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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Ceará receberá a primeira usina de hidrogênio verde do Brasil com operação já em 2022

Em transmissão ao vivo pelas redes sociais, o governador Camilo Santana anunciou, ao lado da diretoria da EDP do Brasil, a instalação do projeto piloto para implantação de uma usina de hidrogênio verde no Pecém. 

Com capacidade de produção de 250 Nm3/h do gás. Sua operação deve ser iniciada já em dezembro de 2022, atraindo um total de R$ 41,9 milhões de investimento.

Camilo celebrou que o Ceará está se tornando a casa do hidrogênio verde. “É com alegria que recebemos a notícia que a multinacional EDP do Brasil fará um investimento de quase R$ 42 milhões em hidrogênio verde no Brasil. 

Ao anunciar que o Ceará terá a primeira usina de hidrogênio verde no País. 

Temos apostado muito nessa energia limpa, e a EDP já gera mais de 350 empregos diretos no Ceará no Porto do Pecém com sua termelétrica, que que produz quase a metade do consumo de energia de todo o Estado”, disse.

No evento estavam presentes João Marques da Cruz, CEO da EDP no Brasil, Luís Otávio, seu vice-presidente, Nuno Costa, seu diretor de comunicação, Lourival Teixeira, diretor da companhia no Brasil.

O secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Maia Júnior, a secretária executiva da Sedet, Rosiane Oliveira, e o presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S/A), Danilo Serpa.

A nova usina

Instalada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), a planta será a primeira do grupo, com capacidade de 3 MW e um módulo eletrolisador de última geração para produção do combustível com garantia de origem renovável. 

A unidade modular terá capacidade de produzir 250 Nm3/h do gás. O projeto da usina de H2 foi apresentado pelo CEO da EDP no Brasil, João Marques da Cruz.

“Considerando que o Ceará reúne características estratégicas para protagonizar o processo de introdução do hidrogênio verde no País, seja por seu excepcional potencial solar e eólico – fundamental para a produção do gás. 

Seja por sua localização e pela oferta de excelente infraestrutura para o escoamento desse produto ao mercado internacional, elegemos o estado para abrigar nossa primeira planta de hidrogênio verde no Brasil. 

Este projeto posicionará o Ceará de forma pioneira na geração de conhecimento sobre o tema e no centro de uma vasta cadeia produtiva e de aplicação desse combustível”, afirma João Marques da Cruz, CEO da EDP no Brasil.

Projeto de Pesquisa & Desenvolvimento

A usina de Hidrogênio Verde (Pecém H2V) da EDP é um projeto de Pesquisa & Desenvolvimento da UTE Pecém, instalada em São Gonçalo do Amarante (CE). 

Que deve gerar o combustível limpo com garantia de origem renovável, além de desenvolver um roadmap com análises de cenários de escalabilidade, considerando todos os elos a jusante e montante da  produção do hidrogênio. 

Ao longo do projeto, serão analisados a cadeia produtiva do gás; modelos de negócios; parcerias estratégicas com indústrias, empresas de serviços e empresas automotivas; geração e armazenamento do combustível; e adaptações em mobilidade utilizando o gás hidrogênio, nos transportes rodoviário, ferroviário, aéreo e marítimo.

Fonte: Governo do Estado do Ceará

sábado, 1 de fevereiro de 2020

brMalls e Multiplan fazem novo investimento de R$ 69 mi na Delivery Center

As administradoras já haviam feito aportes anteriores na startup gaúcha, que tem modelo de entregas em que busca a mercadoria direto no shopping

Shopping Villa-Lobos, administrado pela brMalls: um dos 24 centros de operação da Delivery Center (brMalls/Divulgação)

As administradoras de shopping centers brMalls e Multiplan voltaram a investir na startup de entregas Delivery Center. As empresas anunciaram nesta segunda-feira 27 um aporte de 69 milhões de reais na startup, fundada em Porto Alegre em 2016.

As duas redes de shopping, que juntas têm mais de 40 shopping centers no Brasil, já haviam investido na Delivery Center no passado. A brMalls foi uma das primeiras investidoras da empresa, ainda em 2018. Depois disso, a Delivery Center recebeu no ano passado aporte de 12 milhões de reais da Multiplan e 10 milhões de reais de José Galló, ex-presidente da varejista de moda Renner. Ao todo, a startup já recebeu mais de 100 milhões de reais em aportes divulgados.

O interesse das administradoras de shoppings na Delivery Center vem justamente no modelo da startup, que implementa centros de logística localizados dentro de shoppings ou em seus estacionamentos.

Desse modo, quando um cliente pede, por exemplo, alguma refeição dos lojistas daquele empreendimento, os motoboys parceiros da Delivery Center instalados no shopping podem fazer a entrega rapidamente. Há uma equipe de pessoas que coleta o pedido junto aos logistas e os leva aos motoboys para a entrega.

O aporte será usado para o plano de expansão da startup, que planeja entrar nos mercados de Curitiba e Belo Horizonte. A Delivery Center tem atualmente 24 centrais de entregas: 11 em São Paulo, 10 no Rio de Janeiro e três em Porto Alegre.

A meta da empresa é sair dos atuais 24 para 200 centros de entrega em capitais e grandes cidades brasileiras até 2021.

Segundo a Delivery Center, o serviço gera um incremento médio de 17% em vendas de refeições nos shoppings em que atua, além de 1,5% em vendas como um todo.

“Este novo aporte reforça a crença do varejo na Delivery Center e a consistência de entrega do plano de negócio. Estamos criando um ecossistema que integra lojistas, marketplaces e shoppings visando revolucionar a entrega a partir das lojas em todo o país”, disse em nota o co-presidente Saulo Brazil.

Brazil, que até então era diretor de operações, será responsável pela expansão da startup e passa a dividir o comando da empresa com o fundador Andreas Blazoudakis, ex-sócio do grupo de tecnologia Movile, dono do iFood.

Fonte: Exame - PME

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Ceará

Segundo o Portal da Industria...
O estado do Ceará é a terceira maior economia da Região Nordeste do Brasil. Sua capital, Fortaleza, situa-se numa superfície litorânea, posicionada estrategicamente para as operações de escoamento de mercadoria. Em relação a outros estados brasileiros, tem vantagem logística em virtude à proximidade de mercados importantes como Europa, Estados Unidos e África, o que facilita o transporte de cargas por meio marítimo e aéreo em um curto período.

Por que o Estado?

O Ceará responde pela 11ª economia do país e a terceira maior economia do Nordeste, com um produto interno bruto (PIB) de R$ 95 bilhões. Sua economia está sustentada nas atividades ligadas aos serviços (68,1%), indústria (26,4%) e agropecuária (5,5%).
Entre as atividades produtivas de destaque, estão os setores têxtil, calçados, couros, metal-mecânico, rochas e construção civil. Conheça os principais fatores de atração para investimento:
- A capital cearense, Fortaleza, é a quinta maior cidade do Brasil, com 8,7 milhões de habitantes (2013);
- Em 2013, o Ceará inaugurou a primeira Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do país, com a promessa de fomentar o comércio exterior do estado por meio do incentivo às exportações;
- O estado é o terceiro maior produtor de energia eólica do Brasil;
- Principal produtor e exportador de castanha de caju;
- Maior produtor de ceras vegetais (carnaúba) do Brasil;
- É o quarto maior exportador brasileiro de couro

DESCUBRA O CEARÁ
Para apoiar e dar suporte aos investidores estrangeiros, o Centro Internacional de Negócios (CIN) disponibiliza aos empresários informações, serviços de consultoria, organização de feiras, eventos e missões internacionais. O CIN-FIEC faz parte de uma rede liderada pela Confederação da Indústria (CNI) e interligada com dezenas de instituições internacionais de promoção de negócios e investimentos.


Setores

Quatro segmentos são representativos para a indústria do Ceará: mineração, indústria de transformação, construção civil e produção e distribuição de energia elétrica e gás, água, esgoto e limpeza urbana.

A forte indústria de transformação faz do estado um importante polo industrial dos segmentos de calçados e têxtil.

