar com a participação de uma empresa com experiência na operação de aeroportos com movimentação de pelo menos 35 milhões de passageiros por ano.

Governo cria nova estatal para a aviação

Brasília. O Brasil conta, a partir de hoje, com mais uma empresa estatal na árvore do setor público. Nesta quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação da Infraero Serviços, subsidiária da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), estatal que administra os aeroportos no País há exatos 40 anos. A nova empresa terá como tarefa absorver tecnologia internacional em gestão de aeroportos e aplicá-la no País.

Com isso, a presidente Dilma já criou quatro estatais ao longo de seus 23 meses de mandato - seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, autorizou cinco estatais em oito anos.

Atuação

Além da Infraero Serviços, a lista das estatais de Dilma é composta pela Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A., a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias S.A, e a Empresa Brasileira de Planejamento e Logística (EPL). A Infraero Serviços vai atuar em parceria com um operador internacional de aeroportos, isto é, será a responsável pela parcela de 49% dos terminais privatizados.

Fonte: Negócios - Diário do Nordeste (21.12.2012)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

CADE VAI APRECIAR

Fusão inclui Norsa e mais 2 empresas
Diário do Nordeste

A Norsa, a Guararapes, e a Renosa - fabricantes que integram o Sistema Coca-Cola Brasil, assinaram um acordo de fusão de atividades. A informação foi confirmada ontem pela Coca-Cola. Conforme divulgou a Norsa, por meio de nota, o acordo ainda será submetido à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

De acordo com a Norsa, caso a fusão seja aprovada, será criado o segundo maior fabricante do Sistema no Brasil. A empresa informou ainda que o novo empreendimento será responsável pela operação em todo o Nordeste, além de Mato Grosso e partes de Tocantins e Goiás. A expectativa é que a transação seja concluída em 2013.

Segundo reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico, a nova empresa terá 15 mil funcionários, 13 fábricas e 23 centros de distribuição, com produção de 2,3 bilhões de litros da bebida. Segundo o jornal, o faturamento combinado das três companhias, atualmente, é de cerca R$ 6 bilhões.

Fonte: Negócios - Diário do Nordeste (21.12.2012)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Fazenda de Camarão em Mossoró



Fazenda de Camarão em Mossoró/RN.

São 125 hectares com 14 viveiros de 1,5 hectares cada. 95 hectares destinados para ampliação dos viveiros.

Valor: R$7.000.000,00 (sete milhões de reais).



ÁREA PARA CULTIVO DO CAMARÃO:
  • 14 viveiros de 1,5ha cada, com comportas de adução e comportas (Y) para despesca;
  • Canal de adução (abastecimento) com cerca de 4 ha de extensão;
  • Canal de despesca (drenagem) com cerca de 3 ha de extensão;
  • 95 ha para ampliação dos viveiros;
  • Área de 32 hectares de Reserva Legal.


Maurício Uchôa
CRECI 8585F

55 85 8607-7350 oi
55 85 9989-2607 tim
55 85 9163-8969 claro

OBS: Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Novembro - 2013

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Indústria quer investir mais e contratar menos em 2013, mostra FGV


Boa notícia!

SÃO PAULO - Maior número de empresas do setor industrial quer aumentar os investimentos em 2013, mas caiu a parcela daquelas que pretendem aumentar o número de empregados, segundo mostrou nesta quinta-feira a Sondagem de Investimentos realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no bimestre outubro-novembro.

“Apesar do fraco desempenho recente do setor industrial e das incertezas em relação à economia mundial, as previsões para 2013 não podem ser qualificadas como pessimistas. Para o emprego, no entanto, as previsões são menos favoráveis”, diz a FGV no relatório em que divulgou a pesquisa.

De acordo com a Sondagem, 50% das empresas pesquisadas querem aumentar os aportes em capital fixo em 2013, enquanto 15% preveem redução nos investimentos. Na mesma época em 2011, quando questionadas sobre suas intenções para 2012, a parcela das que pretendiam aumentar os aportes era a mesma, mas apenas 43% realizaram essa previsão. Naquela ocasião, 17% disseram que diminuíram os investimentos, mas o resultado foi pior: 28% reduziram os aportes.

A FGV observa o resultado alcançado em 2012 mostra piora do ambiente dos negócios na comparação com 2011, quando 54% aumentaram e 20% diminuíram os investimentos.