Entretanto, outros setores também merecem destaque na economia cearense:

Energias renováveis

Com um dos maiores potenciais de geração de energia eólica, o estado tem hoje 32 parques em operação, é o maior produtor desta energia no país e é pioneiro na produção de energia das marés. Ações foram adotadas para que o estado seja autossuficiente em energia nos próximos anos, entre elas está a consolidação dos parques de geração de energias renováveis (pequenas centrais hidrelétricas, eólicas, solar, biomassa e marés).

Químico

O setor químico compreende os produtos farmacêuticos, de higiene pessoal, os cosméticos, produtos derivados do petróleo e defensivos agrícolas, tintas, gás, veterinária entre outros. A produção cearense de cosméticos permanece ocupando um amplo espaço nas regiões Nordeste e Norte do Brasil, que em área supera o Sudeste, o Sul e o Centro-Oeste. O setor conta ainda com a impulsão de toda sua cadeia produtiva com a chegada da Refinaria Premium II, trazendo redução de custos e aumento significativo da qualidade da mão de obra local.

Metal-mecânico

O setor está aquecido com a indústria automobilística que se desloca para a região, além da indústria de petróleo e gás, também em ascensão. Com a implantação de uma indústria de laminação no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) e de duas siderúrgicas que estão em processo de instalação no Ceará, o setor metal mecânico do estado deverá ser, no ano de 2015, um dos mais promissores do país.

Construção Civil

 Um dos setores que mais cresceu nos últimos anos, a construção civil tem programas voltados para a habitação e a realização de grandes obras em prol do desenvolvimento do estado, aquecendo o mercado e gerando lucro, além de vagas de emprego em áreas como produção, vendas e comércio de materiais. Crescimento do salário em termos reais, o maior poder de compra e o crescimento da classe média, inflação em nível controlado, taxa de desemprego menor, aumento das operações de crédito imobiliário são alguns dos fatores que impulsionaram o setor.

Têxtil

O Ceará é o segundo polo têxtil do Brasil. Várias empresas originárias do Sul do país, como a Vicunha e a Marisol, instalaram-se no estado. Empresas estrangeiras, como o grupo americano VF, anunciam investimentos, o que pode impulsionar ainda mais o setor. O Anuário de Moda do Ceará 2011, lançado pelo Sinditêxtil, mostra que o estado possui o mais diversificado e organizado polo de moda do país. Fortaleza é alvo de atacadistas de outros estados que vão à capital para comprar os mais variados produtos da moda made in Ceará.

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Incentivos

O estado do Ceará incentiva e beneficia seus investidores de diversas formas, dentre elas, incentivando qualificação da mão de obra, investindo em infraestrutura e em centros de tecnologia e inovação e concedendo incentivos fiscais, com o intuito de tornar a região mais atrativa.

Conta com linhas de financiamento personalizadas para os diversos tipos de investimentos. Dentre os principais incentivos, destacam-se:

Redução ICMS
Diferimento ICMS
Suspensão II, IPI, PIS/COFINS e do AFRMM
Reinvestimento IRPJ
Redução IRPJ
Isenção AFRRM
Aporte Financeiro
Isenção ISS, ITBI e IPTU


Bancos com linhas de financiamento atrativas

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Banco do Nordeste
Banco do Brasil
Caixa Econômica Federal

Outros incentivos

Zona de Processamento de Exportações (ZPE)
Doação de área
Concessão Infraestrutura
Distritos Industriais

O Centro Internacional de Negócios está preparado para auxiliá-lo no processo de obtenção de incentivos e benefícios diversos, por meio da articulação com os diversos agentes envolvidos.


Oportunidades
O estado do Ceará possui diversas oportunidades de investimento, inclusive com possibilidade de parcerias público-privadas. Conheça na listagem abaixo algumas das principais iniciativas. Para maiores detalhes, acesse o Banco de Oportunidades.

- Construção, Operação e Manutenção da Ponte Estaiada sobre o Rio Cocó.
- Implantação, Operação e Manutenção do Terminal Intermodal para carga e contentores-cisterna, localizado no Porto de Pecém.
- Construção, Operação e Manutenção do Arco Metropolitano
- Implantação, Operação e Manutenção do Metrô de Fortaleza.
- Ampliação, operação e manutenção do trem do Cariri.
- Construção Centro de Entretenimento e Convenções do Ceará.


HISTÓRIAS DE SUCESSO

Empresa: Companhia Siderúrgica do Pecém - CSP
Investimento: R$ 51 bilhões
Empregos gerados: 16 mil
Município: São Gonçalo do Amarante
País de procedência do capital: Coreia e Brasil
Objeto: Produção de placas de aço

Empresa: Porto do Pecém Geração de Energia S/A
Investimento: R$ 1bilhão
 Empregos gerados: 80
Município: São Gonçalo do Amarante
País de procedência do capital: Portugal e Brasil
Objeto: Geração de energia elétrica com base de carvão mineral

Empresa: Siderurgia Latino Americana S/A - SILAT
Investimento: R$ 700 milhões
Empregos gerados: 550
Município: Caucaia
País de procedência do capital: Espanha
Objeto: Produção de laminados planos de aço

Empresa: Companhia Sulamericana de Cerâmica S/A
Investimento: R$ 97 milhões
Empregos gerados: 550
Município: Caucaia
País de procedência do capital: Colômbia e Brasil
Objeto: Fabricação de material sanitário de cerâmica

Empresa: White Martins Pecém Gases Industriais Ltda
Investimento: R$ 357 milhões
Empregos gerados: 480
Município: São Gonçalo do Amarante
País de procedência do capital: Brasil
Objeto: Fabricação de gases industriais

Empresa: Aeris Indústria e Comércio de equipamentos para geração de energia Ltda
Investimento: R$ 80 milhões
Empregos gerados: 1.206
Município: Caucaia
País de procedência do capital: Brasil
Objeto: Fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (fabricação de pás para gerador eólico)

Empresa: Votorantim Cimentos N/NE S/A
Investimento: R$ 54 milhões
Empregos gerados: 70
Município: Caucaia
País de procedência do capital: Brasil
Objeto: Fabricação de cimento

Empresa: CGTF Central Geradora Termoelétrica Fortaleza S/A
Investimento: R$ 46 milhões
Empregos gerados: 46
Município: Caucaia
País de procedência do capital: Espanha
Objeto: Geração de energia elétrica

Empresa: Tortuga Companhia Zootécnica Agrária
Investimento: R$ 20 milhões
Empregos gerados: 153
Município: São Gonçalo do Amarante
País de procedência do capital: Holanda
Objeto: Fabricação de suplementos e concentrados minerais para nutrição animal.

Empresa: Hydrostec Tubos e Equipamentos Ltda
Investimento: R$ 13 milhões
Empregos gerados: 80
Município: Caucaia
País de procedência do capital: França
Objeto: Fabricação de tubos de aço, carbono, estacas tubulares, equipamentos e peças mecânicas.

Empresa: Companhia industrial de Cimento Apodi
Investimento: R$ 11 milhões
Empregos gerados: 160
Município: Caucaia
País de procedência do capital: Brasil
Objeto: Fabricação de cimento

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Governo do Ceará assina Memorando de Entendimento com Banco de Desenvolvimento da China


Foi assinado nesta quarta-feira (6), em São Paulo, o Memorando de Entendimento para cooperação estratégica entre o Governo do Ceará e o Banco de Desenvolvimento da China. O documento consolida uma pactuação para construção de estratégias em prol do desenvolvimento econômico sustentável do Estado, e possibilita que empresas implantem e patrocinem projetos locais relevantes, incluindo a instalação da refinaria no Ceará, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), e parcerias na área da Saúde. O memorando está em vigor pelo período inicial de três anos e poderá ser prorrogado caso haja consentimento futuro mútuo das partes.

Antes da cerimônia, o governador Camilo Santana participou de uma reunião com o vice-presidente do Banco de Desenvolvimento da China, Cai Dong, e representantes da direção do banco. Durante a conversa, o chefe do Executivo apresentou a situação econômica do Ceará, como a política de atração de investimentos com a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e exibiu um vídeo de apresentação do Estado para os asiáticos.

“Tratamos e assinamos hoje um acordo em relação ao financiamento de dois projetos importantes para o Ceará. Um é a refinaria, luta antiga do Estado, e o outro está na área da Saúde, que é o interesse da empresa China Meheco Corporation, uma das maiores empresas da área do mundo que já visitaram nosso Estado e querem se instalar no Ceará. Esse é um momento histórico, muito importante. Mais um passo para a concretização da refinaria. Os chineses farão em breve nova visita ao Estado, eles estão analisando o projeto do Pecém, e vamos trabalhar para trazer esse grande empreendimento”, garantiu o governador.

Camilo destacou aos empresários chineses a importância da refinaria para o desenvolvimento econômico, com geração de empregos e fomentação de novas oportunidades de negócio, para o Ceará. Além disso, o governador também explanou acerca da vocação turística cearense, afirmando que “estamos de portas abertas e com um povo muito trabalhador” diante de novas iniciativas.

“Vamos construir junto com o banco a melhor equação para que esses dois projetos (refinaria e Saúde) sejam realizados”, afirmou o governador.

A comitiva do Ceará que participou da assinatura do Memorando de Entendimento contou ainda com o assessor especial para Assuntos Internacionais, Antônio Balhmann, e o presidente da ZPE, Mário Lima.



Boas perspectivas

Dirigente do banco chinês, Cai Dong afirmou que a iniciativa privada do país enxerga infraestrutura e potencial econômico “impressionante” no Ceará, e elogiou a constante de investimentos públicos para melhoria da qualidade de vida da população por meio de ações no campo da Educação e outras áreas. “Isso dá bastante confiança ao CDB de que Ceará está numa trajetória de crescimento”, disse Dong.

A pactuação com o Ceará, segundo aponta o CEO do CDB, é resultado da compreensão da grande importância do mercado brasileiro. “Temos um saldo muito positivo para investir no país e estamos muito satisfeitos com a assinatura deste memorando. Podemos dizer que agora o Ceará é um amigo de cooperação da China”, complementou.

Refinaria

No último mês de setembro, comitiva do Governo do Ceará viajou até a China para consolidar o financiamento do projeto da refinaria. O empreendimento, que funcionará dentro da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), no Pecém, tem expectativa de gerar pelo menos 10 mil empregos na fase de construção e 8 mil postos permanentes entre diretos e indiretos. A previsão inicial é de que a unidade de refino produza até 300.000 barris/dia.

O Banco de Desenvolvimento da China, que atualmente conta com ativos de US$ 2,2 trilhões, se comprometeu a financiar o projeto com US$ 4 bilhões na primeira fase de construção do equipamento no Pecém, além de US$ 3,5 bilhões para implementação de todo o parque petroquímico na região.

Fonte: Governo do Estado do Ceará

sábado, 17 de setembro de 2016

Centro-Sul do Ceará recebe nova estrada e investimentos para agricultura familiar

São mais de R$ 48 milhões em infraestrutura, títulos de terra e sistemas de abastecimento d'água


O governador Camilo Santana inaugura obra de restauração da CE-060, trecho entroncamento da CE 363 (Mombaça) – entroncamento da CE-371 (Acopiara), além de anunciar investimentos para agricultura familiar, com a entrega de 686 títulos de terra e cinco cartas de crédito para sistemas de abastecimento de água em Mombaça, Centro-Sul do Ceará. Ao todo, são mais de  R$ 48 milhões em investimentos.

Com 46 km de extensão e investimento de cerca de R$ R$ 46.342.219,26, o trecho restaurado da CE-060 vai beneficiar diretamente a população dos municípios de Mombaça, Acopiara, Piquet Carneiro, Iguatu e Catarina. O objetivo, além de melhorar as condições de trafegabilidade e segurança viária, é promover a integração da Região Centro-Sul com o Sertão Central.

A estrada tem financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com contrapartida do Tesouro Estadual e foi contemplada pelo Programa Viário de Integração Logística – Ceará IV,  recebeu serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, revestimento asfáltico, sinalizações horizontal e vertical, obras d'arte correntes, obras d'arte especiais e proteção ambiental.

Já para atividades da agricultura familiar, o Governo do Ceará entrega 686 títulos de terra, além de cinco cartas de créditos para sistemas de abastecimento d’água do Programa Água para Todos novalor total de R$ 1.798.550,39. Só neste ano, o Governo do Ceará já entregou 2.974 títulos de terra, com o Programa de Regularização Fundiária implementado em 182 municípios. Em 2015 e 2016, já foram 834 sistemas de abastecimento de água, beneficiando 28 mil famílias.

Indústria Aeroespacial de Israel busca oportunidades de investimento no Ceará

Grupo manteve reuniões no Governo, na Fiec e
visitou Complexo do Pecém e estaleiro

O Ceará recebeu nesta terça (13) a visita de dirigentes da Israel Aerospace Industries (IAI), fabricante e desenvolvedora israelense de satélites, veículos aéreos não tripulados, aeronaves civis e militares, radares, mísseis, barcos de patrulha e sistemas de defesa cibernética e soluções de comando e controle. A empresa atendeu convite da secretária do Desenvolvimento Econômico, Nicolle Barbosa, que esteve na sede da indústria em Israel e chamou os dirigentes a conhecer a ZPE e as potencialidades da economia cearense. Os executivos participaram de compromissos no Gabinete do Governador, na Federação das Indústrias (Fiec) e no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).

Segundo Nicolle Barbosa, o objetivo da visita foi identificar possíveis investimentos a serem realizados pela empresa no Ceará, bem como possibilidades de intercâmbio tecnológico. "Visitei a IAI em Israel, conheci seu grande potencial exportador e fiz pessoalmente o convite para conhecer a nossa ZPE. É um grupo sólido e traduz o perfil de empresas que entendo adequado para ocupar a ZPE, que deve abrigar os grandes players mundiais nos diversos setores da indústria", apontou a secretária, que aguarda a conclusão do projeto da Sala do Investidor que possibilitará identificar grandes empresas no mundo com potencial de se instalar na ZPE do Ceara.

Para ela, a vinda dos dirigentes da empresa ao Ceará foi importante pois permite terem uma visão do esforço que o Estado tem realizado para atrair empreendimentos, bem como fomentar parcerias que resultem em desenvolvimento de tecnologia.


Encontros

Durante encontro com representantes do Governo, os dirigentes da empresa apresentaram a vasta linha da corporação, contemplando desde fabricação e desenvolvimento de aeronaves e veículos aéreos não-tripulados (VANTs) até soluções em comunicação e segurança cibernética. Organizada em seis divisões, a IAI possui 15.000 funcionários e faturou cerca de US$ 4 bilhões no último ano, com 80% da receita oriunda de exportações.

O CEO da empresa no Brasil, Henrique Gomes, destacou que atualmente a empresa possui cerca de US$ 9 bilhões em encomendas contratadas. "Isso nos dá segurança para executar nossa estratégia de expansão e realizar investimentos", afirmou. De acordo com Gomes, pela dimensão continental e potencial econômico, o Brasil é considerado um parceiro estratégico para a empresa. "Possuímos bons negócios com o Brasil, já atendemos a Polícia Federal e as forças brasileiras e investimos na participação em duas empresas nacionais para ampliar nossa atuação no mercado. A meta é identificar oportunidades para expandir nossa operação no país", destacou.

As empresas brasileiras com participação do grupo são a IACIT, que produz radares e sistemas eletro-ópticos; e a Avionics Service, que atua com VANTs e sistemas de navegação.

Em encontro ocorrido no Palácio da Abolição que contou com a presença do Chefe de Gabinete do Governador, Élcio Batista; do secretário de Segurança Pública, Delci Teixeira; e do secretário Adjunto da Justiça e Cidadania, Sandro Camilo; Eduardo Neves, diretor da Adece,  além de Nicolle Barbosa e Alexandre Adolfo, da SDE, os dirigentes da empresa puderam conhecer a realidade socioeconômica do Ceará para avaliar possíveis parcerias a serem estabelecidas.

Durante reunião na Fiec, o secretário Hugo Figueirêdo informou que o mestrado do ITA em Fortaleza poderá ser importante para a qualificação profissional de engenheiros aeronáuticos para compor quadros futuros da empresa.

Já a visita às instalações da ZPE, localizada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) deixou os executivos impressionados com a estrutura oferecida pelo Estado. "Sem dúvida é um excelente local para investir. A ZPE é um diferencial bastante atrativo para atuar com exportações oferecendo diversas perspectivas de operação. Ficamos impressionados com a estrutura oferecida para receber investimentos", afirmou Miki Bar, assessor especial da presidência IAI mundial.