Entre as empresas que preveem investir mais em 2013, a faixa mais citada foi a de crescimento entre 5,1% e 10%, apontada por 32% das empresas (36% para 2012). Crescimento superior a 20% nos investimentos foi projetado por 26% das empresas (20% para 2012); evolução positiva entre 10,1% e 20% foi prevista também por 26% dos informantes (24% para 2012). Elevação dos aportes entre 0,1% e 5% foi citada por 16% das empresas (ante 20% para 2012).

Mão de obra

As expectativas para contratações pela indústria em 2013 tornaram-se menos favoráveis em comparação com as previsões feitas no bimestre outubro-novembro do ano passado para este ano: a parcela de empresas pretendendo contratar diminuiu de 36% para 32% e as que programam demissões aumentou de 10% para 12%.

Ao comparar as previsões para este ano com o que de fato ocorreu, houve piora do mercado de trabalho no setor industrial. Embora o percentual de empresas que contrataram tenha ficado próximo do projetado (37%), a parcela das que demitiram superou de longe a estimativa inicial (23%).

Em 2011, 43% das empresas contrataram, 15% demitiram.

Faturamento

Quanto ao faturamento, 54% das empresas apontaram crescimento das vendas reais em 2012, ante 62% em 2011; 24% reportaram redução do faturamento, ante 15% no ano passado.

Mas as previsões para o faturamento em 2013 são mais favoráveis do que as feitas no ano passado para 2012. A parcela de empresas que preveem crescimento real das vendas (descontada a inflação) passou de 69% em 2012, para 71% em 2013. A proporção de empresas que projetam diminuição do faturamento no ano seguinte passou de 8% para 6%.

Entre as empresas que projetam aumento do faturamento, 44% acreditam numa taxa de crescimento na faixa entre 5,1 e 10%, com 42% no ano passado. Em seguida, vem a faixa de crescimento entre 10,1 e 20%, projetada por 28% das empresas, contra 29% em 2012. Crescimento entre 0,1% e 5% foi previsto por 17% das empresas (23% em 2012); e 11% projetam crescer mais de 20% (6% em 2012).

Para a edição do bimestre outubro-novembro de 2012 da Sondagem de Investimentos da FGV foram consultadas 936 empresas, responsáveis por vendas de R$ 561 bilhões.

Fonte: Valor Econômico

ZPE vai receber nova usina em 2013

VALE PECÉM

O empreendimento, de propriedade da Vale, irá fornecer minério à CSP e deverá gerar cerca de 180 empregos diretos

A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Pecém passará a abrigar um novo empreendimento a partir do próximo ano. Na última quarta-feira, o Conselho Nacional das ZPEs aprovou, para essa área, o projeto industrial da usina Vale Pecém, de propriedade da Vale.


A ZPE do Pecém é a que se encontra em estágio mais avançado entre as zonas desse tipo no País. Para a Emazp, uma das possíveis vocações da área é concentrar indústrias de base Foto: Divulgação

Prevista para ter as obras iniciadas no próximo semestre, a unidade será responsável por fornecer à Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) o minério a ser utilizado durante sua operação.

Segundo o presidente da Emazp - empresa que administra a ZPE do Pecém -, Eduardo Macêdo, a nova usina irá receber minérios extraídos pela Vale em outros estados e atuará no beneficiamento (principalmente na etapa conhecida como "blendagem") do produto. Após esse processo, o minério será fornecido à CSP. Ao todo, a unidade poderá fornecer 5 milhões de toneladas de minério a cada ano.

Exclusividade

O presidente salienta que toda a produção da nova unidade será voltada exclusivamente para a CSP, que, por sua vez, só comprará minério beneficiado da Vale Pecém. A Vale é uma das sócias da CSP, com 50% de participação nas ações da siderúrgica.

A expectativa, informa Macêdo, é que a construção tenha início no próximo semestre. Já a operação, que irá demandar cerca de 180 empregos diretos, está prevista para o segundo semestre de 2015. O investimento da Vale na nova unidade, acrescenta, é de US$ 98 milhões. A Vale Pecém, informa, irá ocupar um espaço de aproximadamente 14 hectares na ZPE.

As empresas instaladas nas ZPEs têm de destinar 80% da produção para outros países. Macêdo explica que não há impedimento, todavia, para a relação entre a CSP e a Vale Pecém, uma vez que ambas estão localizadas na área da ZPE do Pecém.

O presidente destaca que, entre os pontos que pesaram na decisão de instalar a unidade, estão a proximidade com o Porto do Pecém e os incentivos tributários da ZPE. Ele frisa ainda que a ZPE do Pecém abrigará uma das maiores mineradoras do mundo e é a zona desse tipo que se encontra em estágio mais avançado no País. "Nós estamos fazendo história. Esse é mais um passo para o futuro do nosso Estado".