A IAI também fabrica barcos não tripulados, que atuam na vigilância de zonas portuárias e costeiras. Por conta disso, o grupo visitou a Indústria Naval do Ceará (Inace), estaleiro cearense líder nacional na construção de iates de luxo e navios militares e embarcações de trabalho e offshore, incluindo rebocadores e empurradores fluviais. De acordo com os participantes, o interesse foi mútuo e as possibilidades de parcerias serão avaliadas.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Empresários colhem ‘frutos’ no sertão do CE

ITATIRA

O sucesso na iniciativa privada influencia a geração de emprego e o fortalecimento da economia local

Itatira. Cada vez mais empresários investem em municípios pequenos do interior do Estado apostando na baixa concorrência e em serviços e produtos inovadores nas localidades. Antonio Venâncio Flor, 46, mudou-se para este município em 1994. Naquela época, aos 27 anos, percebeu que os itatirenses enfrentavam dificuldades para comprar uma casa, uma moto, um carro, um pneu e até mesmo combustível. O investidor compreendeu que o mercado imobiliário poderia dar lucratividade na região e foi o primeiro a construir uma casa com laje no distrito de Lagoa do Mato. 

Desde quando mudou-se para Itatira, em 1994, Antônio Batista vem investindo e tendo retorno de seus negócios dentro da própria cidade. Segundo ele, já foram aplicados cerca de R$ 8 milhões em diversas atividades privadas que geram emprego

Antonio Batista, como é conhecido, tornou-se pioneiro nesta comunidade ao utilizar os recursos dos imóveis na compra de carros para transportar moradores para municípios vizinhos. Com o faturamento, construiu uma loja de móveis e eletrodomésticos, concessionárias e três postos de gasolina. Hoje, Batista já investiu mais de 8 milhões de reais neste pequeno município do Sertão Central cearense que possui apenas 20 mil habitantes. 

Representatividade

O valor representa uma porcentagem considerável do Produto Interno Bruto (PIB) do município e de toda a receita pública arrecadada no ano passado.

Batista é atualmente um exemplo de como empresários de diferentes setores da economia podem lucrar aplicando capital em municípios pequenos. “Como fui o pioneiro em Itatira eu tive sucesso em meus investimentos”, diz Batista, que já ergueu mais de 200 casas no município, tem dezenas de terrenos, uma firma de construção civil, além de 35 imóveis, entre casas e apartamentos, em construção. “Temos que enxergar quais as necessidades da população local e montar um negócio com qualidade”, diz o empresário que emprega 28 funcionários.

Arrojo

Para investir em municípios pequenos, diante da baixa infraestrutura, é preciso ser ousado e ter força de vontade. Em 2003, na construção de um posto de gasolina, Batista colocou o projeto em prática numa região isolada na periferia de Lagoa do Mato. Com capital próprio fez o sistema de energia, calçamento e encanamento para água. Depois fez outro posto de gasolina, ao lado do cemitério da cidade, com objetivo de impulsionar o crescimento imobiliário em um bairro antes desvalorizado. O local atualmente deu lugar a um condomínio com 18 casas que ele constrói. 

Oportunidade

O empresário Francisco José Rodrigues Vieira, já investiu R$ 1,2 milhão em Itatira no ramo de lojas de eletrodomésticos. “Com 27 anos eu montei uma loja em Canindé, mas tivemos que fechar a empresa devido à concorrência. Foi ai que decidi investir em Itatira”, diz. Em 1998, abriu um ponto pequeno no distrito de Lagoa do Mato. 

Na época dividia os trabalhos com mais quatro funcionários. Com o sucesso do empreendimento, em 2005, abriu outra loja na sede do município. Em 2008, fechou o ponto antigo em Lagoa do Mato e com ajuda de um financiamento da Caixa, construiu uma loja com 900 metros quadrados onde trabalham atualmente 19 funcionários no Centro da cidade. 

O rendimento fez ele abrir recentemente uma empresa de distribuição de gás de cozinha, também algo novo no município. “Em setembro iremos inaugurar um prédio mais amplo na sede municipal e já comprei terreno para construir um hotel com 30 apartamentos no município”, conta Vieira.

Trabalho

O empreendedor Antonio Batista emprega até 40 funcionários durante um projeto de construção civil. Um dos trabalhadores é Daniel Feitosa de Mesquita, 30, que já procurou emprego em Fortaleza e foi para São Paulo. “Fui duas vezes para o corte de cana no Sudeste onde trabalhava das 4h da madrugada as seis da tarde. 
Quando voltei consegui um emprego com o Batista. Hoje, meu salário ajuda a manter minha casa e dar uma condição de vida mais digna a minha esposa e meus dois filhos”, diz Daniel Feitosa.

Para o empresário Francisco José Rodrigues Vieira a principal dificuldade para abrir um empreendimento em um município pequeno é a carência de profissionais qualificados. “O dinheiro você consegue por meio de empréstimos com bancos e parceiros, mas a mão-de-obra especializada é difícil”, conta Vieira que disponibiliza cursos aos empregados. “Todos nossos funcionários trabalham com carteira assinada e ganham acima de um salário”, diz o empresário.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Cidade do Atacado terá dois novos blocos

Expansão

A ampliação, que contará também com um outlet, deve-se à demanda do setor de logística do Estado

Perto de completar dez meses de inaugurada oficialmente, a Cidade do Atacado, em Caucaia, começa a executar a segunda fase de construção, onde mais dois blocos serão feitos e também planeja um outlet - prédio cujo perfil deverá ser diferente dos demais. O empreendimento também possui um pedido de financiamento no valor de R$ 80 milhões em análise no Banco do Nordeste do Brasil (BNB).


Localizada na confluência da BR-222 com a BR-020, a Cidade do Atacado deve gerar uma arrecadação anual de R$ 1 bilhão ao município de Caucaia, conforme previsão anunciada Foto: Alex Costa

O início da ampliação, segundo revelou a Colliers - empresa que administra a Cidade do Atacado -, deve-se à demanda pelo setor de logística do Estado por novas áreas de uso. Hoje, do total de 28 galpões do bloco A, apenas três estão vagos.

Apesar dos espaços ociosos, o gerente regional da Colliers, Antônio Americano, afirmou que já possuem galpões do novo bloco reservados por inquilinos do bloco A. "Eles foram pegando mais clientes, daí precisam de mais espaços e resolveram contratar mais blocos", diz.

Ampliação

Com previsão de aplicação de R$ 300 milhões para todo o projeto da Cidade do Atacado, os dois novos blocos não tiveram os valores revelados, mas devem iniciar as obras no segundo semestre de 2013. Os dois terão, respectivamente, 25 mil metros quadrados e 40 mil metros quadrados. Por sua vez, o outlet deverá ter 28 mil metros quadrados de área bruta locável e 90 lojas para aluguel. A previsão de início das obras anunciada também é para julho próximo e "o estágio atual do empreendimento é o de aprovações e comercializações das lojas".

Para completar o mix oferecido pela Cidade do Atacado, Americano contou da construção - ainda em fase inicial - de uma área para pátio de 10 mil metros quadrados. Esta deve servir, segundo ele, para cargas de grande porte e que não necessitam de cobertura.

Prospecção

A meta atual, de acordo com Americano, é ocupar 100% do bloco A ainda no primeiro semestre deste ano, a partir de quando devem começar as obras do outlet e do bloco B, o qual segue o mesmo perfil do primeiro bloco. "Qualquer empresa, salvo raras exceções, se encaixa nos blocos. Mas nós trabalhamos também com o chamado galpão especulativo, que se enquadra nas exigências de cada cliente", ressalta.

Por essa mobilidade, o gerente regional da Colliers garante que o empreendimento localizado em Caucaia é um dos mais competitivos do Nordeste e pontua apenas quanto a negociação, "as quais sempre demoram mais, cerca de um ou dois anos".

Americano ainda disse estar sendo "muito procurado" por empresas que trabalham com o setor fruticultor e também ainda continua negociando com os transportadores de pás eólicas. O último tipo de negócio deve necessitar de um pátio a ser construído em parte dos 284 hectares da Cidade do Atacado.

Ocupação e clientes
Primeiro equipamento do tipo a chegar no Estado, a Cidade do Atacado, atualmente, conta com inquilinos cujas empresas são sediadas dentro e fora do Ceará. "Mas todos eles já atuavam no mercado local, só optaram pela nossa estrutura depois que chegamos", destaca.

Hoje, o único bloco construído conta com distribuidoras que prestam serviços a uma cadeia nacional de supermercados, uma rede varejista de lojas de departamentos, uma fabricante de colchões, além de outras empresas de logísticas internacionais que atuam com empresários locais.

"Inclusive, fechamos semana passada um novo contrato e estamos preparando um novo galpão para um pessoal que trabalha com ferragens", disse o corretor da Cidade do Atacado, Ednilson Saraiva.

Impactos

Localizada na confluência da BR 222 com a BR 020, a Cidade do Atacado deve gerar uma arrecadação anual de R$ 1 bilhão à cidade de Caucaia, conforme previsão anunciada pelo próprio município. Para o período pós-construção, a estimativa é de 320 mil novos postos de empregos gerados no local.

Fonte: Diário de Nordeste - Negócios

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Jipe da TAC Motors feito em Sobral em detalhes

STARK

Veículo de Santa Catarina tem linha de montagem no norte do Ceará e já acelera para terceiro lote

O Stark 4x4 Diesel fabricado em Sobral já teve seu segundo lote, com 21 unidades, distribuído e deverá abastecer os mercados de Fortaleza, Natal, João Pessoa e Salvador.

O off-road 100% brasileiro Stark tem como principais características a tração e a suspensão independente nas quatro rodas. É o único com oito amortecedores (dois em cada roda), os freios a disco ventilados nas quatro rodas, o moderno chassi tubular feito em aço carbono de alta resistência e a direção hidráulica, entre outros itens de série. O modelo é vendido por R$ 98.780,00.

Seu motor F1A 2.3 L, 16 V, Turbo Diesel Intercooler, é fabricado pela Fiat Powertrain Technologies, maior fabricante de sistemas de propulsão da América Latina, também conhecido como Motor Multijet Economy. Arrojado, versátil e, segundo a TAC Motors, muito econômico, possui um desempenho surpreendente tanto nos terrenos difíceis quanto no asfalto. Seu projeto foi pensado em todos os detalhes: segurança, dirigibilidade, conforto, força, design. O veículo foi levado ao extremo em todos os sentidos, em testes que abrangeram diversos tipos de terrenos.

O propulsor possui 4 cilindros, common-rail e injeção direta. Potência de 127 cv a 3.600 rpm, torque de 320 Nm a 1.800 rpm. Outro destaque é a relação torque x peso do Stark, superior a maior parte dos motores 3.0 L disponíveis no mercado.

Suas suspensões dianteira e traseira são independentes, permitindo que as rodas permaneçam em contato direto com o solo mesmo em terrenos com severas irregularidades. O curso na suspensão dianteira é de 160mm, já na traseira é 180mm.

O Stark possui também altura livre do solo de 260 mm. Já os freios são hidráulicos nas quatro rodas, servoacionados e dois circuitos em diagonal. A direção é hidráulica, do tipo pinhão e cremalheira. O tanque chega até a 70 litros. Seu comprimento é de 4.038 mm, largura 1.884 mm e sua altura total: 1.865 mm.

Com espaço para quatro lugares, sua carroceria é formada por painéis de material composto e plástico de engenharia. Por utilizar o processo Resin Transfer Molding (RTM) em material composto com resina reforçada com fibra de vidro, proporciona bom acabamento, repetibilidade de processos, leveza e resistência total à corrosão.

Utiliza ainda painéis de carroceria (capô, para-choques e para-lamas) em termoplástico ABS de alto impacto garantindo durabilidade e flexibilidade ao veículo.

Nesse ano, o Stark foi o veículo oficial dos profissionais da imprensa que cobriram o Piocerá desde o dia 22 de janeiro. Foram 1.000 quilômetros de percurso e o lançamento do carro no Rally.

A TAC Motors tem uma rede de 30 revendedores, presentes no País. Com a instalação do parque fabril na cidade, um dos interesses por parte da administração é atrair para o município os seus fornecedores em Santa Catarina, principalmente os da área de produção de plásticos e resinas.


Produção

Cenas do nascimento de um veículo

Indústria e linha de montagem na cidade de Sobral conta com 130 funcionários, com previsão inicial de montagem de 10 a 11 carros por semana; com o crescimento está previsto o aumento de 20 a 30 por semana, para concessionárias no Brasil e também exportação

Ficha Técnica

Motor: 2.3 L, 16 V, Turbo Diesel, 4 cilindros
Potência: 127 cv a 3.600 rpm
Torque: 320 Nm a 1.800 rpm
Transmissão: Manual, cinco velocidades
Direção: hidráulica
Preço: R$ 98.780,00
Capacidade: 4 lugares
Fabricação: Sobral (CE)
Origem da marca tac motors: Santa Catarina
Número de concessionárias no Brasil: 30

domingo, 12 de maio de 2013

Terraplanagem da CSP está no fim

CONCLUSÃO DIA 20

Atuam hoje no canteiro de obras cerca de 1.430 funcionários. O número deverá saltar para 7 mil até o fim do ano

A etapa de terraplanagem da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) deverá acabar no próximo dia 20, segundo informações da Posco Engenharia e Construções do Brasil, responsável pela execução da construção da usina. Mesmo antes do fim da terraplanagem, já estão sendo feitos, no terreno onde o empreendimento será construído, serviços de escavação e a concretagem das fundações.


Principais serviços a serem realizados neste ano estão ligados à construção civil das mais importantes instalações da siderúrgica Foto: Divulgação


Atuam hoje no canteiro de obras cerca de 1.430 funcionários, segundo a Posco. Até o final deste ano, informa a empresa, espera-se que esse número aumente para aproximadamente sete mil trabalhadores. Já para o pico da obra, previsto para junho do próximo ano, é esperada a mobilização de mais de 15 mil funcionários.

Ainda conforme a Posco, os principais serviços realizados em 2013 estarão ligados à construção civil das principais instalações da siderúrgica, sendo as principais oportunidades de trabalho, neste ano são, voltadas para profissionais da área, entre os quais estão serventes, contínuos, auxiliares, pedreiros, armadores, carpinteiros e pintores, além de técnicos nas áreas de edificação, ambiental, segurança do trabalho, engenheiros e cargos administrativos.

Equipamentos

A empresa também informou que parte dos equipamentos necessários à construção da CSP desembarcados no Estado, já está no canteiro de obras, enquanto outro conjunto de equipamentos se encontra, em processo de Alfandegamento na Zona de Processamento do Pecém (ZPE) e uma última parte está no terminal de cargas do Porto do Pecém.

ZPE

Tendo concluído seu processo de alfandegamento em março último a ZPE Ceará - empresa que administra a zona de processamento de exportação do Estado - pretende realizar, neste semestre, um trabalho mais intenso de divulgação e apresentação para possíveis interessados em se instalar naquela área.

De acordo com o presidente da ZPE Ceará, Eduardo Macêdo, ainda existem "muitas dúvidas" quanto ao modelo da ZPE por parte de possíveis investidores. Ele destaca, entretanto, que o fim do alfandegamento já tem tornado mais consistente o trabalho de captação de investimentos feitos pela empresa, que hoje dialoga com empreendimentos de países como Portugal, Espanha e Coreia.

Segundo Macêdo, a ZPE Ceará se encontra em uma etapa de testes, durante a qual estão sendo avaliados equipamentos e sistemas ligados ao seu funcionamento. Ainda neste semestre, informa, a empresa deverá passar à etapa de "operação plena".


Obras de montagem da CSP custarão cerca de R$ 100 mi

SEIS MESES DE NEGOCIAÇÃO

Makro Engenharia vence disputa entre dez empresas e é escolhida para movimentar peças com mais de 100 t

Após uma negociação que durou cerca de seis meses e envolveu dez grandes empresas nacionais e estrangeiras, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) ganhou, enfim, um responsável por suas obras de montagem. Trata-se da Makro Engenharia, companhia do ramo de movimentação de cargas que firmou na última terça-feira (30) o contrato de operação com a sul-coreana Posco Engenharia e Construção do Brasil, uma das sócias do equipamento. O serviço custará cerca de R$ 100 milhões.