Equipamento da CSP espera

Antes previsto para o próximo sábado, o alfandegamento da ZPE do Pecém deverá se dar em nova data, mas a expectativa da Emazp - empresa que administra a área - é que o processo seja concluído ainda neste mês, antes do recesso de fim de ano.

Somente após a conclusão do alfandegamento serão enviados à ZPE os equipamentos comprados pela CSP com benefícios fiscais. A previsão é que o navio que irá transportar os equipamentos parta da Coreia logo após o alfandegamento, demorando cerca de 30 dias para chegar ao Ceará.

Ainda neste mês, técnicos da Receita Federal visitam a área da ZPE do Pecém. Segundo o presidente da Emazp, Eduardo Macêdo, 99% da análise da documentação necessária ao alfandegamento já foi concluída, enquanto a parte ligada aos sistemas e à estrutura da ZPE está 95% finalizada. "Esperamos que até o recesso esteja tudo finalizado e seja emitido o ADE (Ato Declaratório Executivo). A Receita tem mostrado muita boa vontade, mas entendemos que ela também não pode ser flexível", afirma o presidente. O ADE é o documento que irá oficializar o alfandegamento.

Além de aprovar, na última quarta-feira, o projeto industrial da Vale Pecém, o Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) também aprovou a instalação de empreendimentos na ZPE do Acre e na de Parnaíba, no Piauí.

Para Macêdo, o desenvolvimento de novas zonas desse tipo não chega a representar algum tipo de concorrência à ZPE do Pecém, já que cada área possui vocações e particularidades únicas. "Existe uma só bandeira das ZPEs, que é a brasileira. Agora, cada uma tem as suas características", frisa, destacando que a ZPE do Pecém poderá se destacar como uma área que concentre indústrias de base.

Por
JOÃO MOURA
REPÓRTER DO DIÁRIO DO NORDESTE

Fonte: Negócios - Diário do Nordeste (14.12.2012)

Beija-flor






















PGE ainda negocia área para transferir anacés


APESAR DO OTIMISMO
PGE ainda negocia área para transferir anacés
14.12.2012

Maior dificuldade é porque o terreno exigido pelos anacés deve ser contínuo e 4 áreas serão adquiridas

O que se pensava já estarem plenamente resolvidas, as negociações para aquisição do terreno de 720 hectares, no município de Caucaia, para doação e assentamento de 160 famílias que se autodenominam anacés, ainda levarão algum tempo. Para compor a área exigida pela Fundação Nacional do Índio (Funai), o governo do Estado do Ceará está negociando a aquisição de quatro terrenos contíguos, pertencentes a quatro proprietários diferentes, o que demanda "jogo de cintura" por parte da Procuradoria Geral do Estado (PGE).


O governo estadual chegou a programar um ato simbólico de entrega do terreno à Petrobras, mas preferiu adiar novamente já que a área ainda não foi comprada FOTO: ALEX COSTA

Atualmente, a PGE negocia com um proprietário pessoa física, com uma pessoa jurídica (empresa) e com os signatários de dois espólios de família. Com um (pessoa física) já acertamos, com outros dois, dos espólios, já tivemos as duas primeiras conversas, eles estão abertos às negociações e até já nos entregaram a documentação e outro , de uma empresa, que estava sendo loteado, nós estamos tentando chegar a um meio termo, de preço de aquisição e desapropriação", explicou ontem, o titular da PGE, Fernando Oliveira.

Dificuldade

Segundo o procurador, a maior dificuldade é porque o terreno exigido pelos Anacés, deve ser contínuo, e o terreno da empresa fica bem no meio, interpondo-se à passagem à rodovia CE-085. Oliveira avalia, no entanto, que, tanto por parte da empresa, quanto dos demais proprietários, "há disposição para negociar", e que as negociações poderão ser concretizadas até o fim deste ano. "Todos têm demonstrado o interesse em chegar a um consenso, para compra ou uma desapropriação amigável, o que dá no mesmo", explica o procurador. Conforme disse, após serem adquiridos pelo Estado, serão transferidos à União, notadamente à Funai, que ficará responsável pelo assentamento dos indígenas na região.

Funai

Ele informou, inclusive, que técnicos da Funai já estiveram visitando a área, que custará aos cofres do Estado, ou seja, ao contribuinte cearense, R$ 15 milhões. "Para nós, este terreno é perfeito", respondeu Oliveira, observando que as aquisições dos vêm sendo tratadas juntos com a Funai e com eles (representantes dos Anacés) em Brasília, com o acompanhamento de equipes da Seinfra e do Ministério Público Federal. Além dos terrenos, estão sendo discutidos ainda, a infraestrutura, a exemplos da a construção de moradias, de escola, posto de saúde etc), que serão custeadas pela Petrobras, ao preço de mais R$ 15 milhões, totalizando investimentos de R$ 30 milhões, em terrenos e benfeitorias na área.

Apesar do otimismo de Fernando Oliveira em solucionar o mais rápido possível a questão das áreas indígenas, a refinaria continua tendo que derrubar barreiras nos últimos meses. Por isso, houve o adiamento da cerimônia de início simbólico do empreendimento, antes agendada pelo governador Cid Gomes para o próximo domingo (16).

Antes disso, a Petrobras passou a não contar mais com as autorizações ambientais que já havia recebido para realizar as primeiras intervenções da instalação da refinaria Premium II, pois, no último dia 21 de novembro, encerrou-se o prazo para dar início às obras.

A primeira delas, liberando o desmatamento para construção do cercamento expirou na semana anterior à data, e, neste dia, a que autoriza o cercamento, instalação de guaritas e áreas de servidão perde sua validade.

Valor total

30 milhões de reais é quanto deve ser pago pela área onde os anacé serão reassentados

CARLOS EUGÊNIO
REPÓRTER 

Fonte: Negócios - Diário do Nordeste

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Bela Casa Plana na Sapiranga R$400.000,00


Bela Casa Plana na Sapiranga R$400.000,00
Descrição: 3 suites(sendo 1 reversível), sala de estar/jantar em L, cozinha americana, dependência completa de empregada, área de serviço, 3 vagas de garagem, piscina.


Maurício Uchôa
CRECI 8585F

+55 85 8607-7350 oi
+55 85 9989-2607 tim
+55 85 9163-8969 claro












Bela Casa Plana na Sapiranga R$400.000,00
Descrição: 3 suites(sendo 1 reversível), sala de estar/jantar em L, cozinha americana, dependência completa de empregada, área de serviço, 3 vagas de garagem, piscina.


Maurício Uchôa
CRECI 8585F

+55 85 8607-7350 oi
+55 85 9989-2607 tim
+55 85 9163-8969 claro
















Bela Casa Plana na Sapiranga R$400.000,00
Descrição: 3 suites(sendo 1 reversível), sala de estar/jantar em L, cozinha americana, dependência completa de empregada, área de serviço, 3 vagas de garagem, piscina.


Maurício Uchôa
CRECI 8585F

+55 85 8607-7350 oi
+55 85 9989-2607 tim
+55 85 9163-8969 claro






















Bela Casa Plana na Sapiranga R$400.000,00
Descrição: 3 suites(sendo 1 reversível), sala de estar/jantar em L, cozinha americana, dependência completa de empregada, área de serviço, 3 vagas de garagem, piscina.


Maurício Uchôa
CRECI 8585F

+55 85 8607-7350 oi
+55 85 9989-2607 tim
+55 85 9163-8969 claro




























Bela Casa Plana na Sapiranga R$400.000,00
Descrição: 3 suites(sendo 1 reversível), sala de estar/jantar em L, cozinha americana, dependência completa de empregada, área de serviço, 3 vagas de garagem, piscina.


Maurício Uchôa
CRECI 8585F

+55 85 8607-7350 oi
+55 85 9989-2607 tim
+55 85 9163-8969 claro




















Bela Casa Plana na Sapiranga R$400.000,00
Descrição: 3 suites(sendo 1 reversível), sala de estar/jantar em L, cozinha americana, dependência completa de empregada, área de serviço, 3 vagas de garagem, piscina.


Maurício Uchôa
CRECI 8585F

+55 85 8607-7350 oi
+55 85 9989-2607 tim
+55 85 9163-8969 claro


















Bela Casa Plana na Sapiranga R$400.000,00
Descrição: 3 suites(sendo 1 reversível), sala de estar/jantar em L, cozinha americana, dependência completa de empregada, área de serviço, 3 vagas de garagem, piscina.


Maurício Uchôa
CRECI 8585F

+55 85 8607-7350 oi
+55 85 9989-2607 tim
+55 85 9163-8969 claro

OBS: Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Setembro - 2012

Busca