Todos os equipamentos para montagem da planta industrial serão fornecidos exclusivamente pela Makro Engenharia, o que inclui guindastes telescópicos sobre pneus e treliçados sobre esteiras Foto: Divulgação

Conforme o diretor técnico e comercial da Makro, David Rodrigues, um dos fatores decisivos para a escolha da empresa foi a experiência da mesma junto a Vale, uma das investidoras do projeto. Segundo ele, "a concorrência teve início no fim do ano passado e foi muito acirrada, já que houve diversos processos de qualificação. Na decisão final, acredito que nossa experiência no ramo de mineração e indústria, assim como a nossa alta performance em segurança acabaram pesando positivamente, já que a CSP não deixa de ser um obra de risco".

Durante o processo de seleção para as obras de montagem da CSP, a maioria das empresas que concorriam eram estrangeiras, de países como Coreia e Holanda, sendo apenas três nacionais. Após alguns processos de qualificação técnica, a Posco negociou aspectos comerciais.

A operação

Basicamente, a Makro ficará responsável pela movimentação de cargas acima de 100 toneladas (t) no processo de construção da CSP. Todos os equipamentos para montagem da planta industrial serão fornecidos exclusivamente pela empresa, o que inclui guindastes telescópicos sobre pneus e treliçados sobre esteiras, assim como o fornecimento de gruas torres. A operação está prevista para durar 22 meses.


Em março deste ano, as obras de construção da CSP, sob a responsabilidade da Posco, encontravam-se voltadas às execuções de concretagem das fundações (scale pit) da aciaria e à instalação do lingotamento contínuo Foto: Alex Costa

"Em suma, todos os componentes pesados serão erguidos e montados pela Makro. Para se ter uma ideia, içaremos uma peça que pesa 600 toneladas, um valor nunca antes levantado no Ceará. Obviamente que ainda estamos na fase de projeto e esse peso pode ficar ainda maior", comenta David Rodrigues.

Andamento das obras

Em março deste ano, as obras de construção da CSP, sob a responsabilidade da Posco, encontravam-se voltadas às execuções de concretagem das fundações (scale pit) da aciaria e à instalação do lingotamento contínuo. Tais obras foram iniciadas, respectivamente, em dezembro do ano passado e janeiro deste ano.

O balanço do último quadrimestre de 2012 e primeiros meses de 2013 registra o término da terraplenagem no site da siderúrgica - área de 498 hectares e conclusão do escritório satélite do Steel Making e Continuous Casting (Aciaria e Lingotamento Contínuo). Consta ainda o início do funcionamento da usina de beneficiamento de concreto do site - sob a responsabilidade da subcontratada coreana Dong Yong -,com produção diária de 3.360 m³ e a inauguração da ponte que liga a área auxiliar ao site industrial do canteiro da Companhia Siderúrgica.

Em sua primeira fase de operação, a CSP deve produzir 3 milhões de toneladas de placas de aço por ano, contribuindo para a geração de emprego, assim como o desenvolvimento econômico do Estado do Ceará.


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Até 2014, CSP recebe 350 mil ton de maquinário

EM ABRIL HOUVE NOVA REMESSA 

Três novos carregamentos estão previstos para aportar no terminal do Pecém no próximo mês


Área terraplanada da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). No momento, encontra-se em fase de finalização o sistema de tratamento de esgoto para o período de construção da usina FOTO: DIVULGAÇÃO

Estão em andamento as primeiras fundações da siderúrgica e a construção do poço de vazamento do lingotamento contínuo fotos: divulgação

Às voltas com as obras do prédio sede da Zona de Processamento das Exportações (ZPE do Ceará), correndo contra o relógio para deixar tudo pronto e assegurar o alfandegamento da área pela Receita Federal, - em tempo hábil para receber a visita da presidente Dilma Rousseff, no dia 21 próximo, - a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), aperta o ritmo das obras do empreendimento, enquanto aguarda a chegada de novos carregamentos de materiais e equipamentos para dar forma à siderúrgica.

Para abril próximo, três novos carregamentos estão previstos para aportar no terminal do Pecém, de um total de 158 desembarques, já programados pela CSP até 2014. A projeção é que 350 mil toneladas de equipamentos e máquinas cheguem até o próximo ano, ao Ceará.

Neste primeiro momento, confirma a Assessoria de Imprensa da Companhia, os navios trarão partes e peças de máquinas para regeneração de calor, para produção de ar quente a ser insuflado no alto forno, equipado com blower/ventiladores com alta capacidade de fluxo de ar, sopradores, válvulas, mangueiras, juntas de expansão, estruturas metálicas, revestimentos refratários, tubulações e dutos.

Na lista de equipamentos constam ainda peças de alta complexidade, que envolve tecnologia de ponta, para o pátio de matérias primas, coqueria, sintetização, alto-forno, lingotamento contínuo e aciaria. "Estas instalações são consideradas o coração de uma siderúrgica", destaca a direção da CSP.

Esse material se juntará às outras 110 mil toneladas de materiais às obras da siderúrgica, a exemplo de chapas e escoras de aço que já chegaram no ano passado, por meio de 35 embarques marítimos. No momento, 36 volume com peças e partes específicas da coqueteria, num total de 1.953 metros cúbicos se encontram estocados no Porto do Pecém, aguardando o alfandegamento da ZPE do Ceará, para serem internalizá-los ao ativo da empresa e gozarem dos benefícios fiscais e tributários peculiares a uma zona de processamento de exportações.

Balanço de obras

Ainda de acordo com a direção da Companhia, as obras de construção da CSP, sob a responsabilidade da Posco Engenharia e Construção do Brasil (PEC), encontram-se, atualmente, voltadas às execuções de concretagem das fundações (scale pit) da aciaria e à instalação do lingotamento contínuo. Tais obras foram iniciadas respectivamente, em dezembro do ano passado e janeiro deste ano.

O balanço do último quadrimestre de 2012 e primeiros meses de 2013 registra o término da terraplenagem no site da siderúrgica - área de 498 hectares e conclusão do escritório satélite do Steel Making e Continuous Casting (Aciaria e Lingotamento Contínuo). Consta ainda o início do funcionamento da usina de beneficiamento de concreto do site - sob a responsabilidade da subcontratada coreana Dong Yong -,com produção diária é de 3.360m3 e a inauguração da ponte que liga a área auxiliar ao site industrial do canteiro da Companhia Siderúrgica.

Andamento

No momento, encontra-se em fase de finalização o sistema de tratamento de esgoto para o período da construção da usina e de conclusão da rede de água da sede da ZPE do Ceará. A CSP anuncia ainda, aportes de capital de US$600 milhões no ano passado além de outros R$ 5 milhões em ações para sustentabilidade ambiental.

Fonte: Diário do Nordeste - Negócios

Só a CSP justifica criação da Zona especial no CE

INDÚSTRIA ÂNCORA

A siderúrgica, orçada em US$ 8 bilhões, deve contribuir também para que nasça no Estado um polo metalmecânico

Brasília. O governo autorizou o funcionamento da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Pecém, no Ceará, onde será instalada a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), um empreendimento com investimentos estimados em US$ 8 bilhões, desenvolvido em parceria entre a Vale e as coreanas Dongkuk e Posco. Será a
primeira usina siderúrgica integrada do Nordeste.

Conforme o secretário executivo do CZPE, Gustavo Saboia, na ZPE também funcionará a Vale Pecém, que vai investir US$ 98 milhões FOTO: DIVULGAÇÃO

Segundo o secretário executivo do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), Gustavo Saboia Fontenele e Silva, o projeto da CSP é "tão grande", que somente ele justifica a criação da ZPE. Segundo os dados recebidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a previsão é que a primeira fase da siderúrgica entre em operação em 2015, produzindo 3 milhões de toneladas de placas de aço e gerando 4 mil empregos diretos e 10 mil indiretos. A segunda etapa entra em funcionamento em 2017, com a produção de chapas finas de aço.

"Isso vai permitir que nasça no Estado uma indústria metal mecânica", afirmou. Na ZPE também funcionará a Vale Pecém, que vai investir US$ 98 milhões para beneficiar o minério de ferro a ser utilizado pela CSP. O projeto processará 5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano para a siderúrgica. A ZPE nasce em uma área ao lado de onde deve ser instalada uma refinaria da Petrobras.

ZPE do Acre

A outra ZPE autorizada a funcionar no País foi a do Acre, que recebeu o aval do governo no ano passado. No entanto, a de Pecém, destaca o Mdic, será um empreendimento muito maior.

O foco principal é a agregação de valor às exportações brasileiras. Fontenele e Silva explicou que um levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostra que o preço médio de produtos semimanufaturados de ferro ou aço é 510% maior do que o preço exportado do produto primário.

Se a venda for de laminados planos de ferro ou aço, a diferença no valor sobe para 790% em relação ao produto básico.

Além disso, o secretário ressalta que a aprovação da ZPE considera o potencial de desenvolvimento regional. Ele afirma, no entanto, que há um controle rigoroso do governo para evitar que os produtos das ZPEs cheguem ao mercado nacional, além do porcentual permitido, para não afetar a competitividade das empresas fora dessa zona.

As companhias que se instalam em ZPEs têm tratamento tributário especial, mas precisam obter com exportações, no mínimo, 80% de sua receita bruta total. Os demais 20% da produção podem ser destinados ao mercado nacional, mas não estão isentos de tributos.

O secretário relata que a brecha foi uma segurança para as empresas em caso de retração no mercado internacional.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Chelsea Patriquin: ‘Tudo indica que a Questex está no Brasil para ficar’

IN - invest NE
Quarta, 01 de Maio de 2013 14:00

Gerente de conferências fala do Brasil Hospitality Investment Conference, evento que vai reunir investidores nacionais e internacionais e os segmentos hoteleiro, imobiliário, turístico, construtoras e companhias financeiras

Para marcar o início das atividades na América Latina, a Questex Hospitality + Travel promove o Brasil Hospitality Investment Conference. O evento, que faz parte da série IHIF Summit, será realizado em parceria com BSH International, nos dias 13 e 14 de junho, no hotel Tivoli São Paulo Mofarrej, na região central da capital paulista. Em entrevista ao portal InvestNordeste, a gerente de conferências da Questex, Chelsea Patriquin, diz que o Brasil foi escolhido para ser o portal de entrada na América Latina por estar vivendo crescimento econômico bom, principalmente, nas áreas de turismo e hotelaria. E o Nordeste acompanha este crescimento. “Em termos de investimento, o Nordeste sempre é um destino promissor ao investidor hoteleiro. Estudamos as taxas de crescimento e investimento adquirido por estado. Não houve surpresa quando descobrimos que os estados que receberam mais investimentos turísticos são justamente os do Nordeste”, afirma a gerente.

Confira a entrevista:

INVESTNORDESTE - O que impulsionou a Questex a realizar no Brasil o Hospitality Investment Conference?

Chelsea Patriquin - Há muito tempo a Questex analisava realizar um evento hoteleiro na América Latina. Diante das opções, o Brasil foi escolhido para ser o portal de entrada da Questex, por estar vivendo um crescimento econômico, e na área turística e hoteleira.


IN - Quais as portas que podem se abrir, em relação a novos investimentos no país, após a realização do evento? Quais as expectativas destes investimentos para o Nordeste?

CP - Acreditamos que devido o status global da Questex, podemos oferecer o evento como entrada para as bandeiras e grupos hoteleiros que ainda não se aventuraram no Brasil, mas que estão interessados em vir. Em termos de investimento, o Nordeste sempre é um destino promissor ao investidor hoteleiro. Estudamos as taxas de crescimento e investimento adquirido por estado. Não houve surpresa quando descobrimos que os estados que receberam mais investimentos turísticos são justamente os do Nordeste.


IN - Quem são os mais interessados em participar do BHIC?

CP - Participantes incluem a alta direção de grupos hoteleiros internacionais e nacionais, incorporadoras, construtoras, fundos de investimento e proprietários independentes de hotéis ou resorts.


IN - Estes participantes vêm de onde? O que eles querem?

CP - Nosso alvo é ter o envolvimento nacional dos participantes. Mas há representantes dos EUA e Europa que irão participar e palestrar. Há alguns grupos que estão vindo pela primeira vez ao Brasil com o intuito de analisar oportunidades para investimento e anunciar o que pretendem fazer no futuro.


IN - A BSH International e Questex multiplicarão o impacto da Brasil Hospitality Investment Conference com o lançamento de missões comerciais internas e externas para promover o Brasil. De que forma isso vai acontecer?

CP - Por enquanto, estamos debatendo internamente como e quando essas missões serão lançadas. Mas posso afirmar que serão organizadas para promover os projetos, parcerias e facilidades existentes nas oportunidades brasileiras em escopo mundial.


IN - A propriedade compartilhada no Brasil está começando a tomar fôlego nos últimos anos. Qual o cenário para os próximos anos? E onde o Nordeste se encaixa nisso?

CP - Os próximos anos estão prometendo alto crescimento em vários setores, inclusive para ferramentas como fractionals e time share. O interesse das incorporadoras neste setor será exposto durante o BHIC.


IN - Quais os planos da Questex para próximos eventos no Brasil?

CP - Tudo indica que a Questex está no Brasil para ficar. Estamos desenvolvendo um plano de ações que será revelado em breve

terça-feira, 19 de março de 2013

Ernst & Young Terco participa do All About Energy

Maria do Carmo Leocádio, sócia de Impostos em Fortaleza da Ernst & Young Terco, participou da sétima edição do evento que discute energias renováveis

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Ernst & Young Terco, empresa que presta serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria, participou nesta terça-feira (12), com a presença de sua sócia de Impostos em Fortaleza, Maria do Carmo Leocádio, da mesa redonda na sétima edição do All About Energy, maior evento sobre energias renováveis da América Latina, com o tema Financiamentos, Fundos e Incentivos.



Em sua explanação, Maria do Carmo Leocádio abordou temas como a fruição dos incentivos fiscais e impactos proporcionados nas taxas de retorno dos investimentos.

Ernst & Young e a Ernst & Young Terco:

A Ernst & Young é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria.
No Brasil, a Ernst & Young Terco uma empresa de Auditoria e Consultoria, com 4.900 profissionais que dão suporte e atendimento a mais de 3.400 clientes de pequeno, médio e grande porte. Em 2011, a Ernst & Young Terco foi escolhida como Apoiadora Oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e fornecedora exclusiva de serviços de Assessoria e Auditoria para o Comitê Organizador. O alinhamento dos valores do Movimento Olímpico e da Ernst & Young Terco foi decisivo nessa escolha.

Fonte: IN InvestNE

Porto do Pecém cresce 28% em 2013

Crescimento confirma o terminal portuário cearense como um dos principais do Brasil 

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A movimentação de mercadorias através do Porto do Pecém vem alcançando, mensalmente, um crescimento que confirma o terminal portuário cearense como um dos principais do Brasil. Nos dois primeiros meses de 2013, o crescimento registrou recorde de 28% em relação ao mesmo período do ano passado, com a movimentação de 717 mil toneladas (t) contra 561 mil t no período janeiro/fevereiro de 2012, com destaque para o aumento das importações que atingiram 56%.

As maiores elevações ocorreram por conta da movimentação de carga geral solta, com variação positiva de 46%, carga geral conteinerizada, que registrou aumento de 12% e da movimentação de granel líquido, que no mesmo período do ano anterior não havia registrado movimentação.

No transporte de carga geral solta - o destaque ficou com o ferro e aço (207 mil t). Na movimentação de carga geral conteinerizada - os destaques foram com as frutas (34 mil t), ferro e aço (20 mil t), plásticos e suas obras (18 mil t), arroz (12 mil t) e sal (10 mil t). O gás natural liquefeito foi registrou elevados índices na movimentação de granéis líquidos, com 190 mil t, enquanto nos granéis sólidos o clinker (cimento não pulverizado) alcançou a marca de 73 mil t movimentadas.

No transporte de longo curso foram movimentadas através do Pecém 608 mil t, enquanto o transporte por cabotagem, que é a movimentação de mercadorias entre portos de um mesmo país contribuiu com 109 mil t. Na movimentação de frutas, 64% são de origem no Estado do Ceará, seguindo-se o Rio Grande do Norte com 34%. Os principais destinos continuam sendo a Holanda (39%), Grã Bretanha (31), Espanha (13) e Itália e Estados Unidos, com 6% cada.

Raking
De acordo com os dados fornecidos pela Secex – Secretaria do Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio o Pecém, até fevereiro do corrente ano, lidera a movimentação de frutas, calçados, produtos siderúrgicos e clínquer (tijolo enriquecido de metais, geralmente utilizados em altas temoeraturas devido à sua resistência). Na exportação de frutas o porto cearense tem participação de 29% entre todos os portos brasileiros, seguido pelo porto do Rio Grande do Norte, com 28. No transporte de calçados o Pecém participou com 28%, seguido do porto de Rio Grande-RS com 23%.

O grande destaque ficou para a movimentação de produtos siderúrgicos, com o Pecém registrando a participação de 41% e o porto de Santos-SP na segunda colocação com 14%. A movimentação de clínkers também registrou uma grande diferença entre o Pecém e os demais portos brasileiros, com o porto cearense alcançando a participação de 30% seguido pelos portos de Sepetiba-RJ, Santarém-PA e Suape-PE, com 13% cada um.

Fonte: IN InvestNE

terça-feira, 12 de março de 2013

Setor eólico quer focar mais em indústrias que em novos parques

CADEIA PRODUTIVA NO CEARÁ

O objetivo é gerar mais emprego e renda com fábricas de produção de equipamentos para o segmento


Para especialistas, o Ceará está entrando agora em uma nova fase para o setor de energia dos ventos, com as unidades fabris se deslocando para cá Foto: Kid Júnior


Com 19 parques eólicos em operação, totalizando uma potência instalada de 588,8 megawatts (MW), o Ceará ainda se mantém na liderança da produção de energia dos ventos no Brasil. Outros 12 empreendimentos ainda em construção deverão acrescentar mais 311,2 MW à geração elétrica no Estado. Contudo, mais que criar novos parques eólicos, o setor agora quer garantir a vinda de fábricas de equipamentos eólicos, completando a cadeia produtiva no Ceará e gerando mais emprego e renda.

"A estratégia é trazer desenvolvimento. Não basta gerar energia, é preciso trazer a cadeia produtiva da energia eólica. Tem que, com isso, gerar renda, empregos, uma cadeia de valor", analisa o presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica do Ceará, Adão Linhares.

Segundo ele, o mercado para este tipo de energia está favorável no Brasil, com os preços cada vez mais baratos, em contraponto com o que se observa nas fontes hidrelétrica e termelétrica.

O presidente destaca que o Ceará é o estado pioneiro na estratégia política a favor da energia eólica, e que agora o Estado vive uma nova etapa. "Primeiro, foi mostrar que tinha vento. Depois, que se podia gerar energia e dinheiro com isso. Agora, estamos no desenvolvimento de toda essa cadeia", reforça.

Esta e outras questões relacionadas ao mercado de energia eólica serão discutidas a partir de hoje na sétima edição do All About Energy, o maior evento sobre energias renováveis da America Latina. O evento se estende até quarta-feira (13), no Centro de Eventos do Ceará (CEC). Além do setor eólico, o evento tratará de outras fontes renováveis de energia, como a solar, a biomassa, biocombustíveis e hidroelétricas.

Fábricas

Desde 2002, o Estado sedia uma fábrica de componentes. A Wobben inaugurou, naquele ano, uma unidade de fabricação de pás para torres eólicas, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), sendo a primeira indústria a se instalar no local. Por vários anos, ela foi a única. Ano passado, entretanto, duas novas usinas entraram em operação. A indiana Suzlon inaugurou, em junho, sua fábrica em Maracanaú, onde produz painéis elétricos e eletrônicos e uma linha de montagem de hubs (que são a parte frontal das turbinas eólicas). O investimento foi de R$ 2 milhões. A empresa já afirmou que pretende continuar investindo para ampliar o conteúdo local com a produção de equipamentos, e anunciou um orçamento de US$ 20 milhões para 2013.

A Aeris Energy também entrou em operação com sua unidade no Cipp no ano passado, após um investimento de cerca R$ 50 milhões, em parceria com a Suzlon. Na planta, estão sendo produzidas pás para aerogeradores.

Projetos

Já para este ano, espera-se que seja inaugurada a unidade da alemã Fuhrländer, no Cipp. Ela será a primeira fábrica de aerogeradores do Ceará, item de maior tecnologia agregada dos equipamentos de energia eólica. A planta está prevista para este semestre, através de um investimento orçado em R$ 15 milhões, que poderá ser expandido em mais R$ 30 milhões, com a ampliação cogitada da fábrica.

Produção energética

A energia eólica responde, hoje, por 32% da energia produzida no Ceará. A maior parte da produção energética no Estado provém da matriz termelétrica, com 1,2 gigawatt (GW), que representa 67,5% do total. O avanço da produção no Estado tem se dado mais intensamente nesta última matriz. Entre os empreendimentos em construção, 12 são de fonte eólica, com capacidade de geração de 311,2 MW. Enquanto isso, a única usina térmica em construção, a Pecém II, no Cipp, gerará 360 MW.

Com menos parques vencedores nos últimos leilões, o Ceará deverá, em breve, perder o posto de maior gerador eólico do Brasil para o Rio Grande do Norte. Por lá, há 365,1 MW instalados, e outros 1,14 GW em instalação, o que somará 1,5 GW. Desta forma, superará os 900 MW que o Ceará terá de capacidade, quando os novos parques estiverem instalados.

Apesar de estar avançando nos empreendimentos de geração energética, o Ceará ainda participa com apenas 1,49% da capacidade instalada brasileira.

Fonte: Diário do Nordeste - Negócios

CDC busca ampliar negócios em feira

PORTO DO MUCURIPE

Somente em 2012, foram movimentadas 43.142 toneladas de equipamentos eólicos do Porto de Fortaleza, 30% a mais que em 2011 Foto: Kid Júnior

A Companhia Docas do Ceará (CDC), empresa administradora do Porto de Fortaleza, irá buscar oportunidades de novos negócios com empresas do setor energético, especialmente do segmento eólico, durante o All About Energy. Será a primeira vez que a empresa participará do evento.

"O cenário atual de energias renováveis traduz oportunidades para a CDC, uma vez que estes equipamentos, para chegarem a sua origem, que são os parques eólicos localizados na região Nordeste, contam com mais de uma modalidade de transporte, tendo como principal o marítimo. Lá vamos encontrar os principais representantes do mercado e teremos a oportunidade de divulgar nosso novo pátio pavimentado de 40 mil metros quadrados", explica Mário Jorge Cavalcanti, diretor de Infraestrutura e Gestão Portuária da CDC.

Nos últimos dois anos, os equipamentos eólicos tiveram destaque na pauta de movimentação do Porto do Mucuripe. Somente no ano passado, foram movimentadas 43.142 toneladas frente a 33.149 toneladas movimentadas em 2011, representando um incremento de 30%.

De acordo com a assessoria de imprensa da CDC, os principais clientes do terminal marítimo, no momento, são a Alstom Grid, Suzlon, Vestas, Siemens e General Eletric.

O porto dispõe, aos clientes de equipamentos eólicos, de pátio pavimentado de 131 mil m² (alfandegado) e pátios privados localizados na retroárea do terminal. Por razão da conclusão da obra do Novo Terminal Marítimo de Passageiros, espera-se que, até o fim do ano, essa capacidade de armazenamento seja ampliada em 30%. O empreendimento compreende a construção de um novo cais de atracação com 350 metros de extensão e 13 metros de profundidade, uma nova estação de passageiros e um pátio pavimentado de 40 mil m². "No período de baixa estação turística, que compreende os meses de maio a setembro, o terminal poderá receber navios com carga conteneirizada e carga de projeto", esclarece Mário Jorge.

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A abertura da feira de exposições ocorru às 19h de ontem(11/03), no Centro de Eventos do Ceará (CEC). Os painéis e mesas redondas iniciam hoje, terça-feira, a partir das 9h30. O evento é co-realizado pelo Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) e da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece).

Fonte: Diário do Nordeste - Negócios

